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Edição n.º 1022
24/12 a 26/12/2013
 
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ACTIVIDADES

27.12.13 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
20:30 – 23:00 - Apresentação sobre tema de astronomia, seguida de observação astronómica nocturna com telescópio.
Público: Público em geral, local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens/ estudantes/ reformados (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922
Palestra sobre um tema de astronomia seguida de observação do céu noturno com telescópio (dependente de meteorologia favorável)

28.12.13 - DESCOBRINDO O SOL 15:30 – 16:30 (actividade incluída na visita ao centro; 1€ para participantes que não visitem o Centro – crianças até 12 anos grátis)
Observação do Sol em segurança para conhecer um pouco melhor alguns aspectos da nossa estrela. Público: Público em geral, local: CCVAlg

 
EFEMÉRIDES

Dia 24/12: 358.º dia do calendário gregoriano.
História: Os astronautas da Apollo 8 entram em órbita da Lua e tornam-se os primeiros humanos a fazê-lo.

Orbitam o nosso satélite natural 10 vezes e enviam de volta imagens televisivas durante uma transmissão de Véspera de Natal, programa este que se tornou num dos mais vistos na História.
Em 1979, lançamento do primeiro Ariane.
Observações: Com a chegada do Inverno, o Grande Quadrado de Pégaso está novamente apoiado sob um canto após a hora de jantar, agora descendo para o lado ocidental do céu. A linha principal de estrelas de Andrómeda prolonga-se desde o seu canto de topo.

Dia 25/12: 359.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1642, nascia Isaac Newton (de acordo com o calendário juliano).

Em 1968, a Apollo 8 faz primeira manobra TEI (Trans Earth Injection), enviando a tripulação e a nave de volta à Terra desde órbita lunar.
Em 2003, a infeliz Beagle 2, libertada da sonda Mars Express no dia 19 de Dezembro, desaparece pouco antes da sua prevista aterragem. 
Em 2004, a Cassini liberta a sonda Huygens, que aterra em Titã a 14 de Janeiro do ano seguinte.
Observações: A Lua em Quarto Minguante brilha perto de Marte após nascer durante a primeira hora de dia 25.
Lua em Quarto Minguante, pelas 13:48.
Nesta altura do ano Sirius nasce a Este-Sudeste, bem por baixo de Orionte por volta das 20 horas. Quando Sirius está ainda baixo, os binóculos mostram a estrela piscando com cores vívidas. Todas as estrelas têm este comