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Edição n.º 1324
15/11 a 17/11/2016
 
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25/11/16 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS + OBSERVAÇÃO COM TELESCÓPIO
19:30 - Este evento inclui uma apresentação sobre um tema a determinar, seguido de observação astronómica noturna com telescópio (dependente de meteorologia favorável).
Local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: siga este link
Telefone: 289 890 922
E-mail: info@ccvalg.pt

 
EFEMÉRIDES

Dia 15/11: 320.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1738, nascia William Herschel.

Foi o primeiro astrónomo a fazer observações sistemáticas do espaço para além do nosso Sistema Solar. Descobriu Úrano (1781), o movimento do Sol na Via Láctea (1785), a companheira do binário de Castor (1804, e de acordo com as leis de Kepler), e a radiação infravermelha. Herschel também descobriu muitos enxames,
 nebulosas e galáxias enquanto observava o céu noturno e compilou catálogos cujos dados básicos são ainda hoje utilizados.
Em 1966, a Gemini 12 regressa à Terra caindo no Atlântico em segurança.
Em 1988, a União Soviética lança o seu primeiro e último vaivém espacial, o Buran.
Em 1990, o vaivém espacial Atlantis é lançado na missão STS-38.
Observações: A Lua, que já passou a sua fase Cheia, está agora mesmo para a esquerda de Aldebarã.

Dia 16/11: 321.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1852, o astrónomo inglês John Russell Hind descobre o asteroide 22 Kalliope.
Em 1965, lançamento da sonda soviética Venera 3, cujo objetivo era estudar a atmosfera de Vénus. As comunicações falharam mesmo antes da entrada na atmosfera. Colidiu com Vénus.
Em 1973, a NASA lança o Skylab 4 com uma tripulação de 3 astronautas, numa missão com a duração de 84 dias.

Em 1974, a nova superfície do rádio-telescópio gigante de 1000 pés em Arecibo, Porto Rico, dedica-se ao envio de uma breve mensagem na direção do enxame globular M13, a uns 25.000 anos-luz de distância. A mensagem chegará a espaço vazio pois o enxame terá, entretanto, mudado de posição. 
Observações: Vega é a estrela mais brilhante a oeste ao início das noites de novembro. A pequena constelação de Vega, Lira, prolonga-se para a sua esquerda, apontando na direção de Altair, a estrela mais brilhante a sudoeste.

Dia 17/11: 322.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1970, a União Soviética aterra o Lunokhod 1 em Mare Imbrium, na Lua. É o primeiro robot controlado remotamente a aterrar noutro mundo, transportado pela Luna 17.

Observações: Olhe atentamente para Vénus ao final do lusco-fusco. Esta noite está só a 0,5º da estrela de terceira magnitude Lambda Sagittarii, a estrela da tampa do "Bule de Chá" de Sagitário.

 
CURIOSIDADES


Para fugir à atração gravitacional da Terra, um veículo precisa, teoricamente, de atingir uma velocidade de escape de 11,2 km/s.

 
UM "FUNIL" EM MARTE PODERÁ SER UM LUGAR PARA PROCURAR VIDA
Esquerda: gráfico da profundidade da depressão Hellas e um mapa topográfico da mesma. Direita: gráfico da profundidade da depressão Galaxias Fossae e um mapa topográfico da mesma.
Crédito: Joseph Levy/NASA
(clique na imagem para ver versão maior)
 

De acordo com um estudo liderado por cientistas da Universidade do Texas, em Austin, uma depressão de forma estranha, em Marte, poderá ser um novo local para procurar sinais de vida. A depressão foi provavelmente formada por um vulcão por baixo de um glaciar e poderá ter sido um ambiente quente e rico em produtos químicos, bem adequado para a vida microbiana.

Os resultados foram publicados este mês na revista Icarus.

"Nós fomos atraídos para este local porque parecia que podia hospedar alguns dos principais ingredientes para habitabilidade - água, calor e nutrientes," comenta o autor principal Joseph Levy, investigador associado do Instituto de Geofísica da Universidade do Texas.

A depressão encontra-se dentro de uma cratera empoleirada na orla da bacia Hellas em Marte e cercada por antigos depósitos glaciais. Chamou a atenção de Levy em 2009, quando notou características tipo-fissuras em imagens de depressões captadas pela sonda MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) semelhantes a caldeiras de gelo na Terra, formações encontradas na Islândia e na Gronelândia produzidas por vulcões em erupção sob uma camada de gelo. Outra depressão na região Galaxias Fossae de Marte tem uma aparência idêntica.

Depressão localizada dentro de uma cratera na orla da bacia Hellas de Marte. Uma nova pesquisa sugere que a depressão foi formada por atividade vulcânica por baixo de uma camada de gelo - um ambiente que poderia ser hospitaleiro à vida microbiana.
Crédito: Joseph Levy/NASA
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"Estas formações chamaram a nossa atenção porque são estranhas. São fraturadas concentricamente, de modo que se parecem com um alvo. Isso pode ser um padrão muito diagnóstico que vemos em materiais da Terra," afirma Levy, que era investigador pós-doutoral da Universidade Estatal de Portland quando viu pela primeira vez fotografias das depressões.

Mas só este ano é que ele e a sua equipa de investigação foram capazes de analisar mais profundamente as depressões usando imagens estereoscópicas para investigar se foram feitas por atividade vulcânica que derreteu a superfície de gelo ou pelo impacto de um asteroide. Timothy Goudge, colaborador do estudo, colega de pós-doutoramento no instituto, usou pares de imagens de alta resolução para criar modelos de elevação digital das depressões que permitiram uma análise aprofundada da sua forma e estrutura em 3-D. Cientistas da Universidade de Brown e de Mount Holyoke também participaram no estudo.

"A grande contribuição do estudo foi o facto de termos sido capazes de medir não apenas a sua forma e aparência, mas também quanto material foi perdido para formar as depressões. Essa visão tridimensional permite-nos testar esta ideia de vulcanismo ou impacto," salienta Levy.

Uma depressão na região Galaxias Fossae de Marte, vista a partir de várias perspetivas. Uma nova pesquisa sugere que a depressão foi formada pelo impacto de um asteroide.
Crédito: Joseph Levy/NASA
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A análise revelou que ambas as depressões partilham uma invulgar forma de funil, com um perímetro amplo que gradualmente se estreita com a profundidade.

"Ficámos surpreendidos e isso levou à reflexão se significava um aquecimento concentrado no centro que removeu gelo e permitiu o derramamento de material dos lados. Ou, caso fosse uma cratera de impacto, se começou com uma cratera muito mais pequena no passado e, através da sublimação do gelo, cresceu até ao tamanho aparente da cratera," observa Levy.

Depois de testarem cenários para a formação das duas depressões, os investigadores descobriram que provavelmente formaram-se de maneiras diferentes. Os detritos espalhados em redor da depressão de Galaxias Fossae sugere que foi o resultado de um impacto - mas a conhecida história vulcânica da região ainda não descarta origens vulcânicas, realça Levy. Em contraste, a depressão Hellas tem muitos sinais de origens vulcânicas. Não tem os detritos circundantes de um impacto e tem um padrão de fraturas associado com a remoção concentrada de gelo por fusão ou sublimação.

As erupções vulcânicas por baixo de gelo podem criar formações chamadas "caldeiras de gelo", como esta na imagem, formada na região Vatnajökull da Islândia. A investigação sugere que uma depressão parecida, em Marte, poderá ser uma caldeira de gelo.
Crédito: Oddur Sigurðsson/Gabinete Meteorológico Islandês
 

A interação de lava e gelo para formar uma depressão seria um achado excitante, diz Levy, porque criaria um ambiente com água líquida e nutrientes químicos, ingredientes necessários para a vida na Terra. Ele acrescenta que a depressão Hellas e, em menor escala, a depressão Galaxias Fossae, devem ser mantidas em mente quando se procurar habitats em Marte.

Gro Pedersen, vulcanólogo da Universidade da Islândia, que não esteve envolvido com o estudo, concorda que as depressões são locais promissores para investigações futuras.

"Estas características realmente assemelham-se com caldeiras de gelo cá na Terra e, somente dessa perspetiva, devem ser de grande interesse," comenta Pedersen. "Tanto porque a sua existência pode fornecer informações sobre as propriedades do material subterrâneo - a potencial existência de gelo - como devido ao potencial para revelar interações gelo-vulcão."

Links:

Notícias relacionadas:
Universidade do Texas em Austin (comunicado de imprensa)
Instituto de Geofísica da Universidade do Texas (comunicado de imprensa)
Icarus
Astrobiology Magazine
Science alert
PHYSORG
ScienceDaily
redOrbit

Erupção subglaciar:
Wikipedia

MRO:
NASA 
JPL 
Wikipedia

Marte:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

 
FORMA DO COMETA 67P/C-G É BASTANTE MAIS JOVEM DO QUE SE PENSAVA
Imagem do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko pela câmara OSIRIS da Rosetta, obtida a 3 de agosto de 2014 a partir de uma distância de 285 km.
Crédito: ESA/Rosetta/MPS para a Equipa OSIRIS MPS/UPD/LAM/IAA/SSO/INTA/UPM/DASP/IDA
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Com base em simulações de computador, astrofísicos da Universidade de Berna concluíram que o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko não obteve a sua forma de "patinho de borracha" durante a formação do nosso Sistema Solar há 4,5 mil milhões de anos atrás. Embora contenha material primordial, foram capazes de mostrar que o cometa, na sua forma atual, tem pouco mais de mil milhões de anos.

Com base em dados da sonda Rosetta, os cientistas até agora assumiam que o cometa 67P/Churyumov–Gerasimenko teve origem na fase inicial do nosso Sistema Solar. A sua peculiar forma de "patinho de borracha" teria resultado de uma gentil colisão entre dois objetos há cerca de 4,5 mil milhões de anos atrás. Segundo uma nova investigação, Martin Jutzi e Willy Benz do NCCR PlanetS e do CSH (Center for Space and Habitability) da Universidade de Berna, juntamente com outros colegas, chegaram a uma conclusão diferente. Como resultado de dois estudos publicados na revista Astronomy & Astrophysics, Jutzi explica que "é improvável que um corpo como Chury tenha sobrevivido tanto tempo sem danos - as nossas simulações de computador mostram isso."

Caso as suposições do atual modelo "padrão" da origem do nosso Sistema Solar estejam corretas, uma fase inicial e tranquila foi seguida por um período em que grandes corpos iniciaram velocidades mais altas e colisões mais violentas. Num primeiro artigo, os cientistas calcularam quanta energia seria necessária para destruir uma estrutura como 67P/C-G numa colisão. Ao que parece, o cometa tem um ponto fraco; a ligação entre as duas partes - o pescoço entre a cabeça e o corpo. "Descobrimos que esta estrutura pode ser facilmente destruída, mesmo com colisões de baixa energia," sumariza Jutzi. Willy Benz compara o pescoço do cometa com a haste de um copo de vinho: "O copo tem que ser lavado com cuidado para que a haste não se parta," diz o astrofísico. Obviamente, o Sistema Solar não teve tanto cuidado neste aspeto.

O novo estudo mostra que cometas como 67P/Churyumov-Gerasimenko sofreram um número significativo de colisões ao longo do tempo, cuja energia teria seria suficiente para destruir uma estrutura de lóbulos. Portanto, a forma não é primordial, mas desenvolveu-se através de colisões ao longo de milhares de milhões de anos. "A forma atual do Chury é o resultado do último grande impacto que provavelmente teve lugar nos últimos mil milhões de anos," comenta Jutzi. A forma de "patinho de borracha" do cometa é, portanto, muito mais jovem do que se pensava. A única alternativa seria que o atual modelo padrão da evolução inicial do Sistema Solar não está correto e que existiriam menos objetos pequenos do que se pensava. Neste caso, não teriam existido tantas colisões e o cometa teria tido a hipótese de manter a sua forma primordial. "De momento, pensamos que a forma do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko é o resultado de muitas colisões, e que o modelo padrão não precisa de ser revisto," realça Jutzi.

Nova forma, mesmo conteúdo

No segundo artigo, Jutzi e Benz investigam exatamente como a forma atual do cometa poderá ter resultado de uma colisão. Nos seus modelos de computador, fizeram colidir objetos pequenos - com um diâmetro de 200 a 400 metros - com um corpo de aproximadamente cinco quilómetros e em rotação, corpo este com a forma de uma bola de rugby. A velocidade de impacto variava entre os 200 e 300 metros por segundo, o que claramente excede a velocidade de escape para objetos deste tamanho (cerca de 1 metro por segundo). No entanto, a energia envolvida é ainda muito inferior à de um impacto catastrófico no qual uma grande parte do corpo é pulverizada. Como resultado, o alvo foi rasgado em duas partes, que, devido aos efeitos da sua atração gravitacional mútua, mais tarde se fundiu numa estrutura em duas partes - uma estrutura como Chury.

Será que o resultado desta investigação contradiz o conhecimento prévio de que os cometas consistem de material primordial pelo menos tão antigo quanto o nosso Sistema Solar? "Não," dizem os cientistas. As suas simulações mostram que a relativamente pequena energia de impacto não aquece ou comprime o cometa globalmente. O corpo é ainda poroso e o material volátil que estava aí contido desde o início permaneceu. Em ligação com o cometa Chury, estas propriedades puderam ser medidas de forma convincente com a sonda Rosetta. "Até agora, assumia-se que os cometas eram blocos de construção originais - semelhantes a Legos," realça Benz. "O nosso trabalho mostra que os blocos de Lego já não têm a sua forma original, mas o plástico de que são feitos é ainda o mesmo que no início."

Links:

Cobertura da missão Rosetta pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
04/10/2016 - Missão concluída: viagem da Rosetta termina com uma ousada descida ao cometa
27/09/2016 - Fogo-de-artifício de verão no cometa da Rosetta
13/09/2016 - A descida da Rosetta até ao cometa
06/09/2016 - Philae foi encontrado!
02/09/2016 - Imagiologia da pequena poeira do cometa em 3D
02/08/2016 - Como os cometas nascem
01/07/2016 - Ajuste final da Rosetta para 30 de setembro
31/05/2016 - Cometa da Rosetta contém ingredientes da vida
12/04/2016 - O cometa que muda de cor
16/02/2016 - Philae enfrenta hibernação eterna
15/01/2016 - Confirma-se que gelo exposto à superfície do cometa da Rosetta é água
03/11/2015 - Resultados da missão Rosetta antes do periélio
30/10/2015 - Primeira deteção de oxigénio molecular num cometa
06/10/2015 - Rosetta espia o lado escuro do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko
29/09/2015 - Cometa da Rosetta é um binário de contacto
25/09/2015 - Rosetta revela ciclo de água do Cometa 67P/C-G
14/08/2015 - O grande dia da Rosetta ao Sol
11/08/2015 - "Fogos de artifício" cometários antes do periélio
07/08/2015 - Há um ano que a Rosetta orbita o Cometa 67P/C-G
04/08/2015 - Ciência à superfície do Cometa 67P/C-G
03/07/2015 - Depressões no Cometa 67P/C-G produzem jatos
26/06/2015 - Água gelada exposta, detetada à superfície do Cometa 67P/C-G
19/06/2015 - Despertar do Philae desencadeia intenso esforço de planeamento
16/06/2015 - O módulo de aterragem da Rosetta, Philae, acordou
12/06/2015 - Equipa da Rosetta avista brilho que poderá ser módulo desaparecido
05/06/2015 - Estudo ultravioleta revela surpresas na cabeleira de cometa
17/04/2015 - Rosetta e Philae descobrem que cometa não é magnetizado
24/03/2015 - Sonda Rosetra faz a primeira deteção de nitrogénio molecular num cometa
06/02/2015 - Rosetta "mergulha" para encontro íntimo
27/01/2015 - Rosetta observa cometa a largar o seu revestimento de poeira
23/01/2015 - Dando a conhecer o cometa da Rosetta
12/12/2014 - Rosetta alimenta debate sobre origem dos oceanos da Terra
28/11/2014 - Onde diabos pousou o Philae?
21/11/2014 - Primeiros resultados científicos do Philae
18/11/2014 - Philae completa missão principal antes de hibernar
14/11/2014 - Philae poisa no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko
11/11/2014 - Como aterrar num cometa
07/11/2014 - Adeus "J", olá Agilkia
28/10/2014 - O "perfume" do Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko
17/10/2014 - ESA confirma local de aterragem do Philae
30/09/2014 - Philae com aterragem prevista para 12 de Novembro
16/09/2014 - Está escolhido o local de aterragem do Philae
26/08/2014 - Onde é que o Philae vai aterrar?
08/08/2014 - A nave Rosetta chega ao seu cometa de destino
05/08/2014 - Sonda Rosetta chega a cometa esta semana
01/04/2014 - Philae está acordado!
17/01/2014 - O despertador mais importante do Sistema Solar
13/07/2010 - Rosetta triunfa no asteróide Lutetia
13/11/2009 - Será que o "flyby" da Rosetta indica uma nova física exótica? 
06/11/2009 - Rosetta faz último "flyby" pela Terra a 13 de Novembro 
06/09/2008 - Rosetta passa por Steins: um diamante no céu 
03/09/2008 - Contagem decrescente para "flyby" por asteróide 
28/02/2007 - A semana dos "flybys" 
01/06/2004 - Primeira observação científica da Rosetta 
12/03/2004 - Escolhidos os dois asteróides para aproximação da Rosetta 
09/03/2004 - Sonda Rosetta finalmente lançada

Notícias relacionadas:
Universidade de Berna (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
Artigo científico - 2 (arXiv.org)
Animação do Chury (NCCR PlanetS via YouTube)
Astronomy Now
ScienceDaily
PHYSORG
UPI

Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko:
Wikipedia
ESA

Sonda Rosetta:
ESA
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ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Superlua e ISS
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Kris Smith
 
O que são aquelas pequenas manchas em frente da Lua? São silhuetas da Estação Espacial Internacional. Usando um planeamento cuidadoso e um "timing" de frações de segundo, um meticuloso fotógrafo lunar capturou dez imagens da ISS a passar em frente da Lua Cheia do mês passado. Mas esta não foi uma Lua Cheia habitual - foi a primeira de três superluas consecutivas de 2016. Uma superlua é uma Lua Cheia que aparece um pouco maior e mais brilhante do que as outras Luas Cheias. A sequência na imagem acima foi captada perto de Dallas, no estado norte-americano do Texas. Ontem teve lugar a segunda superlua desta série, uma Lua Cheia que não só foi a maior e mais brilhante do ano, mas também desde 1948. A terceira superlua da série deste ano terá lugar em meados de dezembro.
 

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