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Edição n.º 1252
08/03 a 10/03/2016
 
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25/03/16 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
20:00 - Apresentação sobre tema de astronomia, seguida de observação astronómica noturna com telescópio (dependente de meteorologia favorável).
Local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: consultar este link
Telefone: 289 890 922
E-mail: info@ccvalg.pt

 
EFEMÉRIDES

Dia 08/03: 68.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1618, Johannes Kepler descobre a terceira lei do movimento planetário.
Em 1977, eram descobertos os anéis de Úrano durante observações aéreas de ocultações da NASA.

Em 1999, começa a primeira fase da missão de mapeamento de Marte pela sonda Mars Global Surveyor.
Em 2002, o asteroide 2002 EM7, com um tamanho entre 300 e 400 metros, passa a 450.000 quilómetros da Terra. Observadores só o descobriram quatro dias depois, a 12 de Março.
Observações: Oposição de Júpiter. Está o mais brilhante por estas noites, perto da pata traseira de Leão.
Ocultação de Io, entre as 21:38 e as 23:57.
Eclipse de Io, entre as 21:38 e as 23:59.

Dia 09/03: 69.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1564 nascia David Fabricius, descobridor da primeira estrela variável (Mira, ou Omicron Ceti).
Em 1934, nascimento de Yuri Gagarin, cosmonauta soviético, o primeiro humano no espaço.

Em 1961, é lançado com sucesso o Sputnik 9, que transporta um boneco humano com a alcunha de Ivan Ivanovich e demonstra que a União Soviética está pronta para os voos espaciais tripulados.
Em 1974, voo rasante da sonda soviética Mars 7 por Marte.
Em 1997, observadores na China, Mongólia e partes da Sibéria têm a rara oportunidade de ver um espetáculo duplo: um eclipse permite ver o cometa Hale-Bopp durante o dia.
Em 2011, o vaivém Discovery faz a sua aterragem final após 39 voos.
Observações: Lua Nova, pelas 01:54. Eclipse solar total, não visível de Portugal, apenas no Oceano Pacífico. Eclipse solar parcial no este da Ásia e em partes da Austrália.
Trânsito de Io, entre as 18:52 e as 21:11.
Trânsito da sombra de Io, entre as 18:55 e as 21:14.

Dia 10/03: 70.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1977, os astrónomos descobrem os anéis de Úrano.
Em 2006, a Mars Reconnaissance Orbiter chega a Marte.

Observações: Para os observadores telescópicos, a constelação de Gémeos é conhecida pela sua estrela binária Castor e pela Nebulosa do Esquimó (NGC 2392). Sabia que tem quatro bonitos enxames abertos? O mais bonito é Messier 35.

 
CURIOSIDADES


A exploração de Marte. historicamente, tem uma elevada taxa de insucesso: quase 50% de todas as missões marcianas falharam.

 
REVELADA A MISTERIOSA "ESCURIDÃO" DE MERCÚRIO

Os cientistas há muito que se perguntam sobre o que torna a superfície de Mercúrio tão escura. O planeta mais interior do Sistema Solar reflete muito menos luz solar do que a Lua, um corpo cuja escuridão superficial é controlada pela abundância de minerais ricos em ferro. Sabe-se que estes são raros à superfície de Mercúrio. Então qual é aqui o "agente de escurecimento"?

Há cerca de um ano atrás, os cientistas propuseram que o tom escuro de Mercúrio era devido a carbono gradualmente acumulado pelo impacto de cometas que viajavam até ao Sistema Solar interior. Agora, os cientistas liderados por Patrick Peplowski do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins usaram dados da missão MESSENGER para confirmar uma alta abundância de carbono à superfície de Mercúrio. No entanto, também descobriram que, em vez de ser entregue por cometas, o carbono é provavelmente originário das profundezas do planeta, na forma de uma crosta agora perturbada e enterrada rica em grafite, alguma da qual foi mais tarde trazida até à superfície por processos de impacto depois da formação da maioria da crosta atual de Mercúrio. Os resultados foram publicados na edição de 7 de março de 2016 da revista Nature Geoscience.

Esta imagem oblíqua de Basho mostra o halo escuro que rodeia a cratera. O halo é composto pelo denominado LRM (Low Reflectance Material; Material de Baixa Reflectância), que foi escavado das profundezas quando a cratera foi formada. A região é também conhecida pelas suas crateras com raios brilhantes, que tornam a área facilmente visível mesmo de longe.
Crédito: NASA/JHUAPL/Instituto Carnegie de Washington
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Larry Nittler, coautor e vice investigador principal da missão MESSENGER, da Universidade de Carnegie, explicou: "A proposta inicial da entrega de carbono pelos cometas tinha por base modelos e simulações. Apesar de termos sugestões anteriores de que o carbono pudesse ser o agente de escurecimento, não tínhamos evidências diretas. Nós usámos o espectrómetro de neutrões da MESSENGER para resolver espacialmente a distribuição do material mais escuro em Mercúrio e este material é provavelmente originário das profundezas da crosta. Além disso, usámos neutrões e raios-X para confirmar que o material escuro não é enriquecido em ferro, em contraste com a Lua onde os minerais ricos em ferro escurecem a superfície.

A MESSENGER obteve os seus dados estatisticamente robustos via muitas órbitas em que a nave espacial passava a menos de 100 km da superfície do planeta durante o seu último ano de operações. Os dados usados para identificar o carbono incluíram medições recolhidas dias antes do impacto da MESSENGER em Mercúrio em abril de 2015. Medições repetidas pelo espectrómetro de neutrões mostraram quantidades mais elevadas de neutrões de baixa energia, uma assinatura consistente com a presença de carbono elevado, proveniente da superfície quando a sonda passava por cima de concentrações do material mais escuro. A determinação da quantidade de carbono presente necessitou da combinação das medições dos neutrões com outros conjuntos de dados da MESSENGER, incluindo medições em raios-X e espectros de reflectância. Em conjunto, os dados indicam que as rochas à superfície de Mercúrio são constituídas por uma baixa percentagem [em massa] de carbono grafítico, percentagem esta muito mais elevada do que noutros planetas. A grafite tem o melhor ajuste com os espectros de reflectância, a comprimentos de onda visíveis, e as condições suscetíveis para produzir o material.

"Quando Mercúrio era muito jovem, grande parte do planeta era provavelmente tão quente que havia um 'oceano' de magma derretido. A partir de experiências laboratoriais e modelos, os cientistas sugeriram que à medida que este magma arrefecia, a maioria dos materiais que solidificava afundava. Uma exceção notável é a grafite, que teria conseguido flutuar para formar a crosta original de Mercúrio.

"A descoberta de carbono abundante à superfície sugere que podemos estar a ver remanescentes da antiga crosta original de Mercúrio misturada com rochas vulcânicas e material expelido por impactos que formam a superfície que vemos hoje. Este resultado é uma prova do sucesso fenomenal da missão MESSENGER e contribui para uma longa lista de maneiras pelas quais o planeta mais perto do Sol difere dos seus vizinhos planetários e fornece pistas adicionais sobre a origem e evolução inicial do Sistema Solar interior," concluiu Nittler.

Links:

Cobertura da missão MESSENGER pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
21/04/2015 - Missão da MESSENGER aproxima-se do fim
2015/01/06 - Sonda MESSENGER pronta para última tournée de Mercúrio
2014/12/16 - Dados da MESSENGER sugerem chuva de meteoros recorrente em Mercúrio
2014/04/22 - MESSENGER completa 3000.ª órbita de Mercúrio, define data para maior aproximação
2012/12/04 - MESSENGER descobre novas evidências de água gelada nos pólos de Mercúrio
2012/03/27 - Sonda MESSENGER fornece novos dados sobre Mercúrio
2011/06/17 - Sonda MESSENGER fornece novos dados sobre Mercúrio
2011/03/15 - Sonda MESSENGER prepara-se para entrar em órbita de Mercúrio
2008/10/08 - MESSENGER envia imagens de um Mercúio nunca antes visto
2008/10/04 - MESSENGER regressa a Mercúrio
2008/07/05 - Superfície de Mercúrio dominada por actividade vulcânica 
2008/02/06 - Os mistérios de Mercúrio, velhos e novos
2008/01/26 - Mercúrio visto pela sonda MESSENGER 
2008/01/16 - Sonda MESSENGER passa por Mercúrio 
2008/01/12 - Sonda MESSENGER fará histórico voo rasante por Mercúrio
2005/06/07 - MESSENGER fotografa Terra e Lua
2004/04/03 - MESSENGER com destino a Mercúrio

Notícias relacionadas:
Instituto Carnegie (comunicado de imprensa)
Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins (comunicado de imprensa)
Nature Geoscience
Universe Today
New Scientist
PHYSORG

Sonda MESSENGER:
NASA 
JHUAPL
Wikipedia

Mercúrio:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

 
SONDA EXOMARS COM LANÇAMENTO PREVISTO PARA A PRÓXIMA SEMANA

Levou algum tempo, mas na próxima semana a Europa e a Rússia vão voltar a Marte. No dia 14 de março a ExoMars TGO (Trace Gas Orbiter) será lançada a partir do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, a bordo de um foguetão Proton. A sua missão: compreender a atmosfera do planeta e procurar sinais de atividade biológica e geológica.

Assumindo que corre tudo como planeado, a nave alcançará o Planeta Vermelho no dia 19 de outubro. Transporta um pequeno "lander" chamado Schiaparelli que vai pousar na superfície, dando à ESA e à Roscosmos a muito necessária prática para o futuro rover ExoMars, com lançamento previsto para 2018.

Nenhuma das agências tem um grande historial quando se trata de Marte. A única missão da ESA, a Mars Express, entrou em órbita em 2003. Mas o Beagle 2, o veículo britânico que transportava, não conseguiu "telefonar" para casa, apesar de ter sido redescoberto recentemente à superfície. A Rússia tem-se saído ainda pior, perdendo a missão Fobos-Grunt em 2011 depois de um lançamento malsucedido. A União Soviética tentou mais de uma dúzia de missões a Marte, mas nenhuma foi um sucesso completo.

Impressão de artista da separação do módulo de entrada, descida e aterragem da ExoMars 2016, com o nome Schiaparelli.
Crédito: ESA/ATG medialab
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A NASA tem dominado a exploração marciana até agora. A sua sonda mais recente, a MAVEN, está atualmente a analisar a atmosfera superior do planeta, mas Håkan Svedhem, cientista do projeto ExoMars 2016, diz que a TGO dará uma nova perspetiva mais próximo da superfície. "Tem instrumentos que são muito, muito mais sensíveis do que no passado," afirma, que podem detetar moléculas a um nível de partes por milhar de milhão.

A ligação dos gases no ar com a sua origem à superfície é chave para descobrir se Marte é tão morto como parece, e a prioridade da TGO é o metano. Este gás quebra-se na luz solar após algumas centenas de anos, ou seja, este gás em Marte deve ter sido produzido recentemente, quer por vulcões ativos ou micróbios. "Se há metano, precisa de ser continuamente fornecido a partir de algum lugar," explica Svedhem.

As deteções anteriores de metano pelo rover Curiosity da NASA, juntamente com outras sondas e telescópios, revelaram-se confusas, pois o gás parece ser de mais curta duração do que o esperado. Para chegar ao fundo deste mistério, a TGO está equipada com dois conjuntos de espectrómetros desenhados para farejar os gases atmosféricos do planeta até pequenas quantidades, uma câmara para fotografar potenciais fontes no solo e um detetor de neutrões para mapear a água gelada até um metro abaixo da superfície.

Encapsulamento da ExoMars TGO (o veículo de aterragem Schiaparelli na parte dianteira) na parte superior do foguetão Proton.
Crédito: ESA - B. Bethge
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Essas quantidades minúsculas - os gases residuais que dão à TGO o seu nome - vão desvendar os segredos do metano do planeta. Se o metano for acompanhado por um "aroma" a dióxido de enxofre, e atribuído a características geológicas à superfície, a causa mais provável será o vulcanismo ativo. O metano misturado com níveis mais elevados do isótopo carbono-12, que é o preferido pela vida na Terra, apontaria para uma origem biológica - embora ainda muito longe de confirmar a existência de vida em Marte.

"A deteção do metano, propriamente dito, não nos diz se é produzido biologicamente ou geologicamente - precisamos de olhar para a totalidade do comportamento atmosférico," afirma Bruce Jakosky da Universidade do Colorado, em Boulder, EUA, que lidera a missão da MAVEN. "A descoberta da fonte do metano é considerada pela equipa da TGO como o 'jackpot'."

Até o metano geológico poderá entusiasmar os astrobiólogos. "Pode sugerir que existem áreas de calor e troca química," afirma Nicholas Heavens da Universidade de Hampton, no estado americano da Virgínia. Ambos são ingredientes potenciais para a vida.

O que quer que a TGO descubra, não espere resultados imediatamente. Embora a sonda provavelmente capture algumas imagens e faça algumas medições para confirmar que tudo está a trabalhar devidamente após a sua viagem interplanetária, a verdadeira fase científica da missão só terá início no final de 2017.

Isto porque a sonda chega a Marte com uma velocidade na ordem dos milhares de quilómetros por hora e tem que passar cerca de um ano a abrandar "raspando" suavemente a atmosfera, um processo chamado aerotravagem. A ESA praticou este método em 2014 com a sonda Venus Express, antes da missão chegar ao fim. "Adquirimos bastante experiência com a Venus Express," comenta Svedhem.

Este atraso significa que o rover Exomars de 2018, com aterragem prevista em 2019 numa região chamada Oxia Planum, não conseguirá seguir diretamente as descobertas da TGO. Tal como o Curiosity, este rover transporta muitos instrumentos, incluindo uma broca capaz de procurar sinais de vida até dois metros abaixo da superfície.

"A não ser que algo muito dramático aconteça, não esperamos que as descobertas da TGO afetem a decisão sobre o local de aterragem para a missão de 2018," afirma Svedhem. "Mas vão certamente ter impacto nas missões posteriores."

Em vez disso, o veículo de aterragem Schiaparelli acoplado à TGO vai agir como um ensaio. O "lander" é alimentado a baterias, por isso só deverá durar alguns dias à superfície, mas está equipado com sensores meteorológicos e uma câmara para obter imagens do ambiente marciano. A sua mais importante tarefa é testar o caminho acidentado até à superfície.

Impressão de artista do interior do "lander" Schiaparelli.
Crédito: ESA/ATG medialab
(clique na imagem para ver versão maior)
 

O Schiaparelli vai libertar-se da nave-mãe no dia 16 de outubro, poucos dias antes de alcançar Marte, e entrará pela atmosfera a 21.000 km/h. Em pouco menos de seis minutos, o escudo de calor, o para-quedas e os propulsores vão desacelerar o veículo até perto da velocidade de caminhada. A mesma tecnologia em larga escala deverá garantir uma aterragem segura para o futuro rover.

Isto não quer dizer que os dados da TGO não vão assistir o rover ExoMars quando este lá chegar, ou o sucessor robótico do rover Curiosity da NASA em 2020. "Se existirem fontes genuínas de gases interessantes, serão estes rovers que eventualmente esperamos que aí cheguem, ou que caracterizem ambientes potencialmente parecidos," afirma Heavens.

Se este grupo de exploradores descobrir sinais de atividade biológica, teremos algumas decisões importantes a fazer no que toca ao futuro da exploração de Marte. Parece provável a aterragem humana no Planeta Vermelho daqui a algumas décadas: a NASA tem alguns planos para colocar humanos em Marte na década de 2030, e outras agências e organizações privadas têm promessas vagas do mesmo objetivo. O potencial de contaminação da vida nativa poderá solicitar uma reconsideração, comenta Heavens. "Terá que haver um conjunto diferente de pensamentos sobre se deveríamos realmente enviar missões tripuladas a Marte."

Ou poderá conduzir-nos em frente. "Penso que se tornaria um forte motivador para trazer amostras de volta para a Terra ou enviar seres humanos," comenta Jakosky. "Nenhuma contaminação é total, estudamos microrganismos aqui na Terra mesmo sabendo que os já contaminámos com pessoas."

Mas em primeiro lugar, a ExoMars terá que sair do solo. A missão tem uma janela de lançamento de 12 dias, caso o tempo ou outros problemas inviabilizem o lançamento da próxima segunda-feira, mas Svedhem tem pensamento positivo e diz que não será necessária. "Estamos confiantes de que tudo irá funcionar devidamente. Tudo parece em bom estado, tudo está pronto e acho que vamos mesmo lançar no dia 14."

Links:

Notícias relacionadas:
Universe Today
New Scientist

ExoMars TGO:
ESA
Wikipedia

"Lander" Schiaparelli:
ESA
Wikipedia

ExoMars 2018:
ESA
Wikipedia

Marte:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Galáxia NGC 134 em Escultor
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Equipa CHART32, Processamento Volker Wendel 
 
NGC 134 não é provavelmente a galáxia espiral mais bem conhecida da constelação de Escultor. Ainda assim, este tentador universo-ilha é claramente um tesouro telescópico dos céus do hemisfério sul. O núcleo brilhante, faixas de poeira e braços espirais vagamente embrulhados partilham esta zona pitoresca do céu com estrelas "pontiagudas" no pano da frente que pertencem à nossa Via Láctea e com a mais pequena galáxia NGC 131. A uma distância de aproximadamente 60 milhões de anos-luz, NGC 134 é vista quase de lado. Abrange cerca de 150.000 anos-luz, o que a torna maior que a nossa própria Via Láctea. O disco entortado de NGC 134 e as suas extensões ténues dão uma aparência de interações gravitacionais passadas com galáxias vizinhas. Tal como a muito mais próxima galáxia NGC 253, mais brilhante e situada também em Escultor, tentáculos de poeira parecem subir a partir de um disco galáctico polvilhado com aglomerados de estrelas azuis e regiões rosadas de formação estelar.
 

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