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Edição n.º 1250
01/03 a 03/03/2016
 
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EFEMÉRIDES

Dia 01/03: 61.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1870, nascia E. M. Antoniadi, astrónomo grego que ficou conhecido pelas suas observações de Marte. Foi o primeiro a apoiar a noção de canais marcianos, mas mais tarde chegou à conclusão de que era apenas uma ilusão ótica.
Em 1927, nascimento de George Abell, que catalogou 2712 enxames galáticos e determinou os números relativos de galáxias com vários brilhos intrínsecos. Morreu em 1983.
Em 1966, a sonda soviética Venera 3 colide com o planeta Vénus, tornando-se na primeira a "aterrar" na superfície de outro planeta.
Em 1980, a sonda Voyager 1 confirma a existência de Jano, uma lua de Saturno. 
Em 1982, a soviética Venera 13 envia as primeiras fotografias a cores de Vénus (a Venera 14 seguiu-a 4 dias depois).

Foi lançada a 30 de outubro de 1981 e a Venera 14 a 4 de novembro de 1981.
Em 2002, lançamento da missão STS-109, com objetivo de fazer a manutenção do Telescópio Espacial Hubble. No mesmo ano, o satélite ambiental Envisat alcança com sucesso uma órbita de 800 km por cima da Terra no seu 11.º lançamento, transportando a carga mais pesada até à data, 8500 quilogramas.
Observações: Trânsito da sombra de Calisto, entre as 02:49 e as 06:38.
Trânsito de Calisto, entre as 04:55 e as 07:45.
Olhe para este depois do anoitecer durante esta semana, que Leão já está a subir no céu. A sua pata traseira encontra-se perto do planeta Júpiter. A estrela mais brilhante de Leão é Régulo, e a Foice de Leão extende-se para cima e para a esquerda dessa estrela.
Eclipse de Io, entre as 19:44 e as 22:06.
Ocultação de Io, entre as 19:54 e as 22:14.
Lua em Quarto Minguante, pelas 23:11.

Dia 02/03: 62.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1972, é lançada a sonda americana Pioneer 10. Torna-se na primeira a passar pela cintura de asteroides e a alcançar o planeta Júpiter (em 1973).

Torna-se também na primeira sonda a navegar para lá da órbita dos planetas do Sistema Solar exterior. A Pioneer 10 transporta uma placa desenhada para identificar a sua origem caso seja encontrada à deriva pela Via Láctea. Em 2003, após 31 anos, a Pioneer 10 deixa finalmente de se ouvir.
Em 1978, o astronauta checo Vladimir Remek torna-se no primeiro não-russo ou não-americano a ir ao espaço, a bordo da Soyuz 28.
Em 1998, dados enviados pela sonda Galileu indicam que a lua de Júpiter, Europa, tem um oceano líquido por baixo de uma espessa crosta de gelo.
Observações: Saturno nasce pouco antes da Lua Minguante, pelas 2 da manhã. O planeta está situado mesmo por baixo do nosso satélite natural.
Esta semana é uma boa semana para tentar observar a luz zodiacal, caso viva a latitudes médias norte. Num local escuro, limpo, olhe para oeste mesmo no final do lusco-fusco em busca de uma "pirâmide", vaga mas grande, de luz perolada. Inclina-se para a esquerda para alinhar-se com as constelações do zodíaco. O que está a ver é poeira interplanetária que orbita o Sol perto do plano da eclíptica. É difícil de acreditar mas, a distâncias interestelares, a poeira interplanetária seria a característica mais proeminente depois do próprio Sol. As "luzes zodiacais" de poeira em redor de outras estrelas podem ser um obstáculo real para alguma vez observarmos os seus pequenos planetas terrestres.

Dia 03/03: 63.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1915, é fundada a NACA, antecessora da NASA.
Em 1959, lançamento da sonda Pioneer 4, a primeira missão à Lua com êxito.

Falhou a Lua por 59.500 km em vez dos esperados 32.000 km, pelo que não conseguiu testar as câmaras, mas enviou dados excelentes sobre a radiação através dos seus contadores Geiger.
Em 1968, nascia Brian Cox, físico inglês, conhecido por apresentar vários programas televisivos de ciência. 
Em 1969, lançamento da Apollo 9, com o objetivo de testar o módulo lunar.
Observações: Alguma vez observou Canopus, a segunda estrela mais brilhante do céu noturno, depois de Sirius? Numa das mais interessantes coincidências que os observadores do céu conhecem, Canopus está situada quase exatamente para sul de Sirius, cerca de 36º. Está a sul o suficiente para não aparecer acima do horizonte a não ser que esteja abaixo da latitude 37º. E aí, precisa de um horizonte liso a sul. Canopus atravessa o ponto cardeal Sul apenas 21 minutos antes de Sirius. Quer tentar? Canopus está a sul quando Beta Canis Majoris - Mirzam, a estrela a poucos graus para a direita de Sirius, está no seu ponto mais alto a sul pelas 20:09. Nessa altura, olhe diretamente para sul.

 
CURIOSIDADES


O primeiro homem no espaço foi o cosmonauta Yuri Gagarin, a 12 de Abril de 1961, 25 dias antes do americano Alan Shepard.

 
OBSERVAÇÕES DO IBEX DEFINEM CAMPO MAGNÉTICO INTERESTELAR

Imediatamente depois do seu lançamento em 2008, o IBEX (Interstellar Boundary Explorer) da NASA avistou algo curioso numa fatia fina do espaço: que mais partículas corriam por uma faixa longa mas estreita do céu do que em qualquer outro lugar. A origem desta faixa IBEX era desconhecida - mas a sua própria existência abriu portas para observar o que está fora do nosso Sistema Solar, do mesmo modo que gotas de chuva numa janela nos dizem mais sobre o tempo lá fora.

Agora, um novo estudo usa dados do IBEX e simulações da fronteira interestelar - situada na orla da bolha magnética gigante que rodeia o nosso Sistema Solar chamada heliosfera - para melhor descrever o espaço na nossa vizinhança galáctica. O artigo, publicado na edição de 8 de fevereiro de 2016 da revista The Astrophysical Journal Letters, determina com precisão a força e a direção do campo magnético fora da heliosfera. Esta informação dá-nos um olhar sobre as forças magnéticas que dominam a galáxia, ensinando-nos mais sobre a nossa casa no espaço.

Impressão de artista - Bem para lá da órbita de Neptuno, o vento solar e o meio interestelar interagem para criar uma região conhecida como heliosfera interior, delimitada por dentro pelo choque de terminação e por fora pela heliopausa.
Crédito: NASA/IBEX/Planetário Adler
(clique na imagem para ver versão maior)
 

O novo artigo é baseado numa teoria particular da origem da faixa IBEX, na qual as partículas oriundas da faixa são na realidade material solar refletido de volta para nós depois de uma longa viagem até aos limites magnéticos do Sol. Em torno do Sol existe uma bolha gigante, a heliosfera, e esta está preenchida com o que é chamado vento solar, o fluxo constante de gás ionizado do Sol conhecido como plasma. Quando estas partículas alcançam a fronteira da heliosfera, o seu movimento torna-se mais complicado.

"A teoria diz que alguns protões do vento solar são enviados de volta na direção do Sol como átomos neutros depois de uma série complexa de trocas de carga, criando a faixa IBEX," afirma Eric Zirnstein, cientista espacial do Instituto de Pesquisa do Sudoeste (SwRI) em San Antonio, Texas, EUA., e autor principal do estudo. "As simulações e as observações do IBEX identificam este processo - que leva algures entre 3 e 6 anos, em média - como a causa mais provável da faixa IBEX."

Fora da heliosfera encontra-se o meio interestelar, que tem plasma com velocidades, densidades e temperaturas diferentes das do plasma do vento solar, bem como gases neutros. Estes materiais interagem com a borda da heliosfera para criar uma região chamada heliosfera interna, delimitada no interior pelo choque de terminação - que está duas vezes mais longe de nós do que a órbita de Plutão - e no exterior pela heliopausa, o limite entre o vento solar e o meio interestelar comparativamente denso.

Esta simulação mostra a origem das partículas da faixa a energias diferentes fora da heliopausa (legendada como HP). As partículas da faixa IBEX interagem com o campo magnético interestelar (ISMF) e viajam de volta para a Terra, coletivamente dando a impressão de uma faixa que se espalha pelo céu.
Crédito: SwRI/Zirnstein
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Alguns protões do vento solar que fluem para fora do Sol e para esta região fronteiriça ganham um eletrão, tornando-os neutros e permitindo-lhes atravessar a heliopausa. Uma vez no meio interestelar, podem perder esse eletrão novamente, fazendo-os girar em redor do campo magnético interestelar. Se essas partículas apanham outro eletrão, no local e momento ideais, podem ser disparadas de volta para a heliosfera, viajando todo o caminho de volta até à Terra, onde colidem com o detetor do IBEX. As partículas transportam informações sobre toda aquela interação com o campo magnético interestelar e, quando atingem o detetor, dão-nos uma visão sem precedentes sobre as características dessa região no espaço.

"A Voyager 1 é a única sonda a fazer observações diretas do campo magnético interestelar, e essas estão perto da heliopausa, onde é distorcido," comenta Zirnstein. "Mas esta análise fornece uma boa determinação da sua força e direção para mais longe."

As direções das diferentes partículas da faixa que são disparadas de volta para a Terra são determinadas pelas características do campo magnético interestelar. Por exemplo, as simulações mostram que a maioria das partículas energéticas vêm de uma região do espaço diferente da região das partículas menos energéticas, o que fornece pistas do modo como o campo magnético interestelar interage com a heliosfera.

Para este estudo recente, tais observações foram usadas para semear simulações da origem da faixa. Não só essas simulações preveem corretamente as localizações das partículas neutras da faixa a diferentes energias, como o campo magnético interestelar deduzido concorda com as medições da Voyager 1, com o desvio dos gases neutros interestelares e com as observações de luz estelar polarizada distante.

No entanto, algumas simulações iniciais do campo magnético interestelar não chegam a alinhar. Essas estimativas pré-IBEX foram largamente baseadas em dois pontos de dados - as distâncias a que as Voyager 1 e 2 cruzaram o choque de terminação.

"A Voyager 1 cruzou o choque de terminação às 94 unidades astronómicas, ou UA, do Sol, e a Voyager 2 às 84 UA," comenta Zirnstein. Uma unidade astronómica é equivalente a cerca de 150 milhões de quilómetros, a distância média entre a Terra e o Sol. "Essa diferença de 1500 milhões de quilómetros foi explicada principalmente por um campo magnético forte e muito inclinado que empurra a heliosfera."

A faixa IBEX é uma zona relativamente fina de partículas que viajam para o Sol desde o exterior da heliosfera. Um novo estudo corrobora a ideia que as partículas do exterior da heliosfera, que formam a faixa IBEX, são originárias do Sol - e revela informações sobre o distante campo magnético interestelar.
Crédito: SwRI
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Mas essa diferença pode ser explicada se tivermos em consideração uma influência mais forte do ciclo do vento solar, que pode levar a mudanças na força do vento solar e assim alterar a distância ao choque de terminação nas direções das Voyager 1 e 2. As duas sondas Voyager fizeram as suas medições quase com três anos de intervalo, dando tempo suficiente ao vento solar variável para mudar a distância do choque de terminação.

"Os cientistas de campo estão a desenvolver modelos mais sofisticados do vento solar dependente do tempo," afirma Zirnstein.

As simulações geralmente combinam bem com os dados das Voyager.

"As novas descobertas podem ser usadas para melhor compreender como o nosso ambiente espacial interage com o ambiente interestelar para lá da heliopausa," comenta Eric Christian, cientista do programa IBEX no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado americano de Maryland, que não esteve envolvido neste estudo. "Por sua vez, a compreensão dessa interação pode ajudar a explicar, de uma vez por todas, o mistério do que provoca a faixa IBEX."

