Apresentação às Estrelas | O Verão que nos espera Data: 14 de julho de 2022 Hora: 21:30-23:30 Local:Centro Ciência Viva do Algarve
Julho e agosto costumam vir com bom tempo; nesta sessão falaremos sobre alguns eventos astronómicos deste verão e como os observar. Após a apresentação, e se a meteorologia for favorável, iremos observar o céu com telescópio. Adulto: 4€ Jovem: 2€ Menores de 12 anos: gratuito.
A observação astronómica com telescópio depende de condições meteorológicas favoráveis. Pré-inscrição:siga este link Telefone: 289 890 920 E-mail: info@ccvalg.pt
Efemérides
Dia 24/06: 175.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 451, 10.ª passagem registada do Cometa Halley.
Em 1881, Sir William Huggins faz o seu primeiro espectro fotográfico de um cometa (1881 III) e descobre a emissão do cianogénio (CN) em comprimentos de onda ultravioleta, o que causa histeria em massa quando a Terra passa pela cauda do cometa Halley 29 anos mais tarde.
Em 1883, nascia Victor Hess, físico austríaco-americano, que descobriu os raios cósmicos.
Em 1915, nascia Fred Hoyle, astrónomo britânico.
É principalmente famoso pela sua contribuição para a teoria da nucleosíntese estelar e pela sua posição bastante controversa acerca de outros assuntos cosmológicos e científicos - particularmente pela sua rejeição da teoria do Big Bang, um termo originalmente da sua autoria.
Em 1929, nascia Carolyn S. Shoemaker, astrónoma americana e codescobridora do cometa Cometa Shoemaker-Levy 9. Já deteve o recorde do maior número de descobertas cometárias por um único indivíduo.
Em 1938, um meteorito de 450 toneladas (aquando da entrada na atmosfera) atinge a Terra perto de Chicora, Pennsylvania, EUA.
Em 1985, o vaivém Discovery completa a sua missão STS-51-G, mais conhecida por ter a bordo o Sultão bin Salman Al Saud, o primeiro árabe e o primeiro muçulmano no espaço. Observações: Após o cair da noite, procure a sudeste a alaranjada Antares, a "Betelgeuse de verão" (ambas são supergigantes "vermelhas" de primeira magnitude). À volta e para cima e para a direita de Antares, as estrelas mais esbranquiçadas da constelação de Escorpião formam o seu padrão distintivo. O resto de Escorpião enrola-se para baixo até ao horizonte.
Também já de noite, aviste Arcturo alta a sudoeste. Três punhos à distância do braço esticado para baixo está Espiga. Punho e meio para baixo e para a direita de Espiga, a constelação de Corvo, que desce para trás do horizonte.
Dia 25/06: 176.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1997, a MIR colide com a nave de abastecimento Progress, o que despressuriza as cabinas e danifica os painéis solares.
No mesmo ano, a sonda Galileu passa pela lua joviana Calisto a uma distância de apenas 415 km. Observações: Esta é a altura do ano em que as duas estrelas mais brilhantes do verão, Arcturo e Vega, estão aproximadamente à mesma altura no céu pouco depois do cair da noite: Arcturo a sudoeste, Vega a este.
Arcturo e Vega estão a 37 e 25 anos-luz de distância, respetivamente. Representam os dois tipos mais comuns de estrela visível a olho nu: uma gigante K amarela-alaranjada e uma estrela de sequência principal A esbranquiçada. São 150 e 50 vezes mais brilhantes do que o Sol, respetivamente - razão pela qual, em combinação com a sua proximidade, dominam o céu noturno.
Dia 26/06: 177.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1730 nascia Charles Messier.
Conhecido caçador de cometas francês, que catalogou mais ou menos 100 nebulosas brilhantes e enxames estelares conhecidos hoje em dia pelos seus números M, porque confundia estes objetos estacionários com possíveis novos cometas, que era na realidade o que ele andava à procura.
Em 1824 nascia Lord Kelvin, físico irlandês bastante conhecido pelo desenvolvimento das bases do zero absoluto e da unidade de medição da temperatura que tem o seu nome.
Em 1973, morrem 9 pessoas no Cosmódromo de Plesetsk devido a uma explosão de um foguetão Cosmos 3-M. Observações:Leão é principalmente uma constelação de final de inverno e de primavera. Mas ainda não desapareceu de vista. Ao final do lusco-fusco olhe para oeste, razoavelmente baixo, em busca de Régulo, a sua estrela mais brilhante e mais perto do horizonte: o pé dianteiro da sua figura.
A "foice" de Leão estende-se para cima e para a direita de régulo. O resto da figura da constelação de
Leão estende-se dois ou três punhos à distância do braço esticado para cima e para a esquerda daí, até à estrela da sua cauda, Denébola, mais alta no céu.
Dia 27/06: 178.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1949 era descoberto o asteroide Ícaro, com um telescópio de 48 polegadas que entrou em funcionamento nove meses antes. Descobriu-se que o asteroide tem uma órbita acentuadamente excêntrica e uma distância perial de apenas 27 milhões e 358 mil quilómetros, mais próximo do Sol que Mercúrio (daí o seu nome). Estava apenas a 6 milhões e 500 mil quilómetros da Terra na altura da sua descoberta.
Em 1982 era lançada a missão STS-4 do vaivém Columbia.
Em 1995, lançamento da STS-71, do Atlantis, a primeira missão do vaivém espacial a atracar com a MIR.
Em 2013, a NASA lança o IRIS, uma sonda para observar o Sol. Observações:Agora que já começou o verão, é altura de dar as boas-vindas oficiais às constelações tão bem conhecidas e bem visíveis durante a estação, nomeadamente as das estrelas que perfazem o Triângulo de Verão (Vega - Lira; Deneb - Cisne; Altair - Águia), Hércules, Golfinho, Coroa Boreal, Escorpião e Sagitário.
Gliese 486 b: uma Pedra de Roseta para o estudo exoplanetário
Uma equipa internacional, com a participação do IAC (Instituto de Astrofísica de Canarias), mediu a massa e o raio de um exoplaneta do tipo Terra com uma precisão sem precedentes. A análise detalhada permite fazer previsões robustas sobre a estrutura e composição do seu interior e atmosfera. O estudo foi publicado na revista Astronomy & Astrophysics.
Desde que o primeiro exoplaneta em torno de uma estrela do tipo solar, 51 Pegasi b, foi descoberto em 1995, a comunidade astronómica tem vindo a encontrar novos exoplanetas cada vez menos massivos, cada vez mais próximos e cada vez mais semelhantes à Terra.
Impressão de artista do exoplaneta Gliese 486 b, com valores determinados da massa, raio e densidade.
Crédito: RenderArea
Uma investigação recente, liderada pelo CAB (Centro de Astrobiologia, na Espanha), foi capaz de modelar o interior e estimar as dimensões relativas do núcleo (metálico) e do manto (rochoso) do exoplaneta Gliese 486 b, uma super-Terra quente descoberta em 2021 em órbita da estrela anã vermelha próxima Gliese 486, a apenas 26 anos-luz do Sol.
Graças a dados cuidadosamente obtidos com um conjunto de instrumentos e telescópios espaciais, tais como o CHARA, CHEOPS, o Telescópio Espacial Hubble, MAROON-X, TESS e CARMENES, a equipa também fez previsões sobre a composição da atmosfera do planeta e a sua detetabilidade com o Telescópio Espacial James Webb, que em breve apontará o seu espelho segmentado para o sistema planetário.
"Gliese 486 b tornou-se a Pedra de Roseta da exoplanetologia", explica José A. Caballero, investigador do CAB que liderou a investigação. "No Sistema Solar, temos os planetas terrestres Mercúrio, Vénus, Terra e Marte. Agora, o quinto planeta terrestre mais bem estudado do Universo é Gliese 486 b."
Para a equipa científica, os resultados mais importantes por detrás deste trabalho não são os valores em si, mas as oportunidades que eles oferecem a estudos futuros. Estes incluem os relacionados com a formação de campos magnéticos planetários no núcleo externo metálico líquido, porque Gliese 486 b parece ter um como a nossa Terra. Estes campos magnéticos podem atuar como um escudo contra as tempestades originadas na hospedeira estelar e prevenir a erosão da atmosfera.
Embora Gliese 486 b pareça ser demasiado quente para ser habitável, devido à sua caracterização precisa, pode tornar-se o primeiro (e único, de momento) planeta onde podemos formular questões relevantes, tais como se tem uma atmosfera primitiva feita de hidrogénio e hélio, ou se é composta de dióxido de carbono e vapor de água de erupções vulcânicas, ou até se tem tectónica de placas.
Ilustração artística da hipotética atmosfera e estrutura interna do exoplaneta Gliese 486 b.
Crédito: RenderArea
Muitos dos dados utilizados no estudo foram obtidos com o espectrógrafo CARMENES, acoplado no telescópio de 3,5 m em Calar Alto, Almeria, Espanha. O consórcio deste instrumento compreende onze instituições de investigação na Espanha e na Alemanha. O seu objetivo é a monitorização de cerca de 350 anãs vermelhas em busca de sinais de planetas de baixa massa.
Os cientistas também obtiveram observações espectroscópicas com o MAROON-X no telescópio Gemini North de 8,1 m (EUA) e com o instrumento STIS, a bordo do Telescópio Espacial Hubble. As observações fotométricas para derivar o tamanho do planeta provêm do CHEOPS (CHaracterising ExOPlanets Satellite) e do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA.
O raio da estrela foi medido com a rede CHARA (Center for High Angular Resolution Astronomy) em Mount Wilson, Califórnia. Uma bateria de telescópios mais pequenos, incluindo telescópios amadores, foi utilizada para determinar o período de rotação da estrela.
Cientistas identificam possível fonte para a calote vermelha de Caronte
Cientistas do SwRI (Southwest Research Institute) combinaram dados da missão New Horizons da NASA com novas experiências laboratoriais e modelagem exosférica para revelar a provável composição da calote avermelhada da lua de Plutão, Caronte, e como esta pode ter sido formada. Esta primeira descrição da atmosfera dinâmica de metano de Caronte, utilizando novos dados experimentais, fornece um fascinante vislumbre das origens da zona vermelha da lua, como descrita em dois artigos científicos recentes.
Cientistas do SwRI (Southwest Research Institute) combinaram dados da missão New Horizons da NASA com novas experiências laboratoriais e modelagem exosférica para revelar a composição provável da calote da lua de Plutão, Caronte, e como esta pode ter sido formada. Novas descobertas sugerem surtos sazonais drásticos na atmosfera fina de Caronte, combinados com a quebra ligeira de geada de metano, podem ser fundamentais para compreender as origens das zonas polares vermelhas de Caronte.
Crédito: NASA/APL de Johns Hopkins/SwRI
"Antes da New Horizons, as melhores imagens Hubble de Plutão revelaram apenas uma mancha difusa de luz refletida," disse Randy Gladstone do SwRI, membro da equipa científica da sonda New Horizons. "Para além de todas as características fascinantes descobertas na superfície de Plutão, a passagem rasante revelou uma característica invulgar em Caronte, uma surpreendente região avermelhada centrada no seu polo norte."
Logo após o encontro de 2015, os cientistas da New Horizons propuseram que um material avermelhado "semelhante a tolinas" no polo de Caronte pudesse ser sintetizado por luz ultravioleta, quebrando as moléculas de metano. Estas são capturadas depois de escaparem de Plutão e então congeladas nas regiões polares da lua durante as suas longas noites de inverno. As tolinas são resíduos orgânicos pegajosos formados por reações químicas alimentadas pela luz, neste caso o brilho ultravioleta de Lyman-alpha espalhado por átomos de hidrogénio interplanetários.
"As nossas descobertas indicam que os drásticos surtos sazonais na fina atmosfera de Caronte, bem como a luz que decompõe a geada de metano, são fundamentais para compreender as origens da zona polar vermelha de Caronte," disse o Dr. Ujjwal Raut do SwRI, autor principal do artigo publicado na revista Science Advances. "Este é um dos exemplos mais ilustrativos e marcantes das interações superfície-atmosfera até agora observadas num corpo planetário."
A equipa replicou realisticamente as condições da superfície de Caronte no CLASSE (Center for Laboratory Astrophysics and Space Science Experiments) do SwRI para medir a composição e a cor dos hidrocarbonetos produzidos no hemisfério de inverno de Caronte, à medida que o metano congela sob o brilho de Lyman-alpha. A equipa inseriu as medições num novo modelo atmosférico de Caronte para mostrar a decomposição do metano em resíduos na mancha polar norte de Caronte.
"As experiências de 'fotólise dinâmica' da nossa equipa proporcionaram novos limites à contribuição de Lyman-alpha interplanetária para a síntese do material vermelho de Caronte," disse Raut. "A nossa experiência condensou metano numa câmara de vácuo sob exposição a fotões de Lyman-alpha para replicar com alta fidelidade as condições nos polos de Caronte."
Os cientistas do SwRI também desenvolveram uma nova simulação de computador para modelar a fina atmosfera de metano de Caronte.
"O modelo aponta para pulsações sazonais 'explosivas' na atmosfera de Caronte devido a mudanças extremas nas condições ao longo da grande viagem de Plutão em torno do Sol," disse o Dr. Ben Teolis, autor principal de um segundo artigo publicado na revista Geophysical Research Letters.
A equipa introduziu os resultados das experiências ultrarrealistas do SwRI no modelo atmosférico para estimar a distribuição de hidrocarbonetos complexos emergentes da decomposição do metano sob a influência da luz ultravioleta. O modelo tem zonas polares que geram principalmente etano, um material incolor que não contribui para uma cor avermelhada.
"Nós pensamos que a radiação ionizante do vento solar decompõe a geada polar Lyman-alpha 'cozida' para sintetizar materiais cada vez mais complexos e avermelhados responsáveis pelo albedo único nesta lua enigmática," disse Raut. "O etano é menos volátil do que o metano e permanece congelado à superfície de Caronte muito depois do nascer-do-Sol da primavera. A exposição ao vento solar pode converter o etano em depósitos persistentes na superfície avermelhada que contribuem para a calote vermelha de Caronte."
"A equipa está preparada para investigar o papel do vento solar na formação da calote polar avermelhada," disse o Dr. Josh Kammer do SwRI, que para tal já assegurou financiamento da NASA.
InSight obtém algumas semanas extra de ciência marciana
A equipa da missão InSight optou por operar o seu sismómetro durante mais tempo do que o anteriormente planeado, embora o "lander" fique, como resultado, sem energia mais cedo.
À medida que a potência disponível para o módulo de aterragem InSight da NASA diminui de dia para dia, a equipa reviu a linha temporal da missão a fim de maximizar a ciência que ainda pode realizar. O "lander" foi projetado para desligar automaticamente o sismómetro - o último instrumento científico operacional do InSight - até ao final de junho, a fim de conservar energia, sobrevivendo com a energia que os seus painéis solares carregados de poeira podem gerar até mais ou menos dezembro.
O "lander" InSight da NASA captou esta "selfie" final a 24 de abril de 2022, o 1211.º dia marciano, ou sol, da missão. O módulo de aterragem está coberto de muito mais poeira do que estava na sua primeira "selfie", tirada em dezembro de 2018, pouco tempo depois da aterragem - ou na sua segunda "selfie", composta de imagens tiradas em março e abril de 2019.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
Em vez disso, a equipa planeia agora programar o "lander" para que o sismómetro possa funcionar durante mais tempo, talvez até ao final de agosto ou início de setembro. Ao fazê-lo, as baterias do módulo de aterragem serão desligadas mais cedo e o InSight ficará sem energia também nessa altura, mas poderá permitir que o sismómetro detete sismos marcianos adicionais.
"O InSight ainda não terminou de nos ensinar mais sobre Marte," disse Lori Glaze, diretora da Divisão de Ciências Planetárias da NASA em Washington. "Vamos obter toda a ciência que pudermos antes do 'lander' concluir as operações."
O InSight (Interior Exploration using Seismic Investigations, Geodesy and Heat Transport) está numa missão alargada após ter alcançado os seus objetivos científicos. O "lander" detetou mais de 1300 sismos marcianos desde que aterrou em Marte em 2018, fornecendo informação que permitiu aos cientistas medir a profundidade e composição da crosta, manto e núcleo de Marte. Com os seus outros instrumentos, o InSight registou dados meteorológicos inestimáveis, investigou o solo sob o módulo e estudou o que resta do antigo campo magnético de Marte.
O "lander" InSight da NASA utiliza um sismómetro para estudar as camadas interiores de Marte. Os sinais dos sismos mudam à medida que passam por diferentes tipos de materiais; os sismólogos podem "ler" os rabiscos de um sismograma para estudar as propriedades da crosta, manto, e núcleo do planeta.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
Todos os instrumentos, exceto o sismómetro, já foram desligados. Tal como outras missões marcianas, o InSight tem um sistema de proteção contra falhas que ativa automaticamente o "modo de segurança" em situações ameaçadoras e desliga todas as funções, exceto as suas funções mais essenciais, permitindo aos engenheiros avaliar a situação. A baixa potência e as temperaturas que derivam para fora dos limites predeterminados podem ambos desencadear o modo de segurança.
Para permitir com que o sismómetro continue a funcionar durante o máximo de tempo possível, a equipa da missão está a desligar o sistema de proteção contra falhas do InSight. Embora isto permita que o instrumento funcione durante mais tempo, deixa o módulo de aterragem desprotegido contra acontecimentos súbitos e inesperados aos quais os controladores na Terra não teriam tempo de responder.
"O objetivo é obter dados científicos até ao ponto em que o InSight já não possa funcionar, em vez de conservar energia e operar o módulo terrestre sem qualquer benefício científico," disse Chuck Scott, gestor do projeto InSight no JPL da NASA no sul da Califórnia, EUA.
Investigadora mostra como as crateras elípticas das luas de Saturno podem lançar luz sobre as suas idades (via SwRI)
Um novo estudo descreve como populações únicas de crateras em duas das luas de Saturno poderiam ajudar a indicar a idade dos satélites e as condições da sua formação. Ler fonte
Atualização de software para uma sonda marciana com 19 anos (via ESA)
O instrumento MARSIS a bordo da Mars Express da ESA, famosa pelo seu papel na descoberta de sinais de água líquida no Planeta Vermelho, está a receber uma grande atualização de software que lhe permitirá ver sob as superfícies de Marte e a sua lua Fobos com mais detalhe do que nunca. A Mars Express foi a primeira missão da ESA ao Planeta Vermelho. Lançado há 19 anos, a 2 de junho de 2003, o orbitador passou quase duas décadas a estudar o vizinho da Terra e a revolucionar a nossa compreensão da história, presente e futuro de Marte. Ler fonte
Álbum de fotografias - Remanescente de Supernova: A Nebulosa do Véu
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Craig Stocks (Observatórios Remotos do Deserto do Utah)
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