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Edição n.º 1051
04/04 a 07/04/2014
 
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04.04.14 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
20:30 – 21:10 - Apresentação sobre tema de astronomia
21:10 – 22:20 - Observação astronómica nocturna com telescópio.
Público: Público em geral, local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens/ estudantes/ reformados (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922
Palestra sobre um tema de astronomia seguida de observação do céu noturno com telescópio (dependente de meteorologia favorável)

26.04.14 - DESCOBRINDO O SOL
14:00 (actividade incluída na visita ao centro; 1€ para participantes que não visitem o Centro – crianças até 12 anos grátis)
Observação do Sol em segurança para conhecer um pouco melhor alguns aspectos da nossa estrela, podendo incluir outras atividades relacionadas com o Sol e o aproveitamento da energia solar. Público: Público em geral, local: CCVAlg

 
EFEMÉRIDES

Dia 04/04: 94.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1968, era lançada a Apollo 6
Em 1983, o vaivém espacial Challenger fazia o seu voo inaugural no espaço (STS-6).

Em 1996, o cometa Hyakutake é observado pela NEAR.
Observações: Aviste Marte e Espiga a Sudoeste após o anoitecer e bem para a sua esquerda brilha Arcturo, a "Estrela da Primavera", brilhando a Este. Arcturo forma a parte de baixo do asterismo longo e estreito de "papagaio-de-papel", constituído pelas estrelas mais brilhantes de Boieiro. O "papagaio-de-papel" encontra-se de lado, para a esquerda de Arcturo, o seu topo inclinado um pouco para cima. O "papagaio-de-papel" mede 23º, cerca de dois punhos fechados à distância de um braço esticado.

Dia 05/04: 95.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1804 é registada a primeira queda de um meteorito na Escócia, em Possil.
Em 1979 a sonda Pioneer 11 faz as primeiras observações directas de Saturno e estuda as partículas energéticas da helioesfera exterior. A missão Pioneer 11 termina a 30 de Setembro de 1995, quando a última transmissão da sonda foi recebida. Com a sua fonte de energia exausta, não pode operar mais nenhum dos seus instrumentos científicos, nem apontar a sua antena para a Terra. A Pioneer está viajando na direcção da constelação de Escudo.
Em 1991 era lançado o Observatório de Raios-Gama Compton.

O objectivo desta missão era obter medições de raios-gama de toda a esfera celeste, com uma resolução angular bem melhor e com um aumento de sensibilidade em relação às anteriores missões espaciais de raios-gama. O Compton foi retirado de órbita e re-entrou na atmosfera da Terra no dia 4 de Junho do ano 2000.
Em 2009, a Coreia do Norte lança o seu polémico satélite Kwangmyŏngsŏng-2. Passou por cima do Japão, o que despoletou de imediato reacções da ONU e de vários países.
Observações: Hoje e manhã, a Lua passa para baixo de Júpiter.

Dia 06/04: 96.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1965, lançamento do Intelsat I, o primeiro satélite de telecomunicações a ser colocado em órbita geosíncrona.
Em 1973, lançamento da Pioneer 11.
Em 1993, cientistas da NASA, usando o Explorador Ultravioleta Internacional (IUE), descobrem provas directas de que as estrelas supergigantes vermelhas terminam a sua existência em explosões massivas conhecidas como supernovas.

A 12 milhões de anos-luz de distância, na galáxia conhecida como M81, o Tipo II de supernova foi designado SN 1993J, a décima supernova do ano.
Observações: O ponto brilhante para a direita e um pouco para cima da Lua é o planeta Júpiter.

Dia 07/04: 97.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1983, durante a missão STS-6, os astronautas Story Musgrave e Don Peterson fazem primeio passeio espacial do vaivém espacial.
Em 1991, era activado o Observatório de Raios-Gama Compton.
Em 2001, primeiro voo com êxito do Proton M.
Em 2001 era lançada a sonda Mars Odyssey. A missão orbital tem como objectivo mapear os elementos marcianos e os minerais, procurar água e analisar o ambiente da radiação. 

Alcançou a órbita do Planeta Vermelho a 24 de Outubro de 2001, mas os seus instrumentos só foram ligados a 14 de Fevereiro de 2002.
Observações: Lua em Quarto Crescente, pelas 09:31.
Trânsito de Europa, entre as 18:52 e as 21:39.
Trânsito da sombra de Europa, entre as 21:24 e as 00:13 (já de dia 8).

 
CURIOSIDADES


Devido à crise na Ucrânia, a NASA planeia suspender todos os trabalhos com a agência espacial russa. Apenas a Estação Espacial Internacional escapa ao fim das actividades, a fim de manter a segurança e uma operação contínua.

 
ENCELADO TEM UM MAR SUBTERRÂNEO

De acordo com a sonda Cassini, a lua gelada de Saturno, Encelado, tem um mar subterrâneo de água líquida.

A compreensão da estrutura interior de Encelado, com 500 km de diâmetro, tem sido uma prioridade da missão Cassini desde que se descobriu, em 2005, que plumas de gelo e vapor de água são expelidas a partir de fracturas com o nome "listras de trigre" no pólo sul da lua. Observações subsequentes dos jactos mostraram que são relativamente quentes em comparação com outras regiões da lua e salgadas - argumentos fortes para a existência de água líquida por baixo da superfície.

Os cientistas planetários foram agora capazes de investigar directamente o interior da lua enigmática, usando a experiência científica de rádio da Cassini. Em três ocasiões separadas, em 2010 e 2012, a sonda passou a 100 km de Encelado, duas vezes por cima do hemisfério sul e uma vez por cima do hemisfério norte. Durante os "flybys", a Cassini foi puxada ligeiramente para fora do seu percurso pela gravidade da lua, mudando a sua velocidade em apenas 0,2-0,3 milímetros por segundo.

Medições de gravidade pela sonda Cassini sugerem que a lua de Saturno, Encelado, que tem jactos de vapor de água e gelo no pólo sul, também alberga um grande oceano interior por baixo da sua camada de gelo, como a ilustração mostra.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Por mais pequenos que estes desvios sejam (esta técnica pode detectar mudanças na velocidade tão pequenas quanto 90 micrómetros por hora), foram detectáveis nos sinais de rádio da sonda à medida que eram enviados para a Terra, fornecendo uma medida de como a gravidade de Encelado varia ao longo da órbita da sonda. Estas medições puderam então ser utilizadas para deduzir a distribuição de massa no interior da lua.

"O modo como deduzimos as variações de gravidade é um conceito da física chamado Efeito Doppler, o mesmo princípio usado com um radar de medição de velocidade," afirma Sami Asmar do JPL da NASA, em Pasadena, no estado americano da Califórnia, co-autor do artigo publicado na revista Science. "À medida que a Cassini passa por Encelado, a perturbação na velocidade depende de variações no campo gravitacional que tentamos medir. Vemos a mudança na velocidade como uma mudança na frequência de rádio, cujos sinais são recebidos nas nossas estações terrestres."

Por exemplo, uma 'anomalia' gravitacional maior que a média pode sugerir a presença de uma montanha, enquanto uma leitura abaixo da média implica um défice de massa. Em Encelado, os cientistas mediram uma anomalia de massa negativa à superfície do pólo sul, acompanhada por uma anomalia positiva 30-40 km abaixo da superfície.

"Ao analisar desta forma o movimento da sonda, e tendo em conta a topografia da lua que vemos com as câmaras da Cassini, é-nos dada uma janela para a estrutura interna de Encelado," afirma Luciano Iess, autor principal dos resultados. "As perturbações no movimento da sonda podem ser explicados mais facilmente por uma estrutura interna e assimétrica da lua, um invólucro gelado que cobre água líquida a uma profundidade que ronda os 30-40 km no hemisfério sul [o corpo de água líquida propriamente dito tem cerca de 10 km de profundidade]."

As plumas de vapor de água e gelo, em muitos locais nas "listras de tigre" perto do pólo sul de Encelado. Esta imagem foi obtida pela Cassini em 2009, a uma distância de mais ou menos 14.000 km.
Crédito: NASA/JPL/Space Science Institute
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Embora os dados da gravidade não descartem um oceano global, a ideia de um mar regional que se estende desde o pólo sul até à latitude 50º S é mais consistente com a topografia da lua e as altas temperaturas globais observadas em torno das listras de tigre.

Não há certezas de que é este o oceano subsuperficial que fornece a água das plumas que vemos perto do pólo sul de Encelado. No entanto, os cientistas argumentam que é uma possibilidade real. As fracturas podem ir até uma parte da lua que é aquecida pela flexão repetida da lua, à medida que gira na sua órbita excêntrica em redor de Saturno.

"Esta experiência fornece uma nova informação crucial para a compreensão da formação das plumas nesta lua intrigante," realça Nicolas Altobelli, cientista do projecto Cassini da ESA. Grande parte do entusiasmo sobre a descoberta das plumas de água em Encelado pela missão Cassini decorre da possibilidade de que originem a partir de um ambiente húmido que possa ser favorável à vida microbiana.

"O material dos jactos polares no sul de Encelado contém água salgada e moléculas orgânicas, os ingredientes químicos básicos da vida," afirma Linda Spilker, cientista do projecto Cassini no JPL. "A sua descoberta ampliou a nossa visão da 'zona habitável' dentro do nosso Sistema Solar e em sistemas planetários de outras estrelas. Esta nova validação que um oceano de água encontra-se por baixo dos jactos reforça a compreensão deste curioso ambiente."

