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Edição n.º 1087
08/08 a 11/08/2014
 
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EFEMÉRIDES

Dia 08/08: 220.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1576, é colocada a pedra angular do observatório Uraniborg de Tycho Brahe, em Ven, Dinamarca.

Em 1989 era lançado o STS-28. A quarta missão secreta do Departamento de Defesa americano. Tempo de duração: 5 dias, 1 hora, 0 minutos e 8 segundos. 
Observações: Conjunção superior de Mercúrio, pelas 17:27.
Ao cair da noite, olhe para Nordeste em busca da constelação de Cassiopeia. Não está ainda tão alta quanto a Ursa Maior a Noroeste, mas as duas estão a ficar balançadas à mesma altura no céu com o passar das semanas. Veja uma antevisão pelas 23 horas.

Dia 09/08: 221.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1973 era lançada a sonda soviética Mars 7. A 6 de Março de 1974 o orbiter/lander falha a entrada na órbita de Marte. A órbita torna-se assim solar. 

Observações: Saturno na quadratura Este, pelas 15:56.
Se se encontra a latitudes médias Norte, a brilhante estrela Vega passa muito perto do zénite pelas 23 horas. Independentemente da localização do observador, Deneb passa sempre perto do zénite cerca de duas horas depois de Vega.

Dia 10/08: 222.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1945, morria Robert Goddard, um homem de visão que propôs que se enviasse foguetões à Lua já nos anos 20.

Em 1966 era lançado o Lunar Orbiter 1, missão de estudo para a série Apollo
Em 1990, a sonda Magalhães chega a Vénus
Em 1999 os Sistemas de Ciência Espacial Malin anunciam a confirmação que descreve o nosso vizinho Marte como um local de mudanças meteorológicas e geológicas ao longo do tempo. Um planeta activo é mais provável de conter vida.
Em 2000, uma equipa liderada por astrónomos da Universidade de Columbia descobrem o mais jovem pulsar, nascido de uma explosão há cerca de 700 anos atrás. Situado no lado oposto da Via Láctea, possui características invulgares que podem forçar os cientistas a reconsiderar como os pulsares são criados e evoluem.
Em 2003, Yuri Malencheko torna-se na primeira pessoa a casar no espaço.
Observações: Lua Cheia, pelas 19:09. É a maior Lua Cheia do ano.

Dia 11/08: 223.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1999 teve lugar o último eclipse solar total do século XX.

Observações: Olhe para Oeste após o anoitecer esta semana em busca da brilhante estrela Arcturo, a cerca de metade da distância entre o horizonte e o zénite. Vire para a direita e olhe para Noroeste à mesma altura para encontrar a Ursa Maior. As duas estrelas da parte da frente da "frigideira" apontam para a Estrela Polar. E ainda mais para Nordeste, encontra-se Cassiopeia, quase à mesma altura que a Ursa.

 
CURIOSIDADES


O nome da sonda Rosetta deriva da famosa Pedra de Roseta que levou à decifração dos hieroglifos egípcios há quase 200 anos atrás. O "lander" Philae tem o nome da ilha no rio Nilo no qual foi descoberto um obelisco que tinha uma inscrição bilingue, que permitiu com que a decifração dos hieroglifos da Pedra da Roseta fosse refinada.

 
A NAVE ROSETTA CHEGA AO SEU COMETA DE DESTINO
Imagem do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko pela câmara OSIRIS da Rosetta, obtida a 3 de Agosto a partir de uma distância de 285 km.
Crédito: ESA/Rosetta/MPS para a Equipa OSIRIS MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Depois de uma viagem de dez anos, rumo ao seu destino, a nave Rosetta da ESA tornou-se anteontem na primeira nave a fazer um "rendez-vous" com um cometa, abrindo um novo capítulo na exploração do Sistema Solar.

O cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko e a Rosetta estão agora a 405 milhões de quilómetros da Terra, cerca de meio caminho entre a órbita de Júpiter e Marte, avançando em direcção ao interior do Sistema Solar, a quase 55.000 quilómetros por hora.

O cometa está numa órbita de 6,5 anos, cujo ponto mais distante está para lá de Júpiter e o mais próximo do Sol está entre as órbitas de Marte e a Terra. A Rosetta irá acompanhá-lo durante mais de um ano enquanto o cometa anda à volta do Sol e se afasta em direcção a Júpiter novamente.

Os cometas são considerados os blocos primitivos da construção do Sistema Solar e podem ter ajudado a "semear" a água na Terra e talvez até os ingredientes da vida. Mas há muitas questões fundamentais em torno destes enigmáticos objectos que permanecem sem explicação, e através de um rigoroso estudo "in situ" do cometa, a Rosetta poderá revelar alguns destes segredos.

Imagem do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko pela câmara OSIRIS da Rosetta, obtida a 3 de Agosto a partir de uma distância de 285 km.
Crédito: ESA/Rosetta/MPS para a Equipa OSIRIS MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A viagem para o cometa não foi directa. Desde o seu lançamento em 2004, a Rosetta fez três passagens pela Terra e uma por Marte para ajudar na sua viagem rumo ao cometa. Durante esta viagem complexa, a Rosetta passou ainda pelo asteróide Steins e pelo Lutetia, recolhendo dados científicos e imagens únicas destes dois objectos.

"Ao fim de dez anos, cinco meses e quatro dias em viagem rumo ao destino, às voltas em torno do Sol e acumulando 6,4 mil milhões de quilómetros, estamos encantados por poder anunciar finalmente que 'estamos aqui,'" disse Jean-Jacques Dordain, Director-Geral da ESA.

"A nave Rosetta da ESA é agora a primeira nave na história a fazer um 'rendez-vous' com um cometa, um marco na exploração das nossas origens. As descobertas podem agora começar."

No passado dia 6 assistimos à última de uma série de dez manobras de "rendez-vous" que tiveram início em Maio para afinar a velocidade e trajectória da Rosetta gradualmente, ajustando-a com a velocidade e trajectória do cometa. Se alguma destas manobras tivesse falhado, a missão falharia e a nave teria passado pelo cometa.

"A conquista de hoje é o resultado de um enorme esforço internacional, ao longo de décadas," disse Alvaro Giménez, Diretor de Ciência e Exploração Robótica da ESA.

"Percorremos um longo caminho desde as primeiras discussões sobre a missão, nos finais dos anos 70 do século passado e a sua aprovação em 1993. Agora estamos preparados para abrir uma arca do tesouro de descobertas científicas que está destinada a reescrever os livros de texto sobre os cometas pelas próximas décadas."

Actividade no Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko a 2 de Agosto de 2014. A imagem foi capturada pela câmara OSIRIS da Rosetta a uma distância de 550 km. O tempo de exposição foi 330 segundos e o núcleo de cometa está saturado para realçar o detalhe da actividade do cometa. Note que existe uma imagem "fantasma" à direita.
Crédito: ESA/Rosetta/MPS para a Equipa OSIRIS MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA
(clique na imagem para ver versão maior)
 

O cometa começou a revelar a sua personalidade enquanto a Rosetta fazia a aproximação. Imagens captadas pela câmara OSIRIS entre o final de Abril e o início de Junho mostraram que a sua actividade era variável. A "cabeleira" do cometa - uma cobertura de gás e poeira - tornou-se rapidamente mais brilhante para depois morrer ao longo daquelas seis semanas.

No mesmo período, as primeiras medições feitas pelo instrumento de microondas para o orbitador Rosetta, MIRO, sugeriram que o cometa estava a emitir vapor de água para o espaço a uma taxa de cerca de 300 mililitros por segundo.

Entretanto, o instrumento VIRTIS (Infrared Thermal Imaging Spectrometer) mediu a temperatura média do cometa, cerca de -70ºC, o que indica que a sua superfície é predominantemente escura e poeirenta em vez de limpa e gelada.

