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  Astroboletim #2067  
  29/12/2023 a 01/01/2024  
     
 
EFEMÉRIDES

DIA 29/12: 363.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...
Em 1923 nascia Yvonne Choquet-Bruhat, física e matemática francesa, cujo trabalho se situou na interseção da matemática com a física, nomeadamente na teoria da relatividade geral de Einstein. O seu trabalho foi aplicado na deteção das ondas gravitacionais.

HOJE, NO COSMOS:
Esta é a altura do ano em que M31, a Galáxia de Andrómeda, passa perto do zénite pouco depois do anoitecer (para observadores a latitudes médias norte). A hora exata depende da longitude do observador. Uns binóculos mostram M31 como uma mancha pequena, ténue e alongada logo ao lado do joelho de Andrómeda.

 

DIA 30/12: 364.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 2000, dá-se a passagem das sondas acopladas Cassini-Huygens por Júpiter.

Passam a 9.721.846 km do topo das nuvens de Júpiter à medida que recebem um impulso gravitacional para a última parte da viagem até Saturno.
HOJE, NO COSMOS:
O asteroide mais brilhante do céu, Vesta, passou há pouco tempo a sua oposição e está a aproximar-se de Zeta Tauri, a ponta mais ténue dos chifres de Touro, perto da "moca" de Orionte. Uns binóculos vão mostrar Vesta facilmente com magnitude 6,5. Mas precisa de um mapa celeste para o distinguir de todos os outros pontos brilhantes na área!
Vesta vai passar a 0,2º de Zeta Tauri nas noites de 7 e 8 de janeiro. E depois a 0,5º S da ténue Nebulosa do Caranguejo, ou M1, nas noites de 11, 12 e 13 de janeiro.

 

DIA 31/12: 365.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

Em 2011, a NASA consegue colocar em órbita lunar a primeira das duas sondas GRAIL.

HOJE, NO COSMOS:
Depois dos festejos e fogos-de-artifício do Ano Novo, saia à rua, para a escuridão silenciosa e fria. A Lua Minguante estará a brilhar a este, com a "foice" de Leão a flutuar a um punho à distância do braço esticado para cima.
A sul, Sirius estará a brilhar no seu ponto mais alto, com as outras estrelas brilhantes de Cão Maior para a sua direita e para baixo.
Sirius é a estrela inferior do brilhante e equilátero Triângulo de Inverno. As outras são Betelgeuse, no ombro de Orionte, para cima e para a direita de Sirius, e Procyon, à mesma distância, para cima e para a esquerda de Sirius. O Triângulo apoia-se em Sirius, quase em equilíbrio.

 

DIA 01/01: 1.º DIA DO CALENDÁRIO GREGORIANO
NESTE DIA ACONTECEU...

No ano 45 AC, começa o calendário Juliano.
Em 1801, Giuseppe Piazzi, monge italiano, descobre Ceres, o primeiro asteroide observado entre Marte e Júpiter, agora classificado como planeta anão.
Em 1925, numa reunião da Sociedade Astronómica Americana e da Associação Americana para o Desenvolvimento da Ciência em Washington, D.C., Edwin Hubble reporta que encontrou cefeidas nas "nebulosas espirais", o que levaria ao declínio da hipótese que dizia que a nossa Via Láctea seria o todo do Universo.

A descoberta de Hubble levaria também à descoberta que vivemos numa de muitas galáxias. 
Em 2012, a NASA consegue colocar em órbita lunar a segunda das duas sondas GRAIL.
Em 2014, o primeiro asteroide descoberto nesse ano, designado 2014 AA, colide com a Terra por cima do Oceano Atlântico.
HOJE, NO COSMOS:
As Plêiades brilham alto a sudeste por estas noites, não muito maiores do que a ponta de um dedo à distância do braço esticado. Quantas estrelas deste enxame aberto consegue contar à vista desarmada? Tenha calma e olhe durante algum tempo. A maioria das pessoas consegue contar 6. Com uma boa visão e um bom céu escuro, poderá ser capaz de discernir 8 ou 9.

 
 
   
Juno vai observar de perto a lua vulcânica de Júpiter, Io, a 30 de dezembro
 
Esta imagem que revela a região polar norte da lua Joviana, Io, foi obtida no dia 15 de outubro pela sonda Juno da NASA. Três dos picos montanhosos visíveis na parte superior da imagem, perto da linha entre o dia e a noite, foram aqui observados pela primeira vez pela câmara JunoCam da sonda espacial.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/SwRI/MSSS; processamento: Ted Stryk
 

A nave espacial Juno da NASA fará no sábado, 30 de dezembro, a mais íntima passagem pela lua de Júpiter, Io, de qualquer nave espacial em mais de 20 anos. Ao passar a cerca de 1500 quilómetros da superfície do mundo mais vulcânico do nosso Sistema Solar, espera-se que a passagem permita aos instrumentos da Juno gerar uma grande quantidade de dados.

"Combinando os dados desta passagem com as nossas observações anteriores, a equipa científica da Juno está a estudar a variação dos vulcões de Io", disse o investigador principal da Juno, Scott Bolton do SwRI (Southwest Research Institute) em San Antonio, Texas, EUA. "Estamos a procurar a frequência com que entram em erupção, o brilho e a temperatura, a forma do fluxo de lava e como a atividade de Io está ligada ao fluxo de partículas carregadas na magnetosfera de Júpiter".

Uma segunda passagem muito próxima de Io está agendada para 3 de fevereiro de 2024, na qual a Juno se aproximará novamente a cerca de 1500 quilómetros da superfície.

A sonda tem vindo a monitorizar a atividade vulcânica de Io a distâncias que variam entre cerca de 11.000 quilómetros e mais de 100.000 quilómetros, e proporcionou as primeiras vistas dos polos norte e sul da lua. A nave espacial também já passou perto das luas geladas Ganimedes e Europa.

"Com os nossos dois 'flybys' próximos em dezembro e fevereiro, a Juno irá investigar a origem da enorme atividade vulcânica de Io, se existe um oceano de magma por baixo da sua crosta e a importância das forças de maré de Júpiter, que estão a apertar implacavelmente esta lua torturada", disse Bolton.

Agora, no terceiro ano da sua missão alargada para investigar a origem de Júpiter, a nave espacial alimentada a energia solar irá também explorar o sistema de anéis onde residem algumas das luas interiores do gigante gasoso.

As três câmaras a bordo da Juno estarão ativas durante a passagem por Io. A câmara JIRAM (Jovian Infrared Auroral Mapper), que capta imagens no infravermelho, irá recolher as assinaturas de calor emitidas pelos vulcões e caldeiras que cobrem a superfície da lua. A câmara de navegação estelar (chamada "Stellar Reference Unit", que também forneceu ciência valiosa) obterá a imagem de maior resolução da superfície até à data. E a JunoCam irá obter imagens a cores no visível.

A JunoCam foi incluída na nave espacial para o envolvimento do público e foi concebida para funcionar até oito passagens por Júpiter. O próximo "flyby" por Io será a 57.ª órbita da Juno em torno de Júpiter, onde a nave espacial e as câmaras têm suportado um dos ambientes de radiação mais exigentes do Sistema Solar.

"Os efeitos cumulativos de toda esta radiação começaram a aparecer na JunoCam nas últimas órbitas", disse Ed Hirst, gestor do projeto Juno no LJPL da NASA, no sul do estado norte-americano da Califórnia. "As imagens do último 'flyby' mostram uma redução da gama dinâmica do gerador de imagens e o aparecimento de ruído. A nossa equipa de engenharia tem estado a trabalhar em soluções para aliviar os danos causados pela radiação e para manter o gerador de imagens a funcionar."

 
Esta imagem da lua de Júpiter, Io, pela JunoCam, capta uma pluma de material ejetado do (invisível) vulcão Prometeu. Indicada pela seta vermelha, a pluma é visível na escuridão abaixo do terminador (a linha que divide o dia e a noite). A imagem foi obtida pela sonda Juno da NASA no dia 15 de outubro.
Crédito: NASA/JPL-Caltech/SwRI/MSSS
 

Mais Io, por favor

Após vários meses de estudo e avaliação, a equipa da Juno ajustou a trajetória futura planeada da nave espacial para acrescentar sete novas passagens distantes por Io (num total de 18) ao plano de missão alargado. Depois da passagem próxima por Io, a 3 de fevereiro, a nave espacial passará por Io em órbitas alternadas, com cada órbita a ficar progressivamente mais distante: a primeira será a uma altitude de cerca de 16.500 quilómetros acima de Io, e a última será a cerca de 115.000 quilómetros.

A atração gravitacional de Io sobre Juno, durante esta passagem de 30 de dezembro, reduzirá a órbita da nave espacial em torno de Júpiter de 38 para 35 dias. A órbita de Juno cairá para 33 dias após o "flyby" de 3 de fevereiro.

Depois disso, a nova trajetória da Juno fará com que Júpiter bloqueie o Sol, da perspetiva da nave espacial, durante cerca de cinco minutos, na altura em que o orbitador está mais próximo do planeta. Embora esta seja a primeira vez que a nave espacial movida a energia solar se depara com a escuridão desde o seu "flyby" pela Terra em outubro de 2013, a duração será demasiado curta para afetar o seu funcionamento geral. À exceção do eclipse de 3 de fevereiro, a nave espacial irá encontrar eclipses solares como este durante todos os "flybys" próximos de Júpiter a partir de agora e até ao fim da sua missão, que termina no final de 2025.

A partir de abril de 2024, a nave espacial levará a cabo uma série de experiências de ocultação que utilizam a experiência de gravidade da Juno para sondar a composição atmosférica superior de Júpiter, o que fornece informações fundamentais sobre a forma e a estrutura interior do planeta.

// NASA (comunicado de imprensa)

 


Quer saber mais?

Io:
NASA
CCVAlg - Astronomia
Nine Planets
Wikipedia

Júpiter:
NASA
CCVAlg - Astronomia
Nine Planets
Wikipedia

Missão Juno:
NASA
SwRI
Wikipedia

 
   
OSIRIS-APEX, anteriormente OSIRIS-REx, preparada para a sua nova missão
 
Impressão de artista da nave espacial OSIRIS-APEX a disparar os seus propulsores perto da superfície do asteroide Apófis.
Crédito: Heather Roper
 

A nave espacial a que se dava o nome OSIRIS-REx está numa viagem com o objetivo de estudar o asteroide Apófis e tirar partido da sua mais íntima passagem pela Terra em 2029, algo que não acontece desde o início da história registada.

No final de uma viagem de longo curso, pode ser altura de levantar os pés e de descansar um pouco - especialmente se foi uma viagem de sete anos e 6,4 mil milhões de quilómetros para trazer à Terra uma amostra do asteroide Bennu. Mas a OSIRIS-REx (Origins, Spectral Interpretation, Resource Identification and Security - Regolith Explorer), a missão da NASA que alcançou este feito em setembro, já está a caminho de um novo destino. E com um novo nome.

Quando a OSIRIS-REx deixou Bennu em maio de 2021 com uma amostra a bordo, os seus instrumentos estavam em ótimo estado e ainda lhe restava um-quarto do combustível. Assim, em vez de desligar a nave depois de ter entregue a amostra, a equipa propôs enviá-la numa missão bónus ao asteroide Apófis, com chegada prevista para abril de 2029. A NASA concordou e assim nasceu a OSIRIS-APEX (Origins, Spectral Interpretation, Resource Identification, and Security – Apophis Explorer).

Uma oportunidade rara no asteroide Apófis

Depois de considerar vários destinos (incluindo Vénus e vários cometas), a NASA optou por enviar a nave espacial até Apófis, um asteroide do tipo S feito de materiais de silicato e níquel-ferro - um pouco diferente de Bennu, rico em carbono e do tipo C.

A parte interessante no que toca a Apófis é a sua aproximação excecional ao nosso planeta no dia 13 de abril de 2029. Embora Apófis não vá colidir com a Terra durante este encontro nem num futuro previsível, a passagem de 2029 colocará o asteroide a menos de 32.000 quilómetros da superfície - mais perto do que alguns satélites e perto o suficiente para que possa ser visível a olho nu no hemisfério oriental.

Os cientistas estimam que asteroides do tamanho de Apófis, com cerca de 340 metros de diâmetro, só se aproximam da Terra uma vez em cada 7500 anos.

"A OSIRIS-APEX estudará Apófis imediatamente após essa passagem, permitindo-nos ver como a sua superfície muda ao interagir com a gravidade da Terra", disse Amy Simon, cientista do projeto da missão, do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, estado norte-americano de Maryland.

O encontro próximo de Apófis com a Terra irá alterar a órbita do asteroide e a duração do seu dia de 30,6 horas. O encontro também pode causar sismos e deslizamentos de terra na superfície do asteroide, que podem agitar o material e revelar o que está por baixo.

"A aproximação é uma grande experiência natural," disse Dani Mendoza DellaGiustina, investigadora principal da OSIRIS-APEX na Universidade do Arizona em Tucson. "Sabemos que as forças de maré e a acumulação de material em pilhas de entulho são processos fundamentais que podem desempenhar um papel na formação dos planetas. Podem informar como passámos de detritos no início do Sistema Solar para planetas completos".

O asteroide Apófis representa mais do que apenas uma oportunidade para aprender mais sobre a formação dos sistemas solares e dos planetas: acontece que a maioria dos asteroides potencialmente perigosos conhecidos (aqueles cujas órbitas se encontram a menos de 4,6 milhões de quilómetros da Terra) são também do tipo S. O que a equipa descobrir sobre Apófis pode informar a investigação sobre defesa planetária, uma das principais prioridades da NASA.

 
Estas imagens do asteroide Apófis foram obtidas em março de 2021 por antenas de rádio no complexo Goldstone da DSN (Deep Space Network), na Califórnia, e pelo GBT (Green Bank Telescope), na Virgínia Ocidental. O asteroide estava a 17 milhões de quilómetros de distância, e cada pixel tem uma resolução de 38,75 metros.
Crédito: NASA/JPL-Caltech e NSF/AUI/GBO
 

OSIRIS-APEX: Itinerário da viagem

No dia 2 de abril de 2029 - cerca de duas semanas antes do encontro próximo de Apófis com a Terra - as câmaras da OSIRIS-APEX começarão a captar imagens do asteroide à medida que a nave se aproxima dele. Durante este período, Apófis será também observado de perto por telescópios terrestres. Mas nas horas seguintes ao encontro mais íntimo, o asteroide Apófis estará demasiado perto do Sol no céu da Terra para ser observado por telescópios óticos terrestres. Isto significa que quaisquer alterações provocadas pelo encontro serão melhor detetadas pela nave espacial.

A OSIRIS-APEX chegará ao asteroide no dia 13 de abril de 2029 e operará na sua proximidade durante cerca de 18 meses. Para além de estudar as alterações causadas pelo encontro de Apófis com a Terra, a nave espacial conduzirá muitas das mesmas investigações que a OSIRIS-REx fez em Bennu, incluindo a utilização do seu conjunto de câmaras, espetrómetros e um altímetro laser para mapear a superfície e analisar a sua composição química.

Como "encore", a OSIRIS-APEX repetirá um dos atos mais impressionantes da OSIRIS-REx (sem contar com a recolha de amostras), mergulhando até menos de 5 metros da superfície do asteroide e disparando os seus propulsores em direção à superfície. Esta manobra irá agitar rochas e poeiras para dar aos cientistas uma espreitadela ao material que se encontra por baixo.

Embora o encontro com Apófis esteja a mais de cinco anos de distância, o próximo marco na sua viagem é a primeira de seis passagens próximas do Sol. Estas aproximações, juntamente com três assistências gravitacionais da Terra, colocarão a OSIRIS-APEX na rota para alcançar Apófis em abril de 2029.

Ainda não se sabe o que a OSIRIS-APEX vai descobrir sobre Apófis, mas se a encarnação anterior da missão é alguma indicação, está à nossa frente ciência surpreendente. "Aprendemos muito em Bennu, mas agora estamos armados com ainda mais perguntas para o nosso próximo alvo", disse Simon.

// NASA (comunicado de imprensa)
// Animação da aproximação do asteroide Apófis à Terra (JPL via YouTube)

 


Quer saber mais?

