DIA 25/11: 329.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1915, Albert Einstein apresenta as equações da relatividade geral à Academia de Ciências da Prússia.
Em 1999, observações terrestres de um vulcão em erupção em Io, uma lua de Júpiter. HOJE, NO COSMOS:
A Lua Crescente, com apenas 5,5 dias, brilha na ténue constelação de Capricórnio a sul-sudoeste ao cair da noite.
Aponte o seu telescópio para o nosso satélite natural. O terminador lunar está a atravessar o Mar da Tranquilidade! É nascer-do-Sol no local de aterragem da missão Apollo 11!
O Sol já nasceu no trio de crateras
Theophilus-Cyrillus-Catharina. As últimas duas parecem estar ligadas por uma trincheira larga e escura quando o Sol, aí muito baixo, estiver no ângulo ideal.
DIA 26/11: 330.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1937, nascia Boris Borisovich Yegorov, cosmonauta e físico. Torna-se no primeiro físico a fazer um voo espacial.
Em 1965, a França lança o seu primeiro satélite, o Astérix. Torna-se na terceira nação a entrar no espaço.
Em 1990, o foguetão Delta II (7000) levanta voo pela primeira vez.
Em 2011, é lançado para o espaço o Mars Science Laboratory, que tem a bordo o rover Curiosity.
Em 2018, o módulo InSight pousa em Elysium Planitia, Marte. HOJE, NO COSMOS:
A Galáxia de Andrómeda (M31) e o Enxame Duplo de Perseu estão ambos catalogados como tendo magnitude ~4, e sob um céu razoavelmente escuro é possível ver ambos os objetos à vista desarmada. Binóculos ajudam. Estão apenas separados por 22º, muito altos a este ao início destas noites - para a direita de Cassiopeia e mais perto para a secção inferior de Cassiopeia, respetivamente.
DIA 27/11: 331.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1701 nascia Anders Celsius, astrónomo, físico e matemático sueco.
Fundou o Observatório Astronómico de Uppsala em 1741, e em 1742 propôs a escala de temperatura que tem o seu nome.
Em 1871 nascia Giovanni Giorgi, engenheiro eléctrico italiano que inventou o sistema de medição Giorgi, o percursor do SI (Sistema Internacional).
Em 1971, a sonda soviética Mars-2, apesar do seu falhanço, torna-se no primeiro objeto feito pelo Homem a atingir Marte.
Em 2001 é descoberta, pelo Hubble, uma atmosfera de hidrogénio e sódio no exoplaneta HD 209458 (Osiris), a primeira atmosfera detetada num planeta extrasolar. HOJE, NO COSMOS:
A Lua, praticamente em Quarto Crescente, encontra-se na região central de Aquário, com Saturno dois punhos à distância do braço esticado para cima e para a esquerda.
Também dois punhos à distância do braço esticado, mas para baixo e para a esquerda do nosso satélite natural, está a estrela Fomalhaut, de brilho idêntico ao de Saturno. E um punho à distância do braço esticado para baixo e para a direita da Lua está a estrela de terceira magnitude Delta Capricorni.
Theia e o planeta Terra eram vizinhos
Impressão artística da colisão entre a Terra primitiva e Theia. Dado que Theia teve origem no Sistema Solar interior, nesta perspetiva o Sol pode ser visto em segundo plano.
Crédito: Instituto Max Planck para a Investigação do Sistema Solar/Mark A. Garlick
Há cerca de 4,5 mil milhões de anos teve lugar o acontecimento mais marcante da história do nosso planeta: um enorme corpo celeste chamado Theia colidiu com a jovem Terra. O modo como a colisão se desenrolou e o que aconteceu exatamente depois ainda não foi determinado de forma conclusiva. O que é certo, no entanto, é que o tamanho, a composição e a órbita da Terra mudaram como resultado - e que o impacto marcou o nascimento da nossa companheira constante no espaço, a Lua.
Que tipo de corpo foi este que alterou tão dramaticamente o curso do desenvolvimento do nosso planeta? Qual era a dimensão de Theia? De que é que era feito? E de que parte do Sistema Solar se precipitou em direção à Terra? É difícil encontrar respostas para estas perguntas. Afinal de contas, Theia foi completamente destruído na colisão. No entanto, ainda hoje se podem encontrar vestígios dele, por exemplo, nas atuais composições da Terra e da Lua. Num estudo recente, publicado no passado dia 20 de novembro de 2025 na revista Science, investigadores do Instituto Max Planck para a Investigação do Sistema Solar e da Universidade de Chicago utilizam esta informação para deduzir a possível "lista de ingredientes" de Theia - e, consequentemente, o seu local de origem.