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
The Astrophysical Journal Letters
Astronomy Now
PHYSORG
redOrbit

Heliosfera:
Wikipedia

Sol:
Wikipedia
Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve

Sistema Solar:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

IBEX:
NASA
Wikipedia

Voyager 1 e 2:
NASA
Heavens Above
Voyager 1 (Wikipedia)
Voyager 2 (Wikipedia)

 
OS DESFILADEIROS GELADOS DO POLO NORTE DE PLUTÃO

Esta cena etérea capturada pela sonda New Horizons da NASA conta ainda outra história da diversidade das características geológicas e da composição de Plutão - desta vez, numa imagem melhorada a cores da área polar norte.

Imagem melhorada a cores de Lowell Regio, a região informalmente assim chamada em honra a Percival Lowell, no norte de Plutão.
Crédito: NASA/JHUAPL/SwRI
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Longos desfiladeiros correm verticalmente em toda a área polar norte - parte da informalmente chamada Lowell Regio, em honra a Percivall Lowell, que fundou o Observatório Lowell e iniciou a pesquisa que levou à descoberta de Plutão. O mais amplo dos desfiladeiros (amarelo na segunda imagem) - mede aproximadamente 75 km de largura e passa perto do polo norte. Alguns desfiladeiros subsidiários passam paralelamente a este e a oeste (verde) e têm aproximadamente 10 km de largura. As paredes degradadas destes desfiladeiros parecem ser muito mais velhas do que os sistemas de gargantas mais bem definidos noutros lugares de Plutão, talvez porque os desfiladeiros polares são mais antigos e feitos de material mais fraco. Estes desfiladeiros também parecem representar evidências de um período antigo de atividade tectónica.

Um vale superficial e enrolado (azul) percorre toda a extensão do chão do desfiladeiro. A este destes desfiladeiros, outro vale (rosa) dirige-se para o canto inferior direito da imagem. O terreno vizinho, em baixo e à direita, parece ter sido coberto por material que obscurece características topográficas de pequena escala, dando uma aparência "amaciada" à paisagem.

Grandes poços de forma irregular (vermelho), que atingem 70 km de comprimento e 4 de profundidade, cicatrizam a região. Estes poços podem indicar locais onde o gelo à subsuperfície derreteu ou sublimou a partir de baixo, fazendo com que o solo colapsasse.

Imagem melhorada a cores de Lowell Regio, a região informalmente assim chamada em honra a Percival Lowell, no norte de Plutão. Esta versão anotada realça a diversidade geológica e de composição de Plutão.
Crédito: NASA/JHUAPL/SwRI
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A cor e composição da região - aqui em cores melhoradas - são também invulgares. As altas elevações aparecem em tons de amarelo e não é visto em qualquer outro lugar de Plutão. O terreno amarelado transforma-se num cinza azulado em elevações e latitudes mais baixas. As medições infravermelhas da New Horizons mostram que o metano gelado é abundante em toda a região de Lowell Regio, e que existe relativamente pouco azoto (ou nitrogénio) gelado. "Uma possibilidade é que os terrenos amarelados podem corresponder a depósitos mais antigos de metano, que foram mais processados pela radiação solar do que o terreno mais azulado," comenta Will Grundy, líder da equipa de composição da New Horizons, do Observatório Lowell em Flagstaff, no estado americano do Arizona.

Esta imagem foi obtida pelo instrumento MVIC (Ralph/Multispectral Visible Imaging Camera) da New Horizons. A resolução da imagem é de aproximadamente 680 metros por pixel. A parte inferior da imagem mede cerca de 1200 km de comprimento. Foi obtida a uma distância de aproximadamente 33.900 quilómetros de Plutão, cerca de 45 minutos antes da maior aproximação de dia 14 de julho de 2015.

Links:

Cobertura da missão New Horizons pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
23/02/2016 - Caronte, a Lua "Hulk" de Plutão: um possível antigo oceano?
09/02/2016 - As misteriosas colinas flutuantes de Plutão
22/12/2015 - Novas descobertas da New Horizons moldam o conhecimento de Plutão e das suas luas
08/12/2015 - New Horizons transmite as primeiras das melhores imagens de Plutão
10/11/2015 - Quatro meses depois da passagem por Plutão, continuam as descobertas da New Horizons
20/10/2015 - Novas imagens de Plutão e Caronte
09/10/2015 - New Horizons encontra céus azuis e água gelada em Plutão
02/10/2015 - Caronte, a grande lua de Plutão, revela uma história colorida mas violenta
25/09/2015 - Plutão continua a impressionar
18/09/2015 - Plutão deslumbra em espetacular novo panorama retroiluminado
11/09/2015 - Novas imagens de Plutão pela New Horizons: é complicado
08/09/2015 - New Horizons começou fase intensiva de envio dos dados
01/09/2015 - Equipa da New Horizons escolhe potencial alvo da Cintura de Kuiper para "flyby"
28/07/2015 - New Horizons encontra neblina, "glaciares" em Plutão
24/07/2015 - Nova cadeia montanhosa em Plutão; imagens de Nix e Hidra
21/07/2015 - As planícies geladas e a atmosfera de Plutão
17/07/2015 - New Horizons "telefona"; envia primeiros dados da passagem por Plutão
14/07/2015 - New Horizons passa hoje por Plutão
03/06/2015 - Plutão a cores. Tem manchas, metano e, quem sabe, nuvens
29/05/2015 - New Horizons vê mais detalhes em Plutão 
01/05/2015 - New Horizons deteta características à superfície, possivelmente uma calote polar em Plutão
09/12/2014 - New Horizons acorda para encontro com Plutão 
26/08/2014 - New Horizons passa órbita de Neptuno a caminho de encontro histórico com Plutão 
17/06/2014 - Fracturas em lua de Plutão podem indicar que já teve um oceano subterrâneo
10/06/2014 - Plutão e Caronte podem partilhar atmosfera
25/06/2013 - Equipa da New Horizons mantém plano de voo original para Plutão
29/11/2011 - Luas de Plutão podem significar perigo para a New Horizons 
25/07/2007 - Neva em Caronte
28/02/2007 - A semana dos "flybys"
20/01/2006 - New Horizons partiu
18/06/2004 - New Horizons II - uma missão ao Sistema Solar longínquo

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Universe Today
redOrbit
Popular Mechanics
UPI
Forbes

New Horizons:
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Sistema de Plutão:
Plutão (Wikipedia)
Caronte (Wikipedia)
Nix (Wikipedia)
Hidra (Wikipedia)
Cérbero (Wikipedia)
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TAMBÉM EM DESTAQUE
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O rover Opportunity da NASA está a trabalhar arduamente num dos terrenos mais difíceis dos seus 12 anos em Marte, numa encosta com aproximadamente 30 graus de inclinação. Os alvos atuais de investigação são zonas que os cientistas chamam de "zonas vermelhas", em contraste com o tom mais bronzeado em redor destas áreas. Ler fonte
 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - IC 1848: A Nebulosa da Alma
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Crédito: Roberto Colombari
 
Estão a formar-se estrelas na Alma da Rainha da Etiópia. Mais especificamente, uma grande região de formação estelar com o nome de Nebulosa da Alma pode ser encontrada na direção da constelação de Cassiopeia, cuja mitologia Grega conta ser a esposa vaidosa de um rei que há muito tempo atrás governou terras em redor do Nilo superior. A Nebulosa da Alma abriga vários enxames estelares, uma grande fonte de rádio conhecida como W5 e grandes bolhas evacuadas formadas pelos ventos de jovens estrelas massivas. Localizada a cerca de 6000 anos-luz, a Nebulosa da Alma cobre mais ou menos 100 anos-luz e é geralmente fotografada ao lado da sua vizinha celeste Nebulosa do Coração (IC 1805). A imagem acima aparece principalmente vermelha devido à emissão de uma cor específica emitida pelo hidrogénio gasoso excitado.
 

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