Cobertura da missão OSIRIS-REx pelo CCVAlg - Astronomia:
13/10/2023 - Amostra do asteroide Bennu contém carbono e água
26/09/2023 - Cápsula da OSIRIS-REx, com amostras do asteroide Bennu, pousou com sucesso na Terra
05/09/2023 - NASA completa últimos testes da missão OSIRIS-REx antes da chegada das amostras do asteroide Bennu
29/04/2022 - NASA dá luz verde à nave espacial OSIRIS-REx para visitar outro asteroide
08/10/2021 - As rochas altamente porosas são responsáveis pela superfície surpreendentemente irregular de Bennu
13/08/2021 - OSIRIS-REx da NASA fornece informações sobre a órbita futura do asteroide Bennu
14/05/2021 - OSIRIS-REx despede-se de Bennu
20/04/2021 - OSIRIS-REx deixa a sua marca no asteroide Bennu
27/10/2020 - OSIRIS-REx recolhe quantidade significativa de material do asteroide Bennu
23/10/2020 - OSIRIS-REx toca com sucesso no seu asteroide
20/10/2020 - Dez curiosidades sobre Bennu
13/10/2020 - OSIRIS-REx desvenda mais segredos do asteroide Bennu
29/09/2020 - OSIRIS-REx da NASA começa contagem decrescente para evento TAG
25/09/2020 - Asteroide Bennu tem pedaços de Vesta à sua superfície
11/09/2020 - Porque é que o asteroide Bennu está a expelir partículas para o espaço?
27/03/2020 - Os pedregulhos de Bennu brilham como faróis para a OSIRIS-REx da NASA
10/03/2020 - Primeiros nomes oficiais dados a características da superfície de Bennu
17/12/2019 - "X" marca o local: NASA seleciona zona para recolha de amostras em Bennu
10/12/2019 - Missão OSIRIS-REx explica misteriosos eventos de partículas de Bennu
10/12/2019 - OSIRIS-REx prestes a selecionar local de recolha de amostras
16/08/2019 - Selecionados os quatro candidatos finais a local de recolha de amostras de Bennu
28/05/2019 - NASA convida público a ajudar a escolher o local de recolha de amostras da OSIRIS-REx
22/03/2019 - OSIRIS-REx revela grandes surpresas em Bennu
15/03/2019 - Bennu, o alvo da missão OSIRIS-REx, gira mais depressa ao longo do tempo
14/12/2018 - Recém-chegada OSIRIS-REx já descobriu água no asteroide Bennu
28/08/2018 - OSIRIS-REx da NASA começa campanha de observações do asteroide
27/12/2016 - OSIRIS-REx vai procurar asteroides raros
06/09/2016 - NASA prepara-se para lançar a sua primeira missão de recolha e envio de amostras de um asteroide

Asteroide Apófis:
NASA
Wikipedia

Asteroide Bennu:
NASA
NASA - 2 
Wikipedia

OSIRIS-APEX (anteriormente OSIRIS-REx):
Página oficial
NASA
YouTube
Instagram
Wikipedia

 
   
Também em destaque
  Júpiter foi alvo de caçador de exoplanetas (via Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço)
Pela primeira vez, um instrumento para encontrar planetas a anos-luz foi utilizado num objeto do Sistema Solar, num estudo sobre os ventos de Júpiter realizado pelo IA. Ler fonte
     
  Será que conseguimos detetar sinais de vida na frígida lua de Saturno? (via UC San Diego)
À medida que a tecnologia e a investigação astrofísica continuam a avançar, uma questão persiste: existe vida noutras partes do Universo? A Via Láctea tem centenas de milhares de milhões de corpos celestes, mas os cientistas procuram frequentemente três elementos cruciais na sua busca contínua: água, energia e matéria orgânica. As evidências indicam que a lua gelada de Saturno, Encélado, é um "mundo oceânico" que contém os três elementos, o que a torna um alvo privilegiado na procura por vida. Ler fonte
 
   

Álbum de fotografias
IC 443: A Nebulosa da Medusa

(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: David Payne
 
Porque é que esta medusa está a nadar num mar de estrelas? À deriva perto da brilhante estrela Eta Geminorum, vista à direita, a Nebulosa da Medusa estende os seus tentáculos a partir da brilhante crista arqueada de emissão à esquerda do centro. De facto, a medusa cósmica faz parte do remanescente de supernova em forma de bolha IC 443, a nuvem de detritos em expansão de uma estrela massiva que explodiu. A luz da explosão atingiu pela primeira vez o planeta Terra há mais de 30.000 anos. Tal como a sua prima em águas astronómicas, a Nebulosa do Caranguejo, sabe-se que o remanescente de supernova IC 443 alberga uma estrela de neutrões - o remanescente do núcleo estelar colapsado. A Nebulosa da Medusa está a cerca de 5000 anos-luz de distância. A essa distância, a imagem apresentada teria cerca de 140 anos-luz de diâmetro.
 
   
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