Depois, imagens deslumbrantes tiradas a uma distância de cerca de 12 mil quilómetros começaram a revelar que o núcleo é composto por dois segmentos distintos, unidos por um "pescoço", dando-lhe a aparência de um pato. As imagens seguintes mostraram cada vez mais pormenores - a imagem de alta resolução mais recente foi descarregada da nave no dia da chegada.

"A primeira visão clara do cometa deu-nos muito que pensar," diz Matt Taylor, cientista de projecto da ESA para a Rosetta.

"Será esta uma estrutura em duplo lóbulo, que resultou da junção ao longo da história do Sistema Solar de dois cometas separados, ou estamos perante um cometa que se foi erodindo de forma drástica e assimétrica ao longo do tempo? A Rosetta está na melhor posição para estudar estes objectos únicos e responder-nos a estas perguntas."

Esta animação contém 101 imagens obtidas pela câmara de navegação a bordo da sonda Rosetta da ESA, aquando da aproximação ao Cometa 67P/C-G em Agosto de 2014. A primeira imagem foi capturada a 1 de Agosto às 11:07 UTC a uma distância de 832 km. A última foi capturada a 6 de Agosto às 06:07 UTC a uma distância de 110 km.
Crédito: ESA/Rosetta/Navcam
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A Rosetta está a apenas 100 km da superfície do cometa, mas irá aproximar-se mais ainda. Ao longo das próximas seis semanas, irá descrever duas trajectórias triangulares em frente ao cometa, primeiro a uma distância de 100 km e depois a 50 km.

Paralelamente, o conjunto de instrumentos irá fornecer um estudo científico detalhado do cometa, examinando a superfície à procura de um local de aterragem para o "lander" Philae.

A Rosetta poderá mesmo chegar aos 30 quilómetros de distância, descrevendo uma órbita quase circular e, dependendo da actividade do cometa, chegar ainda mais próximo.

"A chegada ao cometa é apenas o princípio de uma aventura ainda maior. Grandes desafios surgirão à medida que aprendemos a trabalhar neste ambiente desconhecido, iniciamos a órbita e, eventualmente, aterramos," diz Sylvain Lodiot, director de operações da Rosetta para a ESA.

No final de Agosto, já terão sido identificados cinco possíveis locais de aterragem, e o local principal será escolhido em meados de Setembro. A cronologia para a sequência de eventos de instalação do Philae - prevista para 11 de novembro - será confirmada em meados de Outubro.

"Ao longo dos próximos meses, além da caracterização do núcleo do cometa e definição do resto da missão, serão ainda iniciadas as preparações finais para outra estreia na história: a aterragem num cometa," diz Matt.

"Depois da aterragem, a Rosetta irá continuar a acompanhar o cometa até à sua aproximação máxima ao Sol, em Agosto de 2015. Para além disso, irá observar o seu comportamento de perto, fornecendo-nos uma perspectiva única e uma experiência em tempo real sobre a forma como um cometa funciona, à medida que se desloca à volta do Sol.

Links:

Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
05/08/2014 - Sonda Rosetta chega a cometa esta semana
01/04/2014 - Philae está acordado!
17/01/2014 - O despertador mais importante do Sistema Solar
13/07/2010 - Rosetta triunfa no asteróide Lutetia
13/11/2009 - Será que o "flyby" da Rosetta indica uma nova física exótica? 
06/11/2009 - Rosetta faz último "flyby" pela Terra a 13 de Novembro 
06/09/2008 - Rosetta passa por Steins: um diamante no céu 
03/09/2008 - Contagem decrescente para "flyby" por asteróide 
28/02/2007 - A semana dos "flybys" 
01/06/2004 - Primeira observação científica da Rosetta 
12/03/2004 - Escolhidos os dois asteróides para aproximação da Rosetta 
09/03/2004 - Sonda Rosetta finalmente lançada

Notícias relacionadas:
ESA (comunicado de imprensa)
NASA (comunicado de imprensa)
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Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko:
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ESA

Sonda Rosetta:
ESA
Blog da Rosetta - ESA
NASA
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Como a Rosetta vai orbitar o cometa (YouTube - New Scientist)
Wikipedia

 
HUBBLE ENCONTRA SISTEMA ESTELAR DE SUPERNOVA LIGADA A POTENCIAL "ESTRELA ZOMBIE"
As duas imagens de inserção mostram o antes-e-depois, capturado pelo Telescópio Espacial Hubble, da supernova 2012Z na galáxia espiral NGC 1309. O X branco no topo da imagem principal marca a localização da supernova na galáxia.
Crédito: NASA, ESA
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Com o Telescópio Hubble da NASA, uma equipa de astrónomos avistou um sistema estelar que pode ter deixado para trás uma "estrela zombie" depois de uma explosão de supernova invulgarmente fraca.

Uma supernova normalmente oblitera a anã branca. Nesta ocasião, os cientistas acreditam que esta supernova fraca pode ter deixado para trás uma parte sobrevivente da anã - uma espécie de estrela zombie.

Enquanto examinavam imagens do Hubble capturadas anos antes da explosão estelar, os astrónomos identificaram uma estrela azul companheira que fornecia energia à anã branca, um processo que deu início a uma reacção nuclear e libertou esta explosão fraca de supernova. A supernova é do Tipo Iax, menos comum que o seu primo mais brilhante, o Tipo Ia. Os astrónomos identificaram mais de 30 destas mini-supernovas que podem deixar para trás uma anã branca sobrevivente.

"Os astrónomos há décadas que procuram sistemas estelares que produzem supernovas do Tipo Ia," afirma o cientista Saurabh Jha da Universidade Rutgers em Piscataway, no estado americano da New Jersey. "As supernovas do Tipo Ia são importantes porque são usadas para medir grandes distâncias cósmicas e a expansão do Universo. Mas temos muito poucas restrições sobre a forma como as anãs brancas explodem. As semelhanças entre as supernovas do Tipo Iax e as supernovas normais do Tipo Ia fazem com que a compreensão das progenitoras do Tipo Iax seja importante, especialmente porque nenhuma progenitora do Tipo Ia foi conclusivamente identificada. Esta descoberta mostra-nos uma maneira de obtermos uma explosão de uma anã branca."

Os resultados da equipa foram publicados ontem na revista Nature.

A supernova fraca, apelidada SN 2012Z, reside na galáxia NGC 1309 a 110 milhões de anos-luz de distância. Foi descoberta em Janeiro de 2012 pelo programa de pesquisa de supernovas do Observatório Lick. Felizmente, a câmara ACS (Advanced Camera for Surveys) do Hubble também observou NGC 1309 durante vários anos antes da explosão de supernova, o que permitiu aos cientistas compararem imagens "antes e depois".

Curtis McCully, estudante de graduação da Universidade Rutgers e o autor principal do artigo da equipa, melhorou as imagens da pré-explosão do Hubble e notou um objecto peculiar perto da localização da supernova.

"Fiquei muito surpreso ao ver qualquer coisa no local da supernova. Esperávamos que o sistema progenitor fosse demasiado ténue, como em pesquisas anteriores de progenitoras de supernovas normais do Tipo Ia. Quando a natureza nos surpreende, é emocionante," afirma McCully.

Depois de estudar as cores do objecto e comparando-o com simulações de possíveis sistemas progenitores do Tipo Iax, a equipa concluiu que estavam observando a luz de uma estrela que tinha perdido a sua camada exterior de hidrogénio, revelando o seu núcleo de hélio.

A equipa planeia usar o Hubble novamente em 2015 para observar a área, dando tempo para a luz da supernova tornar-se fraca o suficiente para revelar uma possível estrela zombie e a companheira de hélio a fim de confirmar a sua hipótese.