As proporções em que certos isótopos metálicos estão presentes num corpo são particularmente reveladoras. Os isótopos são variantes do mesmo elemento que diferem apenas no número de neutrões no seu núcleo atómico - e, portanto, no seu peso. Mesmo na nuvem molecular a partir da qual o nosso Sol e o disco protoplanetário se formaram, os isótopos destes elementos não estavam aparentemente distribuídos de forma homogénea. Pelo contrário - até mesmo nessa altura, dependendo da distância ao centro, deve ter havido diferenças nas proporções dos isótopos. Assim, os corpos planetários que ainda estavam a crescer foram formados a partir de material de construção com diferentes composições isotópicas, dependendo se o material se aglomerava perto ou longe do Sol. A informação sobre a origem dos seus blocos de construção originais é assim armazenada na composição isotópica de um corpo planetário.
Procura de vestígios de Theia na Terra e na Lua
No estudo atual, a equipa de investigação determinou a proporção de diferentes isótopos de ferro nas rochas da Terra e da Lua com uma precisão sem precedentes. Para o efeito, examinaram 15 rochas terrestres e seis amostras lunares que os astronautas das missões Apollo trouxeram para a Terra. O resultado não é surpreendente: como as medições anteriores dos rácios isotópicos do crómio, cálcio, titânio e zircónio já tinham demonstrado, a Terra e a Lua são indistinguíveis neste aspeto.
No entanto, a grande semelhança não permite quaisquer conclusões diretas sobre Theia. Há simplesmente demasiados cenários possíveis de colisão. Embora a maioria dos modelos assuma que a Lua se formou quase exclusivamente a partir de material de Theia, também é possível que seja constituída principalmente por material do manto terrestre primitivo ou que as rochas da Terra e de Theia se tenham misturado inseparavelmente.
Engenharia inversa de um planeta
Para saber mais sobre Theia, os investigadores aplicaram uma espécie de engenharia inversa para planetas. Para tal, não utilizam modelos informáticos complexos que simulam vários cenários de impacto envolvendo Theia, mas concentram-se nas misturas de isótopos nas rochas terrestres e lunares. Com base nos rácios de isótopos correspondentes nas atuais rochas terrestres e lunares, a equipa analisou quais as composições e tamanhos de Theia e qual a composição da Terra primitiva que poderia ter levado a este estado final. Nas suas investigações, os cientistas olharam não só para os isótopos de ferro, mas também para os de crómio, molibdénio e zircónio. Os diferentes elementos dão acesso a diferentes fases da formação planetária.
Graças a Theia
Mas como podemos saber que material já lá estava e qual foi trazido para o sistema Terra-Lua por Theia? Muito antes do encontro devastador com Theia, teve lugar, no interior da Terra primitiva, uma espécie de processo de seleção. Com a formação do núcleo de ferro, alguns elementos, como o ferro e o molibdénio, acumularam-se aí; depois disso, estavam praticamente ausentes do manto rochoso. O ferro que se encontra atualmente no manto terrestre só pode, portanto, ter "chegado" após a formação do núcleo - por exemplo, a bordo de Theia.
O metal omnipresente, a partir do qual os humanos fizeram ferramentas, navios e pontes, pode, portanto, ser atribuído principalmente a Theia. Outro elemento é o zircónio, que é muito resistente e quase não sofre alterações. Está no manto desde que a Terra existe e não se afundou no núcleo. O zircónio documenta, assim, não apenas uma janela de tempo, mas toda a história da formação do nosso planeta. Os investigadores usam estes diferentes suportes de informação para definir de que material e mistura de materiais Theia deve ter sido constituído e, finalmente, de que parte do disco de gás e poeira primitivo este material teve origem antes de formar Theia.
Meteoritos como referência
De acordo com os resultados da investigação, os rácios isotópicos do material de Theia diferem significativamente dos da Terra. Por conseguinte, não são "deste mundo" e podem ainda atualmente ser identificados como tal na mistura de material da Terra. No entanto, os cálculos matemáticos revelam vários cenários e composições da Terra e de Theia antes da sua colisão. No entanto, alguns destes cenários são implausíveis, pois são incompatíveis com o conhecimento sobre a formação planetária inicial que também foi obtido através da análise de meteoritos.
Os meteoritos que podem ser analisados após o impacto com a Terra são tão antigos como o Sistema Solar. Permitem conhecer a época em que os planetas e outros corpos se formaram. Servem, portanto, como material de referência para o material de construção que estava disponível durante a formação da Terra primitiva e de Theia. Estão divididos em diferentes classes com base nos seus rácios isotópicos: alguns meteoritos são originários da região interior do disco de formação dos planetas, enquanto outros são originários da região exterior. Os rácios de isótopos do manto terrestre são os que mais se assemelham aos dos meteoritos do Sistema Solar interior. Os isótopos que a equipa atribui a Theia, neste estudo, têm proporções que eram anteriormente desconhecidas e não correspondem aos blocos de construção da Terra. Ao compará-los com classes de meteoritos, os investigadores concluem que Theia deve ter tido origem na parte interior do Sistema Solar primitivo, mais perto do Sol do que a órbita atual da Terra.
