Dia 11/09: 255.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1877, nascia o astrónomo teórico inglês James Hopwood Jeans. Na primeira década do século XX, Jeans trabalhou nos fundamentos dos processos de colapso gravitacional, relevantes para a formação de sistemas solares, estrelas e galáxias.
Em 1985, o ICE, ou International Cometary Explorer, faz a primeira travessia da cauda de um cometa, uma passagem pelo Cometa 21P/Giacobini-Zinner. O objetivo principal da missão era estudar a interação entre o vento solar e a atmosfera cometária.
Em 1997, a sonda Mars Global Surveyor chega a Marte. Observações: Neptuno em oposição, pelas 21:05.
Trânsito de Europa, entre as 22:06 e as 00:58 (já de dia 12).
Vega passa pelo zénite depois da hora de jantar, para aqueles a latitudes médias norte. Vega é maior, mais quente e 50 vezes mais brilhante do que o nosso Sol. Mas, a uma distância de 25 anos-luz, está 1,6 milhões de vezes mais distante. O Sol está a apenas 8,3 minutos-luz de nós.
Dia 12/09: 256.º dia do calendário gregoriano. História: Em 1725 nascia Guillaume Le Gentil, o astrónomo mais azarado de sempre.
Em 1959, a União Soviética lança a sonda Luna 2. Dois dias depois (14), torna-se no primeiro objeto feito pelo Homem a atingir a Lua.
Em 1966, lançamento da Gemini 11, a penúltima missão do programa Gemini da NASA e a detentora do recorde atual de altitude humana (à excepção das missões lunares Apollo).
Em 1970, lançamento da soviética Luna 16, a primeira missão (não tripulada) a recolher amostras lunares e a enviá-las para a Terra.
Em 1991, lançamento da missão STS-48 do vaivém Discovery, transportando o satélite UARS (Upper Atmosphere Research Satellite).
Em 1992, lançamento da missão STS-47 do vaivém espacial Endeavour, a 50.ª missão dos vaivéns espaciais. A bordo estavam Mae Carol Jemison, a primeira mulher africo-americana no espaço, Mamoru Mohri, o primeiro cidadão japonês a voar uma nave americana, e Mark Lee e Jan Davis, o primeiro casal no espaço.
Em 1993, lançamento da missão STS-51 do vaivém espacial Discovery. Observações: Trânsito da sombra de Europa, entre as 00:25 e as 03:20.
Trânsito da sombra de Ganimedes, entre as 19:28 e as 23:06.
Se tiver acesso a um telescópio, além dos eventos dos satélites jovianos, também poderá tentar observar o trânsito da Grande Mancha Vermelha de Júpiter, que hoje ocorre pelas 21:16.
Dia 13/09: 257.º dia do calendário gregoriano. Observações: Ocultação de Europa, entre as 17:10 e as 20:05.
Eclipse de Europa, entre as 19:32 e as 22:29.
Trânsito de Calisto, entre as 20:36 e as 00:57.
Pelas 22 ou 23 horas, dois dos mais famosos objetos de céu profundo, o Enxame Duplo de Perseu e a Grande Galáxia de Andrómeda M31, estão altos a este. Sabia que só estão separados por apenas 22º? Estão ambos catalogados como sendo de quarta magnitude mas, à vista desarmada, parecem muito diferentes, quanto mais escuro for o céu. Veja por si próprio(a). Estão por baixo de Cassiopeia e para a direita de Cassiopeia, respetivamente.
Ainda com dificuldades? Use binóculos.
Os dois enxames de Perseu (NGC 869 e NGC 884) estão a distâncias muito parecidas de 7600 anos-luz. M31, a 2,5 milhões de anos-luz, está 330 vezes mais longe.
Dia 14/09: 258.º dia do calendário gregoriano. História: Em 1915 nascia John Dobson. Fundador do "Sidewalk Astronomers" e inventor do telescópio dobsoniano.
Ensinou muitos a construir telescópios modestos e a usá-los: "Temos a responsabilidade de mostrar aos outros como é o nosso Universo a partir de um telescópio - e explicar o que estão a ver."
Em 1959, a sonda soviética Luna 2 colide com a Lua, tornando-se no primeiro objeto feito pelo Homem a lá chegar.
Em 2015, o LIGO faz a primeira observação direta de ondas gravitacionais com um instrumento na Terra, usando os interferómetros gémeos localizados em Livingston, Louisiana e em Hanford, Washington. O programa anunciou ou seus achados no dia 11 de fevereiro de 2016. Observações: Antes do amanhecer, saia à rua e olhe para este. Consegue ver a Lua, fina, quase na sua fase Nova? O ponto brilhante para a sua direita (a menos de 4º) é o planeta Vénus.
Curiosidades
O asteroide Bennu (o alvo da missão OSIRIS-REx) tem a hipótese acumulada de 1 em 2700, colidir com a Terra entre 2175-2199 (0,037%). Se ocorresse um impacto, a colisão libertaria uma energia equivalente a 1200 megatoneladas de TNT.
Porque é que o asteroide Bennu está a expelir partículas para o espaço?
Este mosaico do asteroide Bennu é composto por 12 imagens da Polycam recolhidas no dia 2 de dezembro de 2018 pela sonda OSIRIS-REx a 24 km. Crédito: NASA/Goddard/Universidade do Arizona
Quando a sonda OSIRIS-REx da NASA chegou ao asteroide (101955) Bennu, os cientistas da missão sabiam que a sua espaçonave estava a orbitar algo especial. Não só o asteroide, coberto de pedregulhos, tinha a forma de um diamante em bruto, como a sua superfície crepitava com atividade, espalhando pequenos pedaços de rocha pelo espaço. Agora, depois de mais de um ano e meio perto de Bennu, estão a começar a melhor entender estes eventos dinâmicos de ejeção de partículas.
Uma coleção de estudos numa edição especial da revista Journal of Geophysical Research: Planets aproxima-se do asteroide e destas partículas enigmáticas. Os estudos fornecem uma visão detalhada de como estas partículas agem quando no espaço, possíveis pistas de como são ejetadas e até mesmo de como as suas trajetórias podem ser usadas para aproximar o fraco campo gravitacional de Bennu.
Normalmente, consideramos os cometas, não os asteroides, os ativos. Os cometas são compostos de gelo, rocha e poeira. À medida que estes gelos são aquecidos pelo Sol, o vapor efervesce da superfície, poeira e pedaços do núcleo do cometa são perdidos para o espaço e forma-se uma longa cauda empoeirada. Os asteroides, por outro lado, são compostos principalmente de rocha e poeira (e talvez uma quantidade mais pequena de gelo), mas acontece que algumas destas rochas espaciais também podem estar surpreendentemente ativas.
"Pensávamos que a superfície coberta de rochas de Bennu era a descoberta mais incrível no asteroide, mas estes eventos de partículas definitivamente surpreenderam-nos," disse Dante Lauretta, investigador principal da OSIRIS-REx e professor da Universidade do Arizona. "Passámos o ano transato a investigar a superfície ativa de Bennu, e isso deu-nos a oportunidade notável de expandir o nosso conhecimento de como os asteroides ativos se comportam."
As câmaras da OSIRIS-REx (Origins, Spectral Interpretation, Resource Identification, and Security-Regolith Explorer) detetaram partículas de rocha sendo lançadas repetidamente para o espaço durante um levantamento de janeiro de 2019 do asteroide, que tem cerca de 565 metros de largura no seu equador.
Um dos estudos, liderado pelo cientista sénior Steve Chesley do JPL da NASA no sul da Califórnia, descobriu que a maioria destes pedaços de rocha do tamanho de seixos, normalmente medindo cerca de 7 milímetros, foram puxados de volta para Bennu sob a fraca gravidade do asteroide após um pequeno salto, por vezes até ricocheteando de volta para o espaço após colidir com a superfície, permanecendo em órbita por alguns dias e até 16 revoluções. E alguns foram ejetados com força suficiente para escapar completamente dos arredores de Bennu.
Esta imagem do asteroide Bennu a libertar partículas da sua superfície no dia 6 de janeiro de 2019 foi criada combinando duas imagens obtidas pela NavCam 1 a bordo da OSIRIS-REx: uma curta exposição com 1,4 ms que mostra o asteroide claramente, e outra exposição longa (5 s), que mostra claramente as partículas. Também foram aplicadas outras técnicas de processamento, como corte e ajuste de brilho e contraste de cada camada.
Crédito: NASA/Goddard/Universidade do Arizona/Lockheed Martin
Ao rastrear as viagens de centenas de partículas ejetadas, Chesley e seus colaboradores também foram capazes de melhor entender o que pode estar a provocar o lançamento das partículas da superfície de Bennu. Os tamanhos das partículas correspondem ao que é esperado para a dilatação e fratura térmicas (pois a superfície do asteroide é repetidamente aquecida e arrefecida enquanto gira), mas os locais dos eventos de ejeção também correspondem aos locais de impacto modelados de meteoroides (pequenas rochas que atingem a superfície de Bennu enquanto orbita o Sol). Pode até ser uma combinação destes fenómenos, acrescentou Chesley. Mas para chegar a uma resposta definitiva, são necessárias mais observações.
Embora a sua própria existência coloque várias questões científicas, as partículas também servem como sondas de alta fidelidade do campo gravitacional de Bennu. Muitas partículas orbitavam Bennu muito mais perto do que seria seguro para a nave OSIRIS-REx e, portanto, as suas trajetórias eram altamente sensíveis à gravidade irregular de Bennu. Isto permitiu aos investigadores estimar a gravidade de Bennu ainda com mais precisão do que era possível com os instrumentos da OSIRIS-REx.
"As partículas foram um presente inesperado para a ciência da gravidade em Bennu, pois permitiram-nos ver pequenas variações no campo gravitacional do asteroide que de outra forma não saberíamos," disse Chesley.
Em média, apenas uma ou duas partículas são ejetadas por dia, e dado que estão num ambiente de gravidade muito baixa, a maioria move-se lentamente. Como tal, representam uma ameaça minúscula para a OSIRIS-REx, que tentará pousar brevemente no asteroide no dia 20 de outubro para recolher material da superfície, que pode até incluir partículas que foram ejetadas antes de caírem de volta para a superfície.
Se tudo correr como planeado, a nave regressará à Terra em setembro de 2023 com amostras de material de Bennu para os cientistas estudarem em mais pormenor.
Meteoritos mostram transporte de material no Sistema Solar primordial
À medida que o Sistema Solar se formava, há milhares de milhões de anos, o planeta Júpiter esculpiu uma divisão no disco de poeira e gás em torno do Sol, dividindo o Sistema Solar interior do Sistema Solar exterior. Novas evidências de meteoritos mostram que alguns materiais conseguiram atravessa essa lacuna. Os achados acrescentam à nossa compreensão de como os planetas nascem.
Crédito: NASA, ESA e A. Simon (GSFC)
Novos estudos de um tipo raro de meteorito mostram que o material próximo do Sol atingiu o Sistema Solar exterior mesmo quando o planeta Júpiter abria uma lacuna no disco de poeira e gás a partir do qual os planetas se formaram. Os resultados, publicados esta semana na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, acrescentam à compreensão emergente de como o nosso Sistema Solar se formou e de como os planetas se formam em torno de outras estrelas.
A teoria consensual de como os planetas se formam é que são o resultado da acreção de material de um disco de poeira e gás que gira em torno de uma estrela recém-formada. As evidências da composição deste disco protoplanetário no nosso próprio Sistema Solar vêm dos condritos, um tipo de meteorito feito de partículas mais pequenas, ou côndrulos, que se agrupam como o pó nas nossas casas.
"Se conseguirmos entender o transporte, conseguimos entender as propriedades do disco e inferir como os planetas foram construídos," disse Qing-zhu Yin, professor de ciências terrestres e planetárias da Universidade da Califórnia, Davis, e coautor do artigo.
O material dos condritos é extremamente antigo, representando sobras de poeira e detritos do início do Sistema Solar. Outras evidências vêm de rochas da Terra e da Lua e amostras de poeira cósmica e material cometário recolhido pela missão Stardust e por outras sondas espaciais.
Os investigadores podem descobrir aproximadamente onde e quando estes meteoritos se formaram medindo as proporções dos isótopos de elementos como oxigénio, titânio e cromo no seu interior.
Trabalhos anteriores do laboratório de Yin e por outros cientistas mostraram que os meteoritos caem em dois grandes grupos por composição. Pensa-se que os meteoritos carbonáceos tenham sido originados no Sistema Solar exterior. Os meteoritos não carbonáceos formaram-se a partir do disco próximo do Sol, onde compostos à base de carbono e outros voláteis foram queimados.
Porque é que não houve uma maior mistura, se todos os planetas se formaram a partir do mesmo disco protoplanetário? A explicação é que dado que Júpiter se formou mais cedo, abriu uma lacuna no disco, criando uma barreira no movimento de poeira, disse Yin. Os astrónomos que usam o radiotelescópio ALMA no Chile observaram o mesmo fenómeno em discos protoplanetários em torno de outras estrelas.
Cruzando a divisão de Júpiter
No entanto, alguns meteoritos parecem ser exceções a esta regra geral com uma mistura mais ampla de componentes.
Yin, o investigador Curtis Williams da mesma universidade e seus colaboradores realizaram um estudo detalhado de isótopos de 30 meteoritos. Eles confirmaram que se enquadravam em dois grupos distintos: os condritos não carbonáceos, bem como outros tipos mais comuns de meteorito; e os meteoritos carbonáceos.
De seguida, estudaram côndrulos individuais de dois meteoritos condritos, o meteorito Allende que caiu no México em 1969 e o meteorito Karoonda, que caiu na Austrália em 1930.
Estes meteoritos revelaram conter côndrulos do Sistema Solar interior e exterior. Algum material do Sistema Solar interior deve ter conseguido cruzar a barreira de Júpiter para acretar com côndrulos do Sistema Solar exterior num meteorito que milhares de milhões de anos depois cairia na Terra.
Como? Existem alguns mecanismos possíveis, disse Williams.
"Um é que ainda havia movimento ao longo do plano intermédio do disco, embora devesse ter sido interrompido por Júpiter," explicou. "O outro é que os ventos no Sistema Solar interior podem ter levado partículas para lá da divisão de Júpiter."
Qualquer um destes mecanismos também pode ser responsável pelo material do Sistema Solar interior que também foi encontrado em cometas pela missão Stardust.
O novo estudo ajuda a ligar a cosmoquímica, as ciências planetárias e a astronomia para dar uma imagem completa da formação planetária, concluiu Yin.
Telescópio australiano não encontra sinais de tecnologia alienígena em 10 milhões de sistemas estelares
Um radiotelescópio no interior australiano completou a investigação mais ampla e profunda em baixas frequências de tecnologias alienígenas, examinando uma região do céu conhecida por incluir pelo menos 10 milhões de estrelas.
Os astrónomos usaram o MWA (Murchison Widefield Array) para explorar centenas de vezes mais amplamente do que qualquer levantamento anterior à procura de vida extraterrestre. O estudo, publicado na revista Publications of the Astronomical Society of Australia, observou o céu em torno da constelação de Vela. Mas nesta parte do Universo, pelo menos, parece que outras civilizações são elusivas, se é que existem.
Antenas dipolo do radiotelescópio MWA (Murchison Widefield Array) no interior australiano.
Crédito: Dragonfly Media
A investigação foi realizada pelo Dra. Chenoa Tremblay da CSIRO (Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation) e pelo professor Steven Tingay, do núcleo, na Universidade Curtin, pertencente ao ICRAR (International Centre for Radio Astronomy Research).
A Dra. Tremblay disse que o telescópio procura poderosas emissões de rádio em frequências semelhantes às frequências de rádio FM, que podem indicar a presença de uma fonte inteligente. Estas possíveis emissões são conhecidas como "tecnoassinaturas".
"O MWA é um telescópio único, com um campo de visão extraordinariamente amplo que nos permite observar milhões de estrelas simultaneamente," acrescentou. "Observámos o céu em torno da constelação de Vela durante 17 horas, procurando mais de 100 vezes mais amplamente e profundamente do que nunca. Com este conjunto de dados, não encontrámos tecnoassinaturas - nenhum sinal de vida inteligente."
O professor Tingay disse que embora esta seja a pesquisa mais ampla até à data, não ficou chocado com o resultado. "Tal como Douglas Adams observou no seu livro 'The Hitchhikers Guide to the Galaxy', 'o espaço é grande, mesmo muito grande'."
"E mesmo que este tenha sido um estudo realmente imenso, a quantidade de espaço que observámos foi o equivalente a tentar encontrar algo nos oceanos da Terra, mas apenas procurando num volume de água equivalente a uma grande piscina de quintal.
Exposição de 20 segundos que mostra a Via Láctea por cima da estação AAVS.
Crédito: Michael Goh e ICRAR/Curtin
"Uma vez que não podemos realmente supor como possíveis civilizações alienígenas utilizam a sua tecnologia, precisamos de pesquisar de muitas maneiras diferentes. Usando radiotelescópios, podemos explorar uma região espacial em oito dimensões. Embora haja um longo caminho a percorrer na busca por inteligência extraterrestre, telescópios como o MWA vão continuar a empurrar os limites - temos que continuar à procura."
O MWA é precursor do instrumento SKA (Square Kilometre Array), um observatório de 1,7 mil milhões de euros com telescópios na Austrália Ocidental e na África do Sul. Para continuar as referências de Douglas Adams, pensemos no MWA como o Deep Thought, do tamanho de uma cidade, e no SKA como o seu sucessor: a Terra.
"Devido ao aumento de sensibilidade, o radiotelescópio SKA de baixas frequências a ser construído na Austrália Ocidental será capaz de detetar sinais de rádio semelhantes aos da Terra em sistemas planetários relativamente próximos," disse o professor Tingay. Com o SKA, seremos capazes de estudar milhares de milhões de sistemas estelares, procurando tecnoassinaturas num oceano astronómico de outros mundos."
O MWA está localizado no MRO (Murchison Radio-astronomy Observatory), uma instalação astronómica remota e silenciosa estabelecida e mantida pela CSIRO (a agência nacional de ciência da Austrália). O SKA será construído no mesmo local, mas será 50 vezes mais sensível e poderá realizar experiências SETI muito mais profundas.
Halo massivo explica finalmente correntes de gás em torno da Via Láctea (via Universidade de Wisconsin-Madison)
A Via Láctea não está sozinha. Capturou galáxias mais pequenas na sua órbita, e as duas maiores são conhecidas como Grande e Pequena Nuvens de Magalhães, visíveis no hemisfério sul. Quando começaram a orbitar a Via Láctea, há milhares de milhões de anos, uma enorme corrente de gás conhecida como Corrente de Magalhães foi-lhes roubada. Estende-se agora a mais de metade do céu noturno. Mas os astrónomos não conseguiam explicar como é que a corrente se tornou tão massiva, com mais de mil milhões de massas solares. Ler fonte
Cometa arco-íris com coração de esponja (via ESA)
Um coração permeável com uma fachada endurecida - o local de descanso do módulo de pouso da Rosetta no Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, está a revelar mais sobre o interior do corpo em forma de “pato de borracha” que gira em torno do Sol. Ler fonte
Álbum de fotografias - Plêiades: O Enxame Estelar das Sete Irmãs
Já alguma vez observou o enxame estelar das Plêiades? Mesmo que sim, provavelmente nunca o viu tão grande e tão claramente como aqui. Talvez o mais famoso enxame estelar do céu, as estrelas brilhantes das Plêiades podem ser vistas sem binóculos mesmo nas profundezas de uma cidade poluída pela luz. Com uma longa exposição a partir de um local escuro, no entanto, a nuvem de poeira que rodeia o enxame das Plêiades torna-se muito evidente. A exposição aqui em destaque cobre uma área do céu com várias vezes o tamanho da Lua Cheia. Também conhecidas como Sete Irmãs e M45, as Plêiades situam-se a aproximadamente 400 anos-luz de distância na direção da constelação de Touro. Uma lenda comum com um "twist" moderno é que uma das estrelas mais brilhantes desvaneceu desde que o enxame recebeu o seu nome, deixando apenas seis das estrelas irmãs visíveis a olho nu. O número real de estrelas visíveis das Plêiades, no entanto, pode ser mais ou menos do que sete, dependendo da escuridão do céu em redor e da clareza da visão do observador.
Centro Ciência Viva do Algarve
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8000-250, Faro
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E-mail: info@ccvalg.pt
Centro Ciência Viva de Tavira
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8800-311, Tavira
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