Links:

Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
24/06/2011 - Cassini captura spray oceânico em lua de Saturno
08/03/2011 - Cassini descobre que Encelado é um verdadeiro poço de energia
26/02/2010 - Cassini descobre pletora de plumas e zonas quentes em Encelado
26/06/2009 - Descoberta de sais pela Cassini aponta para oceano por baixo de Encelado
24/07/2009 - Lua de Saturno mostra evidências de amónia
29/11/2008 - Jactos de Encelado - molhados ou apenas selvagens?
26/08/2008 - Cassini observa fonte dos jactos em Encelado
13/08/2008 - Cassini revisita lua gelada de Saturno
09/08/2008 - Cassini prepara-se para passar novamente por Encelado
29/03/2008 - Cassini prova material orgânico de Encelado
15/03/2008 - Cassini voa pelas plumas de Encelado
14/03/2007 - Um começo quente pode explicar os geysers de Encelado
10/03/2006 - Cassini encontra sinais de água líquida em lua de Saturno
02/12/2005 - Vulcões de gelo em Encelado

Notícias relacionadas:
ESA (comunicado de imprensa)
NASA (comunicado de imprensa)
JPL (comunicado de imprensa)
Caltech (comunicado de imprensa)
Science (requer subscrição)
SPACE.com
Sky & Telescope
PHYSORG
New Scientist
Science Daily
Popular Mechanics
Scientific American
National Geographic
Discovery News
BBC News
Wired
The Verge
io9
Público

Encelado:
Solarviews
Wikipedia

Saturno:
Solarviews
Wikipedia

Cassini:
Página oficial (NASA)
Wikipedia

 
DESCOBERTOS DOIS NOVOS PLANETAS ANÕES

O nosso Sistema Solar ficou um pouco mais lotado, graças às descobertas de uma enorme câmara digital desenhada para estudar a energia escura.

Na semana passada os astrónomos anunciaram a descoberta de 2012 VP113 - com a alcunha "Joe Biden" em honra do vice-presidente dos EUA. Este potencial planeta anão foi avistado nas fronteiras do Sistema Solar, numa região chamada nuvem de Oort interior. Dias depois, a mesma equipa anunciou a descoberta de outros dois potenciais anões, conhecidos como 2013 FY27 e 2013 FZ27.

Ambos os objectos encontram-se na Cintura de Kuiper, um agrupamento de corpos relativamente pequenos para lá da órbita de Neptuno, que é também o lar de Plutão e de outros três planetas anões conhecidos. Os astrónomos suspeitam que a Cintura de Kuiper está repleta de planetas anões, mas ou reflectem muito pouca luz ou estão demasiado distantes para serem visíveis em anteriores estudos do céu.

Órbitas de 2012 VP113, 2013 FY27 e 136199 Eris.
Crédito: NASA/Emily Lakdawalla, The Planetary Society
(clique na imagem para ver versão maior)
 

FZ27 encontra-se a 50 UA do Sol, na orla exterior da Cintura de Kuiper (1 UA é a distância entre a Terra e o Sol, aproximadamente 150 milhões de quilómetros). Com cerca de 600 km em diâmetro, o objecto é provavelmente massivo o suficiente para se ter tornado quase redondo sob a força da sua própria gravidade - um dos critérios para ser classificado como planeta anão. O outro objecto recém-descoberto, FY27, tem provavelmente 1000 km em diâmetro e encontra-se a cerca de 80 UA do Sol.

O novo conjunto de descobertas não é coincidência. Todos os três objectos foram encontrados em imagens do instrumento DECam (Dark Energy Camera) acoplado a um telescópio no Chile, que obteve as suas primeiras imagens em 2012. Com 570 megapixéis, esta câmara foi desenhada para recolher a luz ténue de milhões de galáxias muito distantes em busca de pistas sobre a natureza da energia escura, a força misteriosa que faz com que o Universo cresça a um ritmo acelerado.

No processo, a câmara recolhe centenas de gigabytes de dados, que os astrónomos podem estudar para encontrar objectos distantes no nosso Sistema Solar e que até agora têm sido invisíveis.

"É por isso que estamos a descobrir uma grande quantidade destes objectos, embora sejam fracos," afirma Scott Sheppard, co-descobridor do Instituto Carnegie para Ciência em Washington DC, EUA. "Esperamos encontrar muitos mais no futuro."

Links:

Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
28/03/2014 - Novo planeta anão para lá da órbita de Plutão

Notícias relacionadas:
NewScientist
The Planetary Society
io9

2013 FY27:
Wikipedia
UAI - Centro de Planetas Menores
NASA

2013 FZ27:
Wikipedia
UAI - Centro de Planetas Menores
NASA

2012 VP113:
Página de Scott Sheppard 
UAI - Centro de Planetas Menores
Wikipedia

NASA 

Nuvem de Oort:
Wikipedia 
Nineplanets.org

Cintura de Kuiper:
NASA
Wikipedia
UAI - Centro de Planetas Menores

Sistema Solar:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

DECam:
Página principal

 
NOVA PESQUISA DESCOBRE "RELÓGIO GEOLÓGICO" QUE AJUDA A DETERMINAR A IDADE DA LUA

De acordo com um artigo publicado na edição de 3 de Abril da revista Nature, uma equipa internacional de cientistas planetários determinou que a Lua formou-se quase 100 milhões de anos após o início do Sistema Solar. Esta conclusão baseia-se em medições do interior da Terra combinadas com simulações de computador do disco protoplanetário a partir do qual a Terra e os outros planetas terrestres se formaram.

A equipa de investigadores da França, Alemanha e Estados Unidos simulou o crescimento dos planetas terrestres (Mercúrio, Vénus, Terra e Marte) a partir de um disco com milhares de "blocos de construção" planetária em órbita do Sol. Ao analisar o histórico de crescimento de planetas como a Terra em 259 simulações, os cientistas descobriram uma relação entre o tempo que a Terra foi impactada por um objecto com o tamanho de Marte para criar a Lua e a quantidade de material adicionado à Terra após esse impacto.

O aperfeiçoamento da simulação de computador com detalhes sobre a massa do material adicionado à Terra por acreção após a formação da Lua revelou uma relação que funciona como um relógio para obter a data do evento que formou a Lua. Este é o primeiro "relógio geológico" na história do Sistema Solar jovem que não depende de medições e interpretações do decaimento radioactivo de núcleos atómicos para determinar a idade.

Impressão de artista da colisão da Terra com um objecto mais pequeno do tamanho de Marte, que levou à formação da Lua.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"Ficámos entusiasmados por encontrar um 'relógio' para o tempo de formação da Lua, que não depende de métodos de datação radiométrica. Esta correlação saltou à vista nas simulações e encontra-se em todos os conjuntos de simulações que realizámos," comenta Seth Jacobson, do Observatório de la Cote D'Azur em Nice, França.

A literatura publicada forneceu a estimativa da massa acrescida à Terra após o impacto de formação da Lua. Outros cientistas já tinham previamente demonstrado que a abundância, no manto da Terra, de elementos altamente siderófilos, elementos atómicos que preferem ser quimicamente associados com o ferro, é directamente proporcional à massa acrescida à Terra após o evento que formou a Lua.

A partir destas medições geoquímicas, o relógio recém-estabelecido coloca a data de formação da Lua em 95 ±32 milhões de anos após o início do Sistema Solar. Esta estimativa para a formação da Lua está de acordo com algumas interpretações de medições radioactivas, mas não outras. Dado que o novo método de datação é uma nova medição independente e directa da idade da Lua, ajuda a saber quais as medições de datação radioactiva mais úteis para este problema de longa data.

"Este resultado é emocionante porque as mesmas simulações que podem formar Marte em apenas 2 a 5 milhões de anos, podem também formar a Lua em 100 milhões de anos. Estas escalas de tempo muito diferentes têm sido muito difíceis de capturar em simulações," realça o Dr. Kevin Walsh da Divisão de Ciência Espacial e Engenharia do SwRI (Southwest Research Institute).

Links:

Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
19/10/2012 - Novo estudo reforça ideia que Lua foi formada a partir de gigante colisão planetária

Notícias relacionadas:
SwRI (comunicado de imprensa)
Observatório de la Côte d'Azur (comunicado de imprensa)
Nature (requer subscrição)
Universe Today
PHYSORG
SPACE.com
redOrbit
e! Science News
National Geographic
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BOAS NOTÍCIAS
Destak

Lua:
Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve 
Wikipedia
Teoria de Impacto Gigante (Wikipedia)

 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Vermelho de Marte e Azul de Espiga
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: P-M Hedén (Clear SkiesTWAN)
 
Durante os próximos meses será visível um par brilhante de objectos do céu. Marte vai brilhar intensamente em tons familiares e "enferrujados", à medida que atinge o máximo de 2014 na próxima semana. A razão por que Marte parece tão brilhante é que a Terra e o Planeta Vermelho estão próximos um do outro nas suas longas órbitas em redor do Sol. Espiga, por outro lado, brilha constantemente como uma das estrelas azuis mais brilhantes do céu nocturno. Na imagem acima, o planeta e a estrela foram fotografados juntos, subindo a Sudeste após o pôr-do-Sol a semana passada, através de velhos carvalhos na Suécia.
 

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2014 - Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve.