Problemas ao ver este email? Consulte a versão web.

Edição n.º 1237
15/01 a 18/01/2016
 
Siga-nos:      
 

29/01/16 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
20:00 – 22:00 - Apresentação sobre tema de astronomia, seguida de observação astronómica noturna com telescópio (dependente de meteorologia favorável).
Público: Público em geral
Local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: consultar este link
Telefone: 289 890 922
E-mail: info@ccvalg.pt

 
EFEMÉRIDES

Dia 15/01: 15.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1969, a União Soviética lançava a Soyuz 5.

Em 1976, lançamento da Helios-B para órbita solar.
Em 2001,
Em 2005, uma intensa proeminência solar liberta raios-X por todo o Sistema Solar. No mesmo dia, a sonda SMART-1 da ESA descobre elementos como o cálcio, alumínio, sílica, ferro e outros elementos à superfície da Lua.
Observações: Nesta altura do ano, depois da hora de jantar, o Grande Quadrado de Pégaso apoia-se num canto a oeste. Hoje, a Lua (quase em Quarto Crescente) brilha para a sua esquerda.
O vasto complexo de Andrómeda-Pégaso vai desde perto do zénite (pé de Andrómeda), passa pelo Grande Quadrado (corpo de Pégaso) até bem baixo a oeste (nariz de Pégaso).

Dia 16/01: 16.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1969, a Soyuz 4 e a  Soyuz 5 levam a cabo o primeiro acoplamento de naves em órbita, a primeira transferência de tripulação de um veículo para outro, e a única vez que tal transferência envolveu um passeio espacial.
Em 2003 a nave Columbia arrancava para a missão STS-107, que seria a sua última.

O Columbia acabaria por desintegrar-se 16 dias depois, durante a sua reentrada na atmosfera da Terra.
Observações: Lua em Quarto Crescente, pelas 23:26.

Dia 17/01: 17.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 2003, um foguetão Delta II transportando um satélite GP IIR-1 explode 13 segundos depois do lançamento deixando 250 toneladas de resíduos queimados na plataforma de lançamento.

Observações: Assim que as estrelas aparecerem, vire-se para norte e olhe para bem alto até Cassiopeia, orientada agora como um "M" achatado. Com o avançar da noite, baloiça-se para baixo a noroeste, ficando de lado.

Dia 18/01: 18.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1896, H. L. Smith apresenta a primeira máquina capaz de gerar raios-X.
Em 1916, um meteorito condrito com 611 gramas atinge uma casa perto de Baxter em Stone County, no estado americano do Missouri.
Em 2000, o meteorito do Lago Tagish colide com a Terra.

No mesmo ano, a NASA termina as tentativas de comunicar com a Mars Polar Lander. Foi perdida no dia 3 de dezembro de 1999, durante a fase de aterragem da missão.
Observações: Júpiter já começa a ficar visível a horas decentes para observação. Nasce a este pelas 22:05.

 
CURIOSIDADES


A missão Juno, que alcançará Júpiter em julho, acaba de se tornar na mais distante (5,3 UA do Sol) nave alimentada a energia solar! O detentor anterior do recorde era a sonda Rosetta da ESA.

 
GÉMEA DA VIA LÁCTEA "VARRIDA" POR UM VENTO VELOZ DE RAIOS-X
Impressão de artista que ilustra um vento soprado a partir dos arredores de um buraco negro supermassivo no centro de uma galáxia espiral brilhante.
Crédito: ESA
(clique na imagem para ver versão maior)
 

O XMM-Newton da ESA descobriu um vento veloz de gás oriundo do centro de uma galáxia espiral brilhante como a nossa que pode estar a reduzir a sua capacidade de produzir estrelas novas.

Não é incomum encontrar ventos quentes soprados a partir de discos rodopiantes de material em redor de buracos negros supermassivos no centro de galáxias ativas.

Caso sejam poderosos o suficiente, estes ventos podem influenciar o seu ambiente de várias maneiras. O seu efeito principal é varrer reservatórios de gás que poderiam ter formado estrelas, mas é também possível que possam desencadear o colapso de algumas nuvens para formar estrelas.

Pensa-se que estes processos desempenham um papel fundamental nas galáxias e buracos ao longo dos 13,8 mil milhões de anos do Universo.

Mas também se pensava que afetavam apenas os maiores objetos, como galáxias elípticas enormes formadas através da colisão dramática e fusão de duas ou mais galáxias, que por vezes despoletam ventos suficientemente poderosos para influenciar a formação estelar.

Agora, pela primeira vez, estes ventos foram observados num tipo mais normal de galáxia ativa conhecida como Seyfert, que parece não ter sofrido qualquer fusão.

Quando observadas no visível, quase todas as galáxias Seyfert têm uma forma espiral parecida com a nossa própria Via Láctea. No entanto, ao contrário da Via Láctea, as Seyfert têm núcleos brilhantes que brilham em todo o espectro eletromagnético, um sinal de que os buracos negros supermassivos nos centros não estão inativos, mas a devorar os seus arredores.

O buraco negro supermassivo no coração desta Seyfert em particular, conhecida como IRAS17020+4544 e localizada a 800 milhões de anos-luz da Terra, tem uma massa de quase seis milhões de sóis, atraindo gás nas proximidades e fazendo-o brilhar moderadamente.

O XMM-Newton descobriu que os ventos em redor do buraco negro movem-se a 23.000-33.000 km/s, cerca de 10% da velocidade da luz.

Um achado importante é que o vento do centro é suficientemente energético para aquecer o gás na galáxia e para suprimir a formação estelar - a primeira vez que tal foi visto numa galáxia espiral relativamente normal.

"É o primeiro caso sólido de um fluxo ultra-rápido de raios-X observado numa galáxia Seyfert 'normal'," afirma Anna Lia Longinotti do Instituto Nacional de Astrofísica, Ótica e Eletrónica de Puebla, México, autora principal do artigo que descreve os resultados, publicado na revista The Astrophysical Journal Letters.

Análise do XMM-Newton de fluxos ultra-rápidos emanados da região em redor de um buraco negro supermassivo no centro da galáxia espiral Seyfert identificada como IRAS17020+4544. A galáxia está localizada a cerca de 800 milhões de anos-luz da Terra.
A imagem da galáxia (esquerda) foi obtida com o SDSS (Sloan Digital Sky Survey). O núcleo ativo da galáxia é a mancha amarelo-esbranquiçada no centro; os pontos avermelhados são estrelas em primeiro plano.
O buraco negro supermassivo no coração desta galáxia tem uma massa de quase seis milhões de sóis. O XMM-Newton descobriu que os fluxos ultra-rápidos em redor deste buraco negro supermassivo se movem a 23.000-33.000 km/s, cerca de 10% da velocidade da luz, suficientemente energéticos para aquecer o gás na galáxia e suprimir a formação estelar - a primeira vez que tal foi visto numa galáxia espiral relativamente normal.
A emissão de raios-X dos ventos rápidos nos núcleos galácticos é normalmente dominada por átomos de ferro com muitos dos seus eletrões arrancados, mas os ventos desta galáxia são invulgares, exibindo elementos mais leves como o oxigénio, em qualquer deteção do elemento ferro - tal como visto no espectro (direita).
O espectro mostra vários componentes diferentes (A-E) do fluxo ultra-rápido. Certas partes do fluxo ("warm absorber features") deslocam-se mais lentamente - centenas até milhares de quilómetros por segundo).
Crédito: imagem - Sloan Digital Sky Survey; espectro - Longinotti et al (2015)
(clique na imagem para ver versão maior)

 

A galáxia tem uma outra surpresa: a emissão de raios-X dos ventos velozes dos núcleos galácticos é normalmente dominada por átomos de ferro com muitos dos seus eletrões arrancados, mas os ventos desta galáxia são invulgares, exibindo elementos mais leves como oxigénio, sem qualquer deteção do elemento ferro.

"Fiquei realmente surpreendida ao descobrir que este vento é principalmente constituído por oxigénio porque ninguém tinha visto uma galáxia como esta antes," comenta Anna Lia.

Tendo em conta que a galáxia é parecida com a nossa, levanta questões sobre a história da Via Láctea e o papel que o nosso buraco negro central pode ter desempenhado.

"Nós sabemos, também graças a resultados recentes obtidos pelo XMM-Newton, que o buraco negro com 4 milhões de massas solares no centro da nossa Galáxia passou por fases de atividades muito mais fortes, até mesmo há apenas algumas centenas de anos atrás," afirma o coautor Matteo Guainazzi, astrónomo da ESA atualmente no Instituto de Ciência Espacial e Astronáutica da JAXA, a agência espacial japonesa.

"Claro, não podemos ter a certeza, mas a nossa descoberta significa que os fluxos velozes como aqueles encontrados em IRAS17020+4544 podem já ter varrido através da nossa própria Galáxia durante uma destas fases ativas.

"Esta possibilidade não foi considerada anteriormente, porque este 'feedback' dos ventos em raios-X foi anteriormente observado apenas em galáxias muito diferentes da Via Láctea."

"O XMM-Newton continua a fazer descobertas com potencial para questionar a nossa compreensão de como as estrelas numa galáxia e o buraco negro supermassivo no seu centro co-evoluem ao longo da história do Universo," afirma Norbert Schartel, cientista do projeto XMM-Newton da ESA.

Links:

Notícias relacionadas:
ESA (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
The Astrophysical Journal Letters
PHYSORG

Buraco negro supermassivo:
Wikipedia

Galáxia Seyfert:
Wikipedia
SEDS

Observatório XMM-Newton:
ESA
Wikipedia

 
CONFIRMA-SE QUE GELO EXPOSTO À SUPERFÍCIE DO COMETA DA ROSETTA É ÁGUA

Dados recolhidos pelo instrumento VIRTIS (Visible and Infrared Thermal Imaging Spectrometer) da Rosetta entre setembro e novembro de 2014 fornecem evidências definitivas de água gelada na região Imhotep do Cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko.
As localizações das duas regiões geladas, abrangendo algumas dezenas de metros, são vistas nas imagens da câmara de navegação e em imagens coloridas do VIRTIS. O gelo está associado com paredes rochosas e quedas de detritos e tem uma temperatura média de mais ou menos -120º C.
O conjunto inferior de imagens mostra a abundância de água gelada em relação ao material escuro do cometa sob regimes diferentes de mistura de grãos, onde a mistura "areal" diz respeito a grãos de tamanho milimétrico lado a lado com grãos escuros, e a mistura "íntima" diz respeito a grãos com algumas dezenas de micrómetros misturados com material escuro no mesmo pixel.
A análise espectral vista no centro do gráfico é para um pixel da região 1 (assinalada com a seta no mapa de abundâncias) e mostra o espectro (com barras de erro) em comparação com o modelo de melhor ajuste. Mostra que 1,2% do pixel compreeende água gelada pura com um grande tamanho de grão (1,96 mm) e 98,8% é uma mistura íntima de 3,4% de água gelada com grãos no máximo de 58 micrómetros, o restante sendo o material escuro.
Crédito: Imagens do cometa - ESA/Rosetta/NavCam; imagens e dados do VIRTIS: ESA/Rosetta/VIRTIS/INAF-IAPS, Roma/Obs de Paris-LESIA/DLR; G. Filacchione et al (2016)
(clique na imagem para ver versão maior)

 

Observações feitas pouco depois da chegada da Rosetta ao seu destino cometário em 2014 forneceram confirmação definitiva da presença de água gelada.

Apesar do vapor de água ser o principal gás expelido pelo Cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko, pensa-se que a grande maioria do gelo vem de baixo da crosta do cometa, e muito poucos exemplos de água gelada exposta foram encontrados à superfície.

No entanto, uma análise detalhada pelo instrumento infravermelho VIRTIS da Rosetta revela a composição da camada superior do cometa: é revestido principalmente por um material orgânico escuro, seco, mas com uma pequena quantidade misturada de água gelada.

No estudo mais recente, que se foca em observações levadas a cabo entre setembro e outubro de 2014, a equipa confirma que duas áreas com várias dezenas de metros na região Imhotep, que aparecem como manchas brilhantes no visível, realmente incluem uma quantidade significativa de água gelada.

O gelo está associado com paredes rochosas e quedas de detritos, e estava na altura a uma temperatura média de -120º C.

Nestas regiões, descobriu-se que a água gelada pura ocupava cerca de 5% de cada pixel na área de amostragem, enquanto o resto era constituído pelo material escuro e seco. A abundância de gelo foi calculada através da comparação das medições infravermelhas do VIRTIS da Rosetta com modelos que consideram como grãos de gelo de tamanhos diferentes podem ser misturados num pixel.

Duas exposições de água gelada identificadas pelo instrumento VIRTIS da Rosetta na região Imhotep do Cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko em setembro-novembro de 2014.
A imagem principal foi captada no dia 17 de setembro de 2014 a partir de 28,8 km do centro do cometa. As duas inserções mostram vistas oblíquas de duas exposições de gelo. A da esquerda foi obtida no dia 20 de setembro de 2014 a uma distância de 27,9 km. A da direita foi obtida no dia 15 de setembro de 2014 a uma distância de 29,9 km.
O contraste das imagens foi aprimorado para melhor revelar as regiões geladas. Está também indicada a escala para cada imagem.
Crédito: ESA/Rosetta/NavCam
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Os dados revelam duas populações diferentes de grãos: uma tem várias dezenas de micrómetros em diâmetro, a outra é maior, com cerca de 2 mm.

Estes tamanhos contrastam com os grãos muito pequenos, apenas alguns micrómetros de diâmetro, encontrados na região Hapi no "pescoço" do cometa, tal como observado pelo VIRTIS num estudo diferente.

"As várias populações de grãos gelados à superfície do cometa implicam diferentes mecanismos de formação e escalas de tempo para a sua formação," afirma Gianrico Filacchione, autor principal do novo estudo, publicado na revista Nature.

Em Hapi, os grãos muito pequenos estão associados com uma camada fina de "geada" que se forma como parte do ciclo diário de gelo, um resultado da condensação rápida nesta região ao longo das pouco mais de 12 horas de cada rotação do cometa.

"Por contraste, pensamos que as camadas dos grãos com tamanhos milimétricos que vemos em Imhotep têm uma história mais complexa. Provavelmente formaram-se lentamente ao longo do tempo e são apenas ocasionalmente expostos através da erosão," afirma Gianrico.

Assumindo um tamanho típico de grão na ordem das dezenas de micrómetros para os grãos de gelo à superfície, como inferido noutros cometas bem como no cometa da Rosetta, então as observações de grãos de tamanho milimétrico podem ser explicadas pelo crescimento de cristais secundários de gelo.

Uma maneira que isto pode ocorrer é através de "sinterização", onde os grãos de água gelada são aglomerados e compactados. Outro método é a "sublimação", no qual o calor do Sol penetra a superfície, despoletando a evaporação de gelo enterrado. Enquanto algum do vapor de água resultante pode escapar do núcleo, uma fração significativa recondensa-se em camadas por baixo da superfície.

Esta ideia é apoiada por experiências laboratoriais que simulam o comportamento de sublimação do gelo enterrado sob a poeira, aquecido a partir de cima pela luz solar.

Estes testes mostram que mais de 80% do vapor de água libertado não chega até ao manto de poeira, mas é redepositado por baixo da superfície.

Energia adicional para a sublimação também pode ser fornecida por uma transformação na estrutura do gelo a nível molecular. Nas baixas temperaturas observadas nos cometas, o gelo amorfo pode transformar-se em gelo cristalino, libertando energia durante o processo.

"O crescimento de grãos de gelo pode levar a camadas subsuperficiais ricas em gelo com vários metros de espessura, que podem depois afetar a estrutura a larga escala, porosidade e propriedades térmicas do núcleo," afirma Fabrizio Capaccioni, investigador principal do VIRTIS.

"As camadas ricas em gelo que vemos expostas perto da superfície podem ser uma consequência da atividade e evolução cometária, o que implica que a estratificação global não ocorre necessariamente no início da história da formação do cometa."

"A compreensão das características do cometa, deixadas para trás durante a sua formação e a determinação de quais as criadas durante a sua evolução é um tanto ou quanto complexo, mas é por isso que estamos a estudar um cometa de perto: para tentar descobrir quais os processos importantes ao longo dos vários diferentes estágios da vida de um cometa," acrescenta Matt Taylor, cientista do projeto Rosetta da ESA.

Os cientistas da Rosetta estão agora a analisar dados capturados mais tarde na missão, quando o cometa se deslocou para mais perto do Sol em meados de 2015, a fim de ver como a quantidade de água gelada exposta à superfície evoluiu à medida que o aquecimento aumentava.

Links:

Cobertura da missão Rosetta pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
03/11/2015 - Resultados da missão Rosetta antes do periélio
30/10/2015 - Primeira deteção de oxigénio molecular num cometa
06/10/2015 - Rosetta espia o lado escuro do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko
29/09/2015 - Cometa da Rosetta é um binário de contacto
25/09/2015 - Rosetta revela ciclo de água do Cometa 67P/C-G
14/08/2015 - O grande dia da Rosetta ao Sol
11/08/2015 - "Fogos de artifício" cometários antes do periélio
07/08/2015 - Há um ano que a Rosetta orbita o Cometa 67P/C-G
04/08/2015 - Ciência à superfície do Cometa 67P/C-G
03/07/2015 - Depressões no Cometa 67P/C-G produzem jatos
26/06/2015 - Água gelada exposta, detetada à superfície do Cometa 67P/C-G
19/06/2015 - Despertar do Philae desencadeia intenso esforço de planeamento
16/06/2015 - O módulo de aterragem da Rosetta, Philae, acordou
12/06/2015 - Equipa da Rosetta avista brilho que poderá ser módulo desaparecido
05/06/2015 - Estudo ultravioleta revela surpresas na cabeleira de cometa
17/04/2015 - Rosetta e Philae descobrem que cometa não é magnetizado
24/03/2015 - Sonda Rosetra faz a primeira deteção de nitrogénio molecular num cometa
06/02/2015 - Rosetta "mergulha" para encontro íntimo
27/01/2015 - Rosetta observa cometa a largar o seu revestimento de poeira
23/01/2015 - Dando a conhecer o cometa da Rosetta
12/12/2014 - Rosetta alimenta debate sobre origem dos oceanos da Terra
28/11/2014 - Onde diabos pousou o Philae?
21/11/2014 - Primeiros resultados científicos do Philae
18/11/2014 - Philae completa missão principal antes de hibernar
14/11/2014 - Philae poisa no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko
11/11/2014 - Como aterrar num cometa
07/11/2014 - Adeus "J", olá Agilkia
28/10/2014 - O "perfume" do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko
17/10/2014 - ESA confirma local de aterragem do Philae
30/09/2014 - Philae com aterragem prevista para 12 de Novembro
16/09/2014 - Está escolhido o local de aterragem do Philae
26/08/2014 - Onde é que o Philae vai aterrar?
08/08/2014 - A nave Rosetta chega ao seu cometa de destino
05/08/2014 - Sonda Rosetta chega a cometa esta semana
01/04/2014 - Philae está acordado!
17/01/2014 - O despertador mais importante do Sistema Solar
13/07/2010 - Rosetta triunfa no asteróide Lutetia
13/11/2009 - Será que o "flyby" da Rosetta indica uma nova física exótica? 
06/11/2009 - Rosetta faz último "flyby" pela Terra a 13 de Novembro 
06/09/2008 - Rosetta passa por Steins: um diamante no céu 
03/09/2008 - Contagem decrescente para "flyby" por asteróide 
28/02/2007 - A semana dos "flybys" 
01/06/2004 - Primeira observação científica da Rosetta 
12/03/2004 - Escolhidos os dois asteróides para aproximação da Rosetta 
09/03/2004 - Sonda Rosetta finalmente lançada

