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Edição n.º 1262
12/04 a 14/04/2016
 
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22/04/16 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
20:00 - 22:00 - Apresentação às estrelas inclui uma apresentação sobre um tema de astronomia seguida de observação astronómica noturna com telescópio (dependente de meteorologia favorável).
Local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: siga este link
Telefone: 289 890 922
E-mail: info@ccvalg.pt

 
EFEMÉRIDES

Dia 12/04: 103.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1633, começa o inquérito formal de Galileu pela Inquisição.
Em 1849, de Gasparis descobre o asteroide Hygiea.
Em 1851, nascia Edward Walter Maunder, astrónomo inglês famoso pelo seu estudo das manchas solares e do ciclo magnético solar, que levou à sua identificação do período entre 1645 e 1715 que é agora conhecido como Mínimo Maunder
Em 1961, o cosmonauta Yuri Alekseyevich Gagarin torna-se no primeiro homem no espaço. 

Orbita a Terra apenas uma vez a bordo da nave Vostok 1. O voo dura 1 hora e 48 minutos, num percurso elíptico com um apogeu de 327 km e um perigeu de 180 km.
Em 1981, começa a era do vaivém espacial. Lançamento da missão STS-1 do vaivém Columbia, adiado desde 10 de abril. O comandante John Young e o piloto Robert Crippen orbitam a Terra 37 vezes durante dois dias antes de regressarem. Os objetivos principais do voo inaugural eram testar os sistemas principais, completar uma ascensão até órbita com sucesso e regressar à Terra em segurança.
Observações: A Lua, quase em Quarto Crescente, brilha esta noite aos pés de Gémeos - com Pollux e Castor por cima, Procyon para a sua esquerda e Betelgeuse, no topo de Orionte que agora se despede, por baixo.

Dia 13/04: 104.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1960, os EUA lançam o Transit 1-B, o primeiro satélite de navegação do mundo.
Em 1970, "Houston, we have a problem". Foram estas as palavras que o astronauta Jack Swigert disse ao controlo da missão em Houston depois do tanque de oxigénio n.º 2 do módulo de serviço da nave Apollo 13 ter explodido.

Os astronautas Swigert, Jim Lovell e Fred Haise movem-se então para o módulo lunar, que permaneceu sem danos. O voo continuou até e em volta da Lua e de novo até à Terra. Todo o mundo observava com atenção à medida que a equipa terrestre e a tripulação da Apollo 13 ultrapassavam todos os obstáculos para salvar os astronautas. Estes conseguiram regressar em segurança à Terra.
Em 1974, a Western Union (em cooperação com a NASA e a Hughes Aircraft) lança o primeiro satélite comercial de comunicações geosíncrono, o Westar 1.
Observações: Depois do anoitecer, a Lua está posicionado entre Pollux e Castor para cima e para a direita e Procyon para baixo e para a esquerda.

Dia 14/04: 105.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1629 nascia Christian Huygens, físico holandês e astrónomo, um dos cientistas mais proeminentes do século XVII.

Descobriu o anel e o quarto satélite (Titã) de Saturno (1655), e patenteou o primeiro relógio de pêndulo (1656). Na ótica propôs a teoria ondulatória da luz e descobriu a polarização. A sonda que há alguns anos atrás aterrou em Titã tem o seu nome.
Em 1958, o satélite soviético Sputnik 2 cai de órbita após uma missão com a duração de 162 dias. 
Em 1981, missão STS-1. O vaivém espacial Columbia completa o seu primeiro voo de testes. 
Em 2000, astrónomos detetam as primeiras provas observacionais dos restos de uma hipernova, explosões cem vezes mais energéticas que as supernovas e uma possível fonte dos poderosos GRB's (explosões de raios-gama), os eventos mais energéticos de todo o Universo conhecido, além do Big-Bang.
Observações: Lua em Quarto Crescente, pelas 04:59.

 
CURIOSIDADES


Um ano cósmico ou ano galáctico é o tempo que o Sol demora a completar uma volta em torno do centro da Via Láctea, cujas estimativas rondam os 225-250 milhões de anos.

 
PLANETA 9 TOMA FORMA; CASSINI NÃO É AFETADA

Quão grande e quão brilhante é o Planeta 9, caso realmente exista? Qual é a sua temperatura e qual o telescópio que o poderá encontrar? Estas foram as questões que Christoph Mordasini, professor da Universidade de Berna, e a sua aluna de doutoramento Esther Linder, quiseram responder quando souberam do possível planeta adicional no Sistema Solar sugerido por Konstantin Batygin e Mike Brown do Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena, EUA.

Os cientistas suíços são especialistas na modelagem da evolução de planetas. Eles costumam estudar a formação de exoplanetas jovens nos discos em torno de outras estrelas a anos-luz de distância e possíveis imagens diretas destes objetos com instrumentos futuros como o Telescópio Espacial James Webb. Portanto, Esther Linder afirma: "para mim, o candidato a Planeta 9 é um objeto próximo, apesar de estar cerca de 700 vezes mais longe do que a distância entre a Terra e o Sol." Os astrofísicos assumem que o Planeta 9 é uma versão mais pequena de Úrano e Neptuno - um pequeno gigante gasoso com um invólucro de hidrogénio e hélio. Com o seu modelo de evolução planetária, calcularam como é que parâmetros como o raio planetário e o seu brilho evoluíram ao longo do tempo desde que o Sistema Solar se formou há 4,6 mil milhões anos atrás.

Estrutura simulada do candidato Planeta 9.
Crédito: Esther Linder, Christoph Mordasini, Universidade de Berna
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Aquecido a partir do interior

No seu artigo aceite para publicação na revista "Astronomy & Astrophysics", os cientistas concluem que um planeta com massa equivalente a 10 massas terrestres tem um raio atual de 3,7 raios terrestres. A sua temperatura ronda os -226º C ou 47 Kelvin. "Isto significa que a emissão do planeta é dominada pelo arrefecimento do seu núcleo, caso contrário a temperatura só seria de 10 K," explica Esther Linder: "A sua potência intrínseca é cerca de 1000 vezes superior à sua energia absorvida." Por conseguinte, a luz solar refletida contribui apenas com uma pequena parte da radiação total que pode ser detetada. Isto também significa que o planeta é muito mais brilhante no infravermelho do que no visível. "Com o nosso estudo, o candidato a Planeta 9 é agora mais do que um simples ponto de massa, toma forma com propriedades físicas," afirma Christoph Mordasini.

Os investigadores também verificaram se os seus resultados explicam o porquê do Planeta 9 não ter sido detetado até agora pelos telescópios. Calcularam o brilho de planetas mais pequenos e maiores em várias órbitas. Eles concluem que os levantamentos do céu, realizados no passado, têm apenas uma pequena chance de detetar um objeto com uma massa de 20 massas terrestres ou menos, especialmente se estiver perto do ponto mais afastado da sua órbita em torno do Sol. Mas o WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer) da NASA tem capacidade para avistar um planeta com uma massa equivalente a 50 massas terrestres ou mais. "Isto coloca um interessante limite superior na massa do planeta," explica Esther Linder. De acordo com os cientistas, os telescópios futuros como o LSST (Large Synoptic Survey Telescope), em construção perto de Cero Tololo no Chile, ou pesquisas dedicadas, deverão ser capazes ou de encontrar ou de excluir o candidato a Planeta 9. "É uma perspetiva interessante," afirma Christoph Mordasini.

Sonda Cassini não é afetada pelo hipotético Planeta 9

Ao contrário de notícias recentes, e segundo os gestores da missão e especialistas na determinação da órbita no JPL da NASA, a sonda Cassini da NASA não sente desvios inexplicáveis na sua órbita em redor de Saturno.

Várias notícias recentes relataram uma misteriosa anomalia na órbita da Cassini que poderia, potencialmente, ser explicada pela força gravitacional de um novo e enorme planeta teórico no nosso Sistema Solar, situado bem para lá da órbita de Neptuno. Embora a existência do planeta proposto possa, eventualmente, ser confirmada por outros meios, os navegadores da missão não observam desvios inexplicáveis na órbita da sonda desde a sua chegada ao sistema saturnino em 2004.