"Em 2009, quando estávamos apenas começando a entender esta classe, antecipámos que estas supernovas eram produzidas por um sistema binário composto por uma anã branca e uma estrela de hélio," afirma Ryan Foley, membro da equipa e da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, que ajudou a identificar as supernovas do Tipo Iax como uma nova classe. "Ainda existe um pouco de incerteza neste estudo, mas é essencialmente a validação da nossa asserção."

Outra explicação possível para a natureza invulgar de SN 2012Z é que decorria um "jogo de balancé" entre as estrelas do par. A estrela mais massiva evoluiu mais rapidamente para crescer e despejar o seu hidrogénio e hélio na estrela mais pequena. A estrela em rápida evolução tornou-se numa anã branca. A estrela mais pequena ficou maior e engoliu a anã branca. As camadas exteriores desta estrela combinada foram expelidas, deixando para trás a anã branca e o núcleo de hélio da estrela companheira. A anã branca desviou matéria da estrela companheira até que se tornou instável e explodiu como uma mini-supernova, deixando para trás uma estrela zombie sobrevivente.

Os astrónomos já localizaram o rescaldo de uma outra explosão de supernova do Tipo Iax. As imagens da supernova 2008ha foram obtidas com o Hubble em Janeiro do ano passado, localizada a 69 milhões de anos-luz na galáxia UGC 12682, mais de quatro anos depois de ter explodido. As imagens mostram um objecto na área da supernova que pode ser a estrela zombie ou a companheira. Os achados serão publicados na revista The Astrophysical Journal.

"SN 2012Z é uma duas supernovas mais poderosas do Tipo Iax e SN 2008ha é uma das mais fracas da classe, o que mostra que os sistemas do Tipo Iax são muito diversos," explica Foley, autor principal do artigo sobre SN 2008ha. "E talvez essa diversidade esteja relacionada com a forma com que cada uma das estrelas explode. Tendo em conta que estas supernovas não destroem completamente a anã branca, supomos que algumas destas explosões libertem pouco material e outras libertem muito material."

Os astrónomos esperam que os seus novos achados estimulem o desenvolvimento de melhores modelos para estas explosões de anãs brancas e para uma compreensão mais completa da relação entre as supernovas do Tipo Iax, as supernovas normais do Tipo Ia e os seus sistemas estelares correspondentes.

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Artigo científico - Curtis McCully et al. (formato PDF)
Artigo científico - Ryan J. Foley et al. (formato PDF)
Nature (requer subscrição)
Universe Today
SPACE.com
Sky & Telescope
PHYSORG
(e) Science News

Supernovas:
Wikipedia 
Tipo Ia (Wikipedia)
Tipo Iax (Wikipedia)
NASA

NGC 1309:
Wikipedia
SN 2012Z (Wikipedia)

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
STScI
SpaceTelescope.org
Base de dados do Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais

 
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  Segundo aniversário do Curiosity (via NASA)
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ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - M31: A Galáxia de Andrómeda
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Jacob Bers (Bersonic)
 
Andrómeda é a maior galáxia mais próxima da nossa Via Láctea. Pensa-se que a nossa Galáxia é muito parecida com Andrómeda. Em conjunto, estas duas galáxias dominam o Grupo Local de Galáxias. A luz difusa de Andrómeda é provocada pelas centenas de milhares de milhões de estrelas que a compõem. As várias estrelas distintas que rodeiam a imagem de Andrómeda não na realidade estrelas da nossa Via Láctea, em frente do objecto de fundo. Andrómeda é frequentemente referida como M31, uma vez que é o 31.º objecto da lista de objectos difusos de Messier. M31 está tão distante que a sua luz demora cerca de 2 milhões de anos até cá chegar. Embora visível a olho nu, esta imagem de M31 foi capturada com uma câmara normal através de um pequeno telescópio. Muito sobre M31 permanece desconhecido, incluindo como adquiriu o seu invulgar núcleo duplo.
 

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