Telescópio Espacial Roman pode obter novas "ondas" de informação sobre estrelas da Via Láctea
Esta figura mostra o Sol e várias estrelas gigantes vermelhas de diferentes raios. O futuro Telescópio Espacial Nancy Grace Roman da NASA será adequado para estudar estrelas gigantes vermelhas através de um método conhecido como asterossismologia. Esta abordagem implica o estudo das alterações no brilho global das estrelas, que é causado pelos seus interiores turbulentos que criam ondas e oscilações. Com as deteções asterossísmicas, os astrónomos podem aprender mais sobre a idade, massa e tamanho das estrelas. Os cientistas estimam que o Roman será capaz de detetar um total de 300.000 estrelas gigantes vermelhas com este método. Esta seria a maior amostra do género alguma vez recolhida.
Crédito: NASA, STScI, Ralf Crawford (STScI)
Uma equipa de investigadores confirmou que as estrelas "soam" claramente numa tonalidade que se harmonizará muito bem com os objetivos científicos e com as capacidades do próximo Telescópio Espacial Nancy Grace Roman da NASA.
A natureza turbulenta das estrelas produz ondas que causam flutuações no seu brilho global. Ao estudar estas alterações - um método chamado asterossismologia - os cientistas podem obter informações sobre a idade, massa e tamanho das estrelas. Estas mudanças de brilho eram percetíveis ao telescópio espacial Kepler da NASA, que forneceu dados asterossísmicos de aproximadamente 16.000 estrelas antes da sua reforma em 2018.
Usando os dados do Kepler como ponto de partida e adaptando o conjunto de dados para corresponder à qualidade esperada do Roman, os astrónomos provaram recentemente a viabilidade da asterossismologia com o telescópio que será lançado em breve e forneceram uma estimativa do número de estrelas detetáveis. É um bónus adicional para os principais objetivos científicos do Roman: à medida que o telescópio realiza observações para o seu levantamento GBTDS (Galactic Bulge Time-Domain Survey) - um estudo central da comunidade que reunirá dados sobre centenas de milhões de estrelas no bojo da nossa Galáxia, a Via Láctea - fornecerá também informação suficiente para os astrónomos determinarem medições estelares através da asterossismologia.
"A asterossismologia com o Roman é possível porque não precisamos de pedir ao telescópio para fazer nada que não estivesse já planeado fazer", disse Marc Pinsonneault da Universidade do Estado do Ohio em Columbus, EUA, coautor de um artigo científico que detalha a investigação. "A robustez da missão Roman é notável: foi concebida em parte para fazer avançar a ciência dos exoplanetas, mas também vamos obter dados muito ricos para outras áreas científicas que vão para além do seu foco principal".
Explorar o que é possível
O bojo galáctico está densamente povoado por estrelas do ramo das gigantes vermelhas e do agrupamento vermelho, que são mais evoluídas e mais inchadas do que as estrelas de sequência principal (as estrelas de sequência principal estão num estágio de vida semelhante ao do Sol). A sua elevada luminosidade e a sua frequência de oscilação, que varia entre horas e dias, trabalham a favor do Roman. Como parte do seu levantamento GBTDS, o telescópio vai observar o bojo galáctico da Via Láctea de 12 em 12 minutos ao longo de seis períodos de 70,5 dias, uma cadência que o torna particularmente adequado para a asterossismologia das estrelas gigantes vermelhas.
Embora investigações anteriores tenham explorado o potencial da asterossismologia com o Roman, a equipa fez uma análise mais detalhada, considerando as capacidades do Roman e o design da missão. A sua investigação consistiu em dois grandes esforços:
Primeiro, os membros da equipa analisaram os dados asterossísmicos do Kepler e aplicaram parâmetros para que o conjunto de dados correspondesse à qualidade esperada dos dados do Roman. Isto incluiu o aumento da frequência de observação e o ajuste da gama de comprimentos de onda da luz. A equipa calculou as probabilidades de deteção, que confirmaram com um sonoro "sim" que o Roman será capaz de detetar as oscilações das gigantes vermelhas.
A equipa aplicou então as suas probabilidades de deteção a um modelo da Via Láctea e considerou os campos de visão sugeridos para o estudo do bojo galáctico, para ter uma ideia do número de gigantes vermelhas e de estrelas do agrupamento vermelho que poderiam ser investigadas com asterossismologia.
"Na altura do nosso estudo, o levantamento central não estava totalmente definido, pelo que explorámos alguns modelos e simulações diferentes. A nossa estimativa do limite inferior era de 290.000 objetos no total, com 185.000 estrelas no bojo", disse Trevor Weiss da Universidade do Estado da Califórnia, em Long Beach, coautor do primeiro artigo científico. "Agora que sabemos que o levantamento terá uma cadência de 12 minutos, verificamos que isso reforça os nossos números para mais de 300.000 deteções asterossísmicas no total. Seria a maior amostra asterossísmica alguma vez recolhida".
Reforçando a ciência para todos
Os benefícios da asterossismologia com o Roman são vários, incluindo a ligação à ciência dos exoplanetas, um dos principais objetivos da missão e do estudo do bojo galáctico. O Roman irá detetar exoplanetas, ou planetas para lá do nosso Sistema Solar, através de um método chamado microlente, em que a gravidade de uma estrela em primeiro plano amplia a luz de uma estrela em segundo plano. A presença de um exoplaneta pode causar um "blip" percetível na mudança de brilho resultante.
"Com os dados asterossísmicos, conseguiremos obter muita informação sobre as estrelas hospedeiras dos exoplanetas, o que nos dará uma grande visão dos próprios exoplanetas", disse Weiss.
"Será difícil inferir diretamente as idades e as abundâncias de elementos pesados, como o ferro, das estrelas hospedeiras dos exoplanetas detetados pelo Roman", disse Pinsonneault. "Saber estas coisas - idade e composição - pode ser importante para compreender os exoplanetas. O nosso trabalho irá estabelecer as propriedades estatísticas de toda a população - quais são as abundâncias e idades típicas - para que os cientistas exoplanetários possam contextualizar as medições do Roman".
Além disso, para os astrónomos que procuram compreender a história da Via Láctea, a asterossismologia pode revelar informações sobre a sua formação.
"Na verdade, não sabemos muito sobre o bojo da nossa Galáxia, uma vez que só o podemos ver na luz infravermelha devido a toda a poeira que o envolve", disse Pinsonneault. "Poderão existir populações ou padrões químicos surpreendentes. E se houver lá estrelas jovens enterradas? O Roman abrirá uma janela completamente diferente para as populações estelares no centro da Via Láctea. Estou preparado para ser surpreendido".
Uma vez que o Roman vai observar o bojo galáctico logo após o lançamento, a equipa está a trabalhar para construir um catálogo antecipadamente e para fornecer uma lista de estrelas observáveis que possa ajudar nos esforços de validação do desempenho inicial do telescópio.
"Para além de toda a ciência, é importante lembrar a quantidade de pessoas que são necessárias para pôr estas coisas a funcionar e a quantidade de pessoas diferentes que trabalham no Roman", disse o coautor Noah Downing da Universidade do Estado do Ohio. "É realmente emocionante ver todas as oportunidades que o Roman está a abrir para as pessoas antes mesmo do seu lançamento e depois pensar em quantas mais oportunidades existirão quando estiver no espaço e a recolher dados, o que não está muito longe". O lançamento do Roman está previsto para maio de 2027, o mais tardar, estando a equipa a trabalhar no sentido de um potencial lançamento antecipado, já no outono de 2026.
Europa Clipper captura Úrano com o seu rastreador estelar (via NASA)
A Europa Clipper da NASA captou esta imagem de um campo estelar - e do planeta Úrano - no dia 5 de novembro de 2025, enquanto fazia experiências com uma das suas duas unidades de referência estelar. Estas câmaras de rastreamento de estrelas são utilizadas para manter a orientação da nave espacial. Dentro do campo de visão da câmara - que representa 0,1% do céu completo à volta da nave espacial - Úrano é visível como um ponto maior perto do lado esquerdo da imagem. Ler fonte
Álbum de fotografias 3I/ATLAS a Partir do Planeta Terra
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Rolando Ligustri
Agora de saída, após o periélio ou maior aproximação ao Sol a 29 de outubro, o Cometa 3I/ATLAS é apenas o terceiro objeto interestelar conhecido a passar pelo nosso Sistema Solar. A sua cabeleira esverdeada e as suas fracas caudas podem ser vistas, nesta imagem obtida a partir do planeta Terra, contra um fundo de estrelas na direção da constelação de Virgem, imagem esta registada com um pequeno telescópio no dia 14 de novembro. Mas este intruso interestelar é objeto de uma campanha de observação em curso, sem precedentes, em todo o Sistema Solar, envolvendo naves espaciais e telescópios espaciais desde órbita da Terra até à superfície de Marte e mais além. E embora o cometa de outro sistema estelar tenha recentemente ficado mais brilhante, continuará a ser necessário um telescópio se quiser ver 3I/ATLAS a partir do planeta Terra. Está agora acima do horizonte nos céus matinais de novembro e fará a sua maior aproximação à Terra, a uns confortáveis 270 milhões de quilómetros de distância, por volta de 19 de dezembro.
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