Saturno, visto pela sonda Cassini da NASA em 2008. O rastreamento a longo-termo da posição da sonda não revelou perturbações inexplicáveis na órbita da Cassini.
Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"Embora nos gostássemos que a Cassini ajudasse a detetar um novo planeta no Sistema Solar, nós não vemos perturbações na nossa órbita que não podem ser explicadas com os nossos modelos atuais," afirma Earl Maize, gestor do projeto Cassini no JPL.

"Um planeta ainda não descoberto para lá da órbita de Neptuno, com 10 vezes a massa da Terra, afetaria a órbita de Saturno, não a da Cassini," afirma William Folkner, cientista planetário no JPL. Folkner desenvolve informações de órbitas planetárias usadas para a navegação de alta-precisão em naves da NASA. "Isto poderia produzir uma assinatura nas medições da Cassini em órbita de Saturno caso o planeta estivesse perto o suficiente do Sol. Mas nós não vemos qualquer assinatura inexplicável acima do nível do ruido de medição nos dados da Cassini obtidos entre 2004 e 2016."

Um artigo recente previa que, se os dados de rastreamento e de posição da Cassini ficassem disponíveis até ao ano 2020, poderiam ajudar a excluir algumas possíveis localizações do planeta teórico na sua longa órbita em redor do Sol.

A missão Cassini tem fim planeado para 2017, quando o orbitador - com muito pouco combustível para continuar em missão mais tempo - mergulhar na atmosfera de Saturno.

Links:

Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
26/02/2016 - Procurando o Planeta Nove
22/01/2016 - Cientistas encontram evidências teóricas de um nono planeta

Notícias relacionadas:
Universidade de Berna (comunicado de imprensa)
NASA (comunicado de imprensa)
Artigo científico - Linder & Mordasini
Astronomy & Astrophysics
Astronomy
SPACE.com
EarthSky
ScienceDaily
redOrbit
PHYSORG
PHYSORG - 2
Discovery News
BBC News
gizmag

Planeta Nove:
Wikipedia

WISE:
Wikipedia
Arquivo de dados do WISE
NEOWISE
U. Berkeley

LSST:
Página oficial
Wikipedia

Cassini:
Página oficial (NASA)
Wikipedia

 
O COMETA QUE MUDA DE COR
O Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko foi visto a mudar de cor e brilho pelo instrumento VIRTIS (Visible and InfraRed Thermal Imaging Spectrometer) da Rosetta, à medida que mais água gelada era expostas perto da superfície enquanto se movia para mais perto do Sol entre agosto e novembro de 2014.
No período de três meses destes estudo, o cometa moveu-se dos 542 milhões para 438 milhões de quilómetros do Sol, e a distância sonda-cometa variou entre mais ou menos 100 até 10 km, resultando numa gama de condições de iluminação e geometrias de visualização.
Em geral, as porções mais escuras do cometa, que contêm poeira seca feita de uma mistura de minerais e compostos orgânicos, refletem luz a comprimentos de onda mais avermelhados, enquanto as regiões ativas e as exposições ocasionais de água gelada são mais azuladas.
O estudo VIRTIS mostra que mesmo nos primeiros três meses de estudo no cometa, as mudanças médias globais foram notáveis, com uma tendência geral para se tornar mais brilhante e mais rico em água gelada. Isto é particularmente discernível na região Imhotep, que se torna no geral mais azul com o passar do tempo.
Crédito: sonda - ESA/ATG medialab; dados - ESA/Rosetta/VIRTIS/INAF-IAPS/Obs. de Paris-Lesia/DLR; G. Fillacchione et al (2016)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A sonda Rosetta da ESA observou o seu cometa a mudar de cor e brilho, à medida que o calor do Sol "arrancava" superfície mais antiga para revelar material mais fresco.

O instrumento VIRTIS (Visible and InfraRed Thermal Imaging Spectrometer) da Rosetta começou a detetar estas alterações nas partes iluminadas do Cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko - principalmente no hemisfério norte e nas regiões equatoriais - nos meses imediatamente após a chegada do orbitador em agosto de 2014.

Um novo artigo, publicado na revista Icarus, relata resultados iniciais deste estudo, até novembro de 2014, quando a Rosetta operava entre 100 e 10 quilómetros do núcleo do cometa. Ao mesmo tempo, o próprio cometa movia-se para mais perto do Sol, desde 542 até 438 milhões de quilómetros.

O VIRTIS monitorizou as mudanças na luz refletida a partir da superfície ao longo de uma ampla gama de comprimentos de onda visíveis e infravermelhos, como indicador de mudanças subtis na composição da camada mais externa do cometa.

Mosaico do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, composto por 4 imagens obtidas no dia 19 de setembro de 2014, quando a Rosetta estava a 28,6 km do cometa.
Crédito: ESA/Rosetta/NAVCAM
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Quando lá chegou, a Rosetta encontrou um corpo extremamente escuro, refletindo cerca de 6% da luz visível que incidia sobre ele. Isto porque a maioria da superfície está coberta por uma camada de poeira escura e seca constituída por uma mistura de minerais e compostos orgânicos.

Algumas superfícies são ligeiramente mais brilhantes, indicando diferenças em composição. A maioria da superfície é ligeiramente avermelhada por material orgânico, enquanto o ocasional material rico em gelo mostra-se um pouco mais azul.

Mesmo quando a Rosetta chegou ao cometa, ainda longe do Sol, os gelos escondidos por baixo da superfície estavam já a ser gentilmente aquecidos, sublimando em gás, e a escapar, levantando alguma da poeira e contribuindo para a cabeleira e cauda do cometa.

O VIRTIS mostra que à medida que as camadas "antigas" de poeira eram expelidas, o material mais fresco era gradualmente exposto. Esta nova superfície era mais refletiva, tornando o cometa mais brilhante, e mais rica em gelo, resultando em medições mais azuladas.

Em média, o brilho do cometa mudou cerca de 34%. Na região Imhotep, aumentou de 6,4% para 9,7% ao longo de três meses de observações.

Mosaico de seis imagens do instrumento OSIRIS da geologicamente diversa região Imhotep no Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. O mosaico compreende imagens captadas nos dias 3 de agosto, 25 de agosto e 5 de setembro de 2014, a distâncias de 272 km, 52 km e 43 km do centro do cometa, respetivamente. Como tal, a escala varia de 5 m/pixel até 0,8 m/pixel.
Crédito: ESA/Rosetta/MPS para Equipa OSIRIS MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"A tendência geral parece ser um aumento na abundância de água gelada nas camadas superficiais do cometa, o que resulta numa mudança nas assinaturas espectrais observadas. Assim sendo, é como se o cometa mudasse de cor em frente aos nossos olhos," comenta Gianrico Filacchione, autor principal do estudo.

"Esta evolução é uma consequência direta da atividade que ocorre à superfície e imediatamente por baixo. A eliminação parcial da camada de poeira provocada pelo início da atividade gasosa é a provável causa do aumento de abundância de água gelada à superfície."

"As propriedades da superfície são realmente dinâmicas, mudam com a distância do Sol e com os níveis de atividade cometária," acrescenta Fabrizio Capaccioni, investigador principal do VIRTIS.

"Começámos a analisar os dados subsequentes e já podemos ver que a tendência continua nas observações feitas depois de novembro de 2014."

"A evolução das propriedades superficiais com a atividade era algo que nunca tinha sido observado antes numa missão cometária e é um grande objetivo científico da missão Rosetta," afirma Matt Taylor, cientista do projeto Rosetta da ESA.

"É ótimo ver a publicação de artigos científicos que abordam diretamente este tópico e estamos ansiosos por ver como as coisas mudaram ao longo de toda a missão."

Links:

Cobertura da missão Rosetta pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
16/02/2016 - Philae enfrenta hibernação eterna
15/01/2016 - Confirma-se que gelo exposto à superfície do cometa da Rosetta é água
03/11/2015 - Resultados da missão Rosetta antes do periélio
30/10/2015 - Primeira deteção de oxigénio molecular num cometa
06/10/2015 - Rosetta espia o lado escuro do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko
29/09/2015 - Cometa da Rosetta é um binário de contacto
25/09/2015 - Rosetta revela ciclo de água do Cometa 67P/C-G
14/08/2015 - O grande dia da Rosetta ao Sol
11/08/2015 - "Fogos de artifício" cometários antes do periélio
07/08/2015 - Há um ano que a Rosetta orbita o Cometa 67P/C-G
04/08/2015 - Ciência à superfície do Cometa 67P/C-G
03/07/2015 - Depressões no Cometa 67P/C-G produzem jatos
26/06/2015 - Água gelada exposta, detetada à superfície do Cometa 67P/C-G
19/06/2015 - Despertar do Philae desencadeia intenso esforço de planeamento
16/06/2015 - O módulo de aterragem da Rosetta, Philae, acordou
12/06/2015 - Equipa da Rosetta avista brilho que poderá ser módulo desaparecido
05/06/2015 - Estudo ultravioleta revela surpresas na cabeleira de cometa
17/04/2015 - Rosetta e Philae descobrem que cometa não é magnetizado
24/03/2015 - Sonda Rosetra faz a primeira deteção de nitrogénio molecular num cometa
06/02/2015 - Rosetta "mergulha" para encontro íntimo
27/01/2015 - Rosetta observa cometa a largar o seu revestimento de poeira
23/01/2015 - Dando a conhecer o cometa da Rosetta
12/12/2014 - Rosetta alimenta debate sobre origem dos oceanos da Terra
28/11/2014 - Onde diabos pousou o Philae?
21/11/2014 - Primeiros resultados científicos do Philae
18/11/2014 - Philae completa missão principal antes de hibernar
14/11/2014 - Philae poisa no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko
11/11/2014 - Como aterrar num cometa
07/11/2014 - Adeus "J", olá Agilkia
28/10/2014 - O "perfume" do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko
17/10/2014 - ESA confirma local de aterragem do Philae
30/09/2014 - Philae com aterragem prevista para 12 de Novembro
16/09/2014 - Está escolhido o local de aterragem do Philae
26/08/2014 - Onde é que o Philae vai aterrar?
08/08/2014 - A nave Rosetta chega ao seu cometa de destino
05/08/2014 - Sonda Rosetta chega a cometa esta semana
01/04/2014 - Philae está acordado!
17/01/2014 - O despertador mais importante do Sistema Solar
13/07/2010 - Rosetta triunfa no asteróide Lutetia
13/11/2009 - Será que o "flyby" da Rosetta indica uma nova física exótica? 
06/11/2009 - Rosetta faz último "flyby" pela Terra a 13 de Novembro 
06/09/2008 - Rosetta passa por Steins: um diamante no céu 
03/09/2008 - Contagem decrescente para "flyby" por asteróide 
28/02/2007 - A semana dos "flybys" 
01/06/2004 - Primeira observação científica da Rosetta 
12/03/2004 - Escolhidos os dois asteróides para aproximação da Rosetta 
09/03/2004 - Sonda Rosetta finalmente lançada

Notícias relacionadas:
ESA (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
Icarus
spaceref
PHYSORG

Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko:
Wikipedia
ESA

Sonda Rosetta:
ESA
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TAMBÉM EM DESTAQUE
  Procurando Mundos Longínquos e Vagueantes (via NASA)
Astrónomos deram grandes passos na descoberta de planetas fora do nosso Sistema Solar. Na verdade, nos últimos 20 anos, mais de 5000 exoplanetas foram detetados. A maioria orbita uma estrela em órbitas de horas, dias ou semanas. Mas, e aqueles que orbitam mais longe das estrelas ou, em alguns casos, que não têm sequer uma estrela para orbitar? Alguns estudos sugerem que existem mais planetas livre e flutuantes do que estrelas na Via Láctea. Ler fonte
 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - O Cometa e o Enxame
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: José J. Chambó (Cometografia)
 
O Cometa Linear tornou-se inesperadamente brilhante. Descoberto em 2000, aumentou 100 vezes de brilho apenas uma semana antes de passar a umas meras 14 distâncias lunares no final do mês passado. O cometa foi aqui capturado a semana passada com aproximadamente magnitude 6 - apenas brilhante o suficiente para ser visto a olho nu - passando em frente do distante enxame globular M14. O Cometa 252/P LINEAR pertence a um grupo raro de cometas que vacilam entre a Terra e Júpiter a cada 5 anos. Não se sabe como é que o cometa irá evoluir a partir daqui, mas as esperanças estão altas para que permaneça um objeto binocular nos céus do norte durante as próximas semanas.
 

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