Notícias relacionadas:
ESA (comunicado de imprensa)
Nature
SPACE.com
Space Daily
RedOrbit
PHYSORG
Discovery News
Gizmodo

Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko:
Wikipedia
ESA

Sonda Rosetta:
ESA
Blog da Rosetta - ESA
NASA
Twitter
Facebook
Wikipedia
Philae (Wikipedia)

 
TAMBÉM EM DESTAQUE
  Novos detalhes de Ceres em imagens da Dawn (via NASA)
Algumas das características do planeta anão Ceres que despertaram o interesse dos cientistas em 2015, destacam-se com detalhes requintados nas imagens mais recentes da sonda Dawn da NASA, que recentemente chegou à sua altitude mais baixa em redor de Ceres. Ler fonte
 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Retrato Infravermelho da Grande Nuvem de Magalhães
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: ESA/NASA/JPL-Caltech/STScI
 
Nuvens cósmicas de poeira ondulam neste retrato infravermelho da galáxia satélite da nossa Via Láctea, a Grande Nuvem de Magalhães. Na verdade, esta incrível composição pelo Observatório Espacial Herschel e pelo Telescópio Espacial Spitzer mostram que as nuvens de poeira ocupam esta galáxia anã vizinha, tal como a poeira no plano da própria Via Láctea. As temperaturas da poeira tendem a traçar a atividade de formação estelar. Os dados do Spitzer, em tons de azul, indicam poeira quente aquecida por estrelas jovens. Os instrumentos do Herschel contribuíram, para a imagem, com os dados em tons de vermelho e verde, revelando emissão de poeira a partir regiões mais frias e intermédias onde a formação estelar está apenas a começar ou parou. Dominada pela emissão de poeira, a aparência infravermelha da Grande Nuvem de Magalhães é diferente daquela no visível. Mas a famosa Nebulosa da Tarântula desta galáxia ainda se destaca, facilmente observável como a região mais brilhante à esquerda do centro. A uns meros 160.000 anos-luz de distância, a Grande Nuvem de Magalhães mede aproximadamente 30.000 anos-luz de diâmetro.
 

Arquivo | Feed RSS | CCVAlg.pt | CCVAlg - Facebook | CCVAlg - Twitter | Remover da lista

Os conteúdos das hiperligações encontram-se na sua esmagadora maioria em Inglês. Para o boletim chegar sempre à sua caixa de correio, adicione noreply@ccvalg.pt à sua lista de contactos. Este boletim tem apenas um carácter informativo. Por favor, não responda a este email. Contém propriedades HTML - para vê-lo na sua devida forma, certifique-se que o seu cliente suporta este tipo de mensagem, ou utilize software próprio, como o Outlook, o Windows Mail ou o Thunderbird.

Recebeu esta mensagem por estar inscrito na newsletter do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve. Se não a deseja receber ou se a recebe em duplicado, faça a devida alteração clicando aqui ou contactando-nos.

Esta mensagem do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve destina-se unicamente a informar e não pode ser considerada SPAM, porque tem incluído contacto e instruções para a remoção da nossa lista de email (art. 22.º do Decreto-lei n.º 7/2004, de 7 de Janeiro).

2016 - Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve.