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Edição n.º 1557
08/02 a 11/02/2019
 
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EFEMÉRIDES

Dia 08/02: 39.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1969, o meteorito Allende cai perto de Pueblito de Allende, Chihuahua, México.

Em 1974, após 84 dias no espaço, a última tripulação da primeira estação espacial americana, a Skylab, regressa à Terra.
Em 1992, a sonda espacial Ulysses usa a gravidade de Júpiter para poder explorar os pólos do Sol.
Observações: Depois do anoitecer, olhe para este, mas não muito alto, em busca da cintilante Régulo. Para cima e para a esquerda está a Foice de Leão, um ponto de interrogação ao contrário. "Leão anuncia a primavera", diz o ditado. Na realidade, o aparecimento da constelação de Leão anuncia a segunda metade da fria estação de inverno. Na primavera, Leão já está bem alto.

Dia 09/02: 40.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1913, é visível ao longo da costa este do continente americano um grupo de meteoros, levando os astrónomos a concluir que a fonte foi um satélite natural da Terra, pequeno e de curta vida.
Em 1971, o módulo lunar da missão Apollo 14 volta à Terra após ter colocado homens na Lua pela 3ª vez.
Em 1975, a Soyuz 17 regressa à Terra.
Em 1986 regressava o cometa Halley.

Em 1995, os astronautas do vaivém espacial, na missão STS-63Bernard A. Harris, Jr. e Michael Foale tornam-se no primeiro africano-americano e primeiro inglês, respetivamente, a fazer passeios espaciais.
Observações: A Lua está a cerca de um punho à distância do braço esticado para baixo de Marte, de baixo brilho devido à sua distância desde que proporcionou um grande espetáculo no verão passado.

Dia 10/02: 41.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1974, "flyby" da Mars 4 por Marte. Falha a inserção orbital.
Em 2009, os satélites de comunicação Iridium 33 e Kosmos-2251 colidem em órbita, resultando na destruição de ambos.

Observações: O planeta Marte encontra-se esta noite para a direita da Lua Crescente, a oeste-sudoeste à hora de jantar.

Dia 11/02: 42.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1970, lançamento do Lambda 4S-5, o primeiro satélite japonês.
Em 1997, o vaivém espacial Discovery é lançado numa missão com o objetivo de reparar o Hubble.

Em 1999, Plutão torna-se novamente mais distante que Neptuno e, consequentemente, no planeta mais longínquo do Sistema Solar (classificação alterada para planeta anão em 2006). Só em abril de 2231 é que Plutão voltará a ficar mais perto do Sol que Neptuno.
Em 2000, lançamento da missão STS-99 do vaivém Endeavour
Observações: Sob os pés de Orionte, agora para a direita de Sirius, esconde-se a constelação de Lebre. Tal como Cão Maior, esta é uma constelação que, ao "ligar os pontos", se parece com a figura correspondente. É um pequeno coelho agachado, o seu nariz está para para baixo e para a direita, as suas pequenas orelhas estendem-se para cima na direção de Rigel (pé ocidental de Orionte) e o seu corpo está "amontoado" para a esquerda. As suas duas estrelas mais brilhantes, Alpha e Beta Leporis, de magnitude 2,6 e 2,8, respetivamente, formam a frente e a parte de trás do seu pescoço. Esta semana, ao cair da noite, estão diretamente para baixo de Rigel, a um punho à distânicia do braço esticado.

 
CURIOSIDADES

O rover ExoMars que vai procurar, em 2021, os blocos de construção da vida no Planeta Vermelho recebeu o seu nome oficial: Rosalind Franklin, uma cientista por trás da descoberta da estrutura do ADN.
 
SISMÓMETRO DO INSIGHT TEM AGORA UM ABRIGO ACONCHEGANTE EM MARTE
O "lander" InSight da NASA colocou o escudo no dia 2 de fevereiro (sol 66). O escudo cobre o sismómetro do InSight, implantado à superfície marciana no dia 19 de dezembro.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Ao longo das últimas semanas, o "lander" InSight da NASA tem vindo a fazer ajustes no sismómetro que colocou na superfície marciana no dia 19 de dezembro. Alcançou agora outro marco, colocando um escudo abobadado sobre o sismómetro para ajudar o instrumento a recolher dados precisos. O sismómetro dará aos cientistas a primeira visão do interior profundo do Planeta Vermelho, ajudando-os a entender como este e os outros planetas rochosos são formados.

O escudo ajuda a proteger o instrumento supersensível de ser sacudido pelo vento, o que pode adicionar "ruído" aos seus dados. A forma aerodinâmica da cúpula faz com que o vento a pressione na direção da superfície do planeta, garantindo que não tomba. A parte que toca o chão é uma "saia" feita de cota de malha e cobertores térmicos, permitindo que se acomode facilmente sobre qualquer pedra, embora existam poucas no local de aterragem do InSight.

Uma preocupação ainda maior para o sismómetro do InSight - de nome SEIS (Seismic Experiment for Interior Structure) - é a mudança de temperatura, que pode expandir e contrair molas de metal e outras partes dentro do sismómetro. No local de pouso do módulo InSight, as temperaturas flutuam cerca de 94º C ao longo de um dia marciano, ou sol.

"A temperatura é uma das nossas maiores preocupações," diz o investigador principal do InSight, Bruce Banerdt do JPL da NASA em Pasadena, no estado norte-americano da Califórnia. O JPL lidera a missão InSight e construiu o escudo. "Pense no escudo como algo que coloca por cima de um prato com comida. Impede o SEIS de aquecer demasiado durante o dia ou de arrefecer demasiado durante a noite. Em geral, queremos manter a temperatura o mais estável possível."

Na Terra, os sismómetros são frequentemente enterrados em "cofres" a 1,2 metros no subsolo, o que ajuda a manter a temperatura estável. O InSight não pode construir um "cofre" em Marte, de modo que a missão conta com várias medidas para proteger o seu sismómetro. O escudo é a primeira linha de defesa.

Uma segunda linha de defesa é o próprio SEIS, que foi especialmente projetado para corrigir oscilações de temperatura à superfície marciana. O sismómetro foi construído de tal modo que, à medida que algumas peças se expandem e contraem, outras o fazem na direção oposta para cancelar parcialmente esses efeitos. Adicionalmente, o instrumento é selado a vácuo numa esfera de titânio que isola o seu interior sensível e reduz a influência da temperatura.

Mas mesmo isso não é suficiente. A esfera encontra-se fechada dentro de outro recipiente isolante - uma caixa hexagonal cor de cobre que, visível durante a colocação do SEIS no solo. As paredes desta caixa têm células que prendem o ar e impedem que se mova. Marte fornece um excelente gás para este isolamento: a sua fina atmosfera é composta principalmente por dióxido de carbono, que a baixa pressão é especialmente lento a conduzir calor.

Com estas três barreiras isolantes, o SEIS está bem protegido contra o "ruído" térmico que se infiltra nos dados e mascara as ondas sísmicas que a equipa do InSight quer estudar. Finalmente, a maior parte da interferência adicional do ambiente marciano pode ser detetada pelos sensores meteorológicos do InSight, depois de filtrada pelos cientistas da missão.

Com o sismómetro no chão e coberto, a equipa do InSight está a preparar-se para a próxima etapa: a implantação da sonda de fluxo de calor, chamada HP3 (Heat Flow and Physical Properties Package), à superfície de Marte. Espera-se que tenha lugar na próxima semana.

Links:

Cobertura da missão InSight pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
21/12/2018 - InSight coloca primeiro instrumento no solo marciano
11/12/2018 - Lander InSight "ouve" ventos marcianos
27/11/2018 - "Lander" InSight aterra em Marte
23/11/2018 - InSight aterra em Marte no dia 26
20/11/2018 - Local de aterragem do InSight é perfeitamente "chato"
08/05/2018 - InSight a caminho de Marte
03/04/2018 - NASA pronta para estudar o coração de Marte
03/04/2018 - Sismos marcianos podem revolucionar ciência planetária
21/08/2012 - Nova missão da NASA vai estudar directamente e pela primeira vez o interior de Marte

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Astronomy
SPACE.com
COSMOS
Discover
Astronomy Now
PHYSORG
BBC News
Gizmodo

InSight:
NASA
NASA - 2
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Wikipedia

Marte:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

 
"LINHA DE NEVE" REVELA MOLÉCULAS ORGÂNICAS EM TORNO DE ESTRELA JOVEM

Recorrendo ao ALMA, os astrónomos detetaram várias moléculas orgânicas complexas em redor da jovem estrela V883 Ori. Uma explosão repentina da estrela está a libertar moléculas dos compostos gelados situados no disco de formação planetária. A composição química do disco é semelhante à dos cometas no Sistema Solar moderno. As observações sensíveis do ALMA permitiram com que os cientistas reconstruíssem a evolução de moléculas orgânicas desde o nascimento do Sistema Solar até aos objetos que vemos hoje.

A equipa de investigação, liderada por Jeong-Eun Lee (Universidade de Kyung Hee, Coreia), usou o ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) para detetar moléculas orgânicas complexas, incluindo metanol (CH3OH), acetona (CH3COCH3), acetaldeído (CH3CHO), formiato de metila (CH3OCHO) e acetonitrilo (CH3CN). Esta é a primeira vez que a acetona foi detetada sem ambiguidade numa região de formação planetária ou disco protoplanetário.

Imagem, a cores falsas, de V883 Ori obtida com o ALMA. A distribuição da poeira pode ser vista em tons laranja e a distribuição do metanol, uma molécula orgânica, tem tons azuis.
Crédito: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO), Lee et al.
(clique na imagem para ver versão maior)

 

Várias moléculas estão congeladas no gelo em torno de partículas de poeira de tamanho microscópico nos discos protoplanetários. O surto repentino de V883 Ori está a aquecer o disco e a sublimar o gelo, que liberta as moléculas sob a forma de gás. A região, num disco, onde a temperatura atinge o ponto de sublimação das moléculas, tem o nome "linha de neve". Os raios das linhas de neve têm algumas Unidades Astronómicas em torno de estrelas jovens normais, mas são ampliadas quase 10 vezes em torno de estrelas explosivas.

"É difícil fotografar um disco à escala de algumas UAs com os telescópios atuais," comentou Lee. "No entanto, em torno de uma estrela com comportamentos explosivos, o gelo derrete numa área mais ampla do disco e é mais fácil ver a distribuição das moléculas. Estamos interessados na distribuição das moléculas orgânicas complexas como blocos de construção da vida."

Impressão de artista do disco protoplanetário em torno da jovem estrela V883 Ori. A região mais exterior do disco é fria e as partículas de poeira estão cobertas de gelo. O ALMA detetou várias moléculas orgânicas complexas em torno da linha de neve da água no disco.
Crédito: NAOJ
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O gelo, incluindo moléculas orgânicas congeladas, pode estar intimamente relacionado com a origem da vida nos planetas. No nosso Sistema Solar, os cometas são o foco da atenção por causa dos seus ricos elementos gelados. Por exemplo, a lendária exploradora cometária, a sonda Rosetta da ESA, descobriu uma valiosa química orgânica em torno do Cometa Churyumov-Gerasimenko. Pensa-se que os cometas se tenham formado nas regiões mais frias e exteriores do proto-Sistema Solar, onde as moléculas estavam contidas no gelo. O estudo da composição química do gelo nos discos protoplanetários está diretamente relacionado com o estudo das moléculas orgânicas nos cometas e com a origem dos elementos básicos da vida.

Graças à visão detalhada do ALMA e à mais larga linha de neve provocada pelo surto estelar, os astrónomos obtiveram a distribuição espacial do metanol e do acetaldeído. A distribuição dessas moléculas tem uma estrutura semelhante a um anel com um raio de 60 UA, o equivalente ao dobro do tamanho da órbita de Neptuno. Os investigadores supõem que dentro deste anel as moléculas são invisíveis porque são obscurecidas por material espesso e empoeirado, e são invisíveis fora deste raio porque estão incorporadas no gelo.

Ilustração esquemática da composição dos discos protoplanetários no estado normal e durante a fase de surto. V883 Ori está a sofrer um surto do tipo FU Orionis e o aumento de temperatura no disco empurra a linha de neve para fora, fazendo com que várias moléculas contidas no gelo sejam libertadas sob a forma de gás.
Crédito: NAOJ
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"Dado que os planetas rochosos e gelados são feitos de material sólido, a composição química dos sólidos nos discos é de especial importância. Estes surtos explosivos são oportunidades únicas de investigar sublimados frescos e, portanto, a composição dos sólidos," explicou Yuri Aikawa da Universidade de Tóquio, membro da equipa de investigação.

V883 Ori é uma estrela jovem localizada a 1300 anos-luz da Terra. Esta estrela está a passar por uma fase explosiva do tipo FU Orionis, um aumento súbito de luminosidade devido a uma corrente de material que flui do disco para a estrela. Estes surtos duram apenas um século, de modo que as oportunidades para observação são bastante raras. No entanto, dado que estrelas jovens com uma ampla gama de idades sofrem surtos do tipo FU Orionis, os astrónomos esperam poder traçar a composição química do gelo ao longo da evolução de estrelas jovens.

Links:

Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
15/07/2016 - Explosão estelar permite-nos observar linha de neve da água

Notícias relacionadas:
Observatório ALMA (comunicado de imprensa)
Artigo científico (Nature)
Artigo científico (arXiv.org)
EurekAlert!
ScienceDaily
PHYSORG

V883 Orionis:
Wikipedia

Classe FU Orionis:
Wikipedia 
Estrela FU Orionis (Wikipedia)

Discos protoplanetários:
Wikipedia
Formação planetária (Wikipedia)

ALMA:
Página principal
ALMA (NRAO)
ALMA (NAOJ)
ALMA (ESO)
Wikipedia

ESO:
Página oficial
Wikipedia

 
COLISÃO MASSIVA NO SISTEMA PLANETÁRIO KEPLER-107

Dois dos planetas que orbitam a estrela Kepler-107 podem ser o resultado de um impacto semelhante ao que afetou a Terra e formou a Lua. Uma equipa internacional de investigadores do Instituto de Astrofísica das Canárias, da Universidade de La Laguna, da Universidade de Bristol (Reino Unido) e do INAF (Instituto Nacional de Astrofísica, Itália), publicou os resultados deste trabalho na revista Nature Astronomy.

Desde que, em 1995, foi descoberto o primeiro exoplaneta, foram já encontrados quase 4000 planetas em redor de outras estrelas. Isto permite-nos estudar uma grande variedade de configurações de sistemas planetários. A evolução dos planetas em órbita de outras estrelas pode ser afetada, principalmente, por dois fenómenos: a evaporação das camadas superiores do planeta devido aos efeitos dos raios-X e raios UV emitidos pela estrela central, e pelos impactos de outros corpos celestes do tamanho de um planeta.

Este último foi observado várias vezes em sistemas extrassolares, mas, até agora, não havia provas da existência de grandes impactos, como aparentemente ocorreu no sistema Kepler-107.

A imagem mostra uma "frame" do meio de uma simulação hidrodinâmica de uma colisão frontal a alta velocidade entre dois planetas com 10 vezes a massa da Terra. A gama de temperaturas do material está representada pelas quatro cores - cinzento, laranja, amarelo e vermelho, onde o cinzento é a temperatura mais baixa e o vermelho a mais quente. Estas colisões expelem grandes quantidades de materiais do manto, deixando para trás um planeta remanescente com uma alta densidade e um alto teor de ferro, com características parecidas às observadas em Kepler-107c.
Crédito: Z. M. Leinhardt e T. Denman (Universidade de Bristol)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A estrela central, Kepler-107, é um pouco maior que o Sol e tem quatro planetas em órbita; foram os dois planetas mais interiores que atraíram o interesse dos astrofísicos. Usando dados do satélite Kepler da NASA e do TNG (Telescópio Nacional Galileu) no Observatório Roque de los Muchachos (Garafía, La Palma, Ilhas Canárias), a equipa determinou os parâmetros da estrela e mediu o raio e a massa destes planetas. Embora os planetas mais interiores tenham raios semelhantes, as suas massas são muito diferentes. De facto, o segundo é mais de duas vezes mais denso que o primeiro.

A extraordinariamente alta densidade do planeta Kepler-107c equivale a mais do dobro da densidade da Terra. Esta densidade, excecional para um planeta, tem intrigado os cientistas, e sugere que o seu núcleo metálico, a sua parte mais densa, é anormalmente grande para um planeta.

Tal seria ainda considerado normal não fosse pela previsão de que a foto-evaporação faz com que o planeta mais denso num sistema seja o mais próximo da sua estrela. Para explicar como é possível que, neste caso, o exoplaneta mais próximo tenha menos de metade da densidade do segundo, foi proposta a hipótese de que o planeta Kepler-107c foi formado como resultado de um grande impacto. Este impacto deve ter arrancado as suas camadas exteriores, deixando o núcleo central como uma fração muito maior do que anteriormente. Após testes realizados por meio de simulações, esta hipótese parece ser a mais provável.

Este estudo permitirá compreender melhor a formação e evolução dos exoplanetas. Especificamente, destaca a importância da relação entre a física estelar e a investigação exoplanetária. "Precisamos de conhecer a estrela para entender melhor os planetas que orbitam em seu redor," realça Savita Mathur, investigadora do Instituto de Astrofísica das Canárias em Tenerife, coaturoa do artigo. "Neste estudo fizemos uma análise sistemática para estimar os parâmetros da estrela hospedeira. A sismologia estelar está a desempenhar um papel fundamental no campo exoplanetário, porque demonstrou que é um dos melhores métodos para fazer uma caracterização precisa das estrelas". É por isso que, durante a última década, se tornou um dos principais métodos de caracterização estelar e assim continuará nos próximos anos, graças às missões espaciais de descoberta exoplanetária: TESS (NASA) e PLATO (ESA).

Links:

Notícias relacionadas:
IAC (comunicado de imprensa)
Universidade de Bristol (comunicado de imprensa)
Artigo científico (Nature Astronomy)
Artigo científico (arXiv.org)
Simulação da colisão entre dois planetas (Universidade de Bristol via YouTube)
SPACE.com
Universe Today
COSMOS
ScienceNews
PHYSORG
Popular Mechanics
BBC News
ars technica

Kepler-107:
Wikipedia
Open Exoplanet Catalogue
Kepler-107c (NASA)
Kepler-107c (Exoplanet.eu)

Exoplanetas:
Wikipedia
Lista de planetas (Wikipedia)
Lista de exoplanetas potencialmente habitáveis (Wikipedia)
Lista de extremos (Wikipedia)
Open Exoplanet Catalogue
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares

Telescópio Espacial Kepler:
NASA (página oficial)
K2 (NASA)
Arquivo de dados do Kepler
Arquivo de dados da missão K2

TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):
NASA
NASA/Goddard
Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)
MAST (Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais)
Wikipedia

PLATO:
ESA
Wikipedia

 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Apulso da Lua e de Vénus Por Trás de uma Árvore
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Alex Dzierba
 
O que é aquele ponto brilhante perto da Lua? Vénus. Há cerca de uma semana, a Lua da Terra aparecia invulgarmente perto do distante planeta Vénus, uma coincidência angular conhecida como apulso. Semelhante a uma conjunção, que é um termo coordenado, o apulso refere-se mais geralmente a dois objetos celestes que aparecem juntos. Este apulso entre a Lua e Vénus - que chegaram a estar separados por apenas 0,05 graus - foi captado subindo durante a madrugada por trás da cratera Koko na ilha de O'ahu no Hawaii, EUA. A parte inferior esquerda da Lua refletia luz solar direta, enquanto o resto da Lua pode ser visto graças ao brilho da Terra, luz solar refletida primeiro pelo nosso planeta. Podem ser vistos alguns ramos e algumas folhas de uma árvore no plano da frente, enquanto outras, em frente de um fundo mais escuro, aparecem brancas devido à dispersão. Os apulsos que envolvem a Lua ocorrem normalmente várias vezes por ano: por exemplo, a Lua deverá passar a 0,2 graus do distante Saturno no dia 1 de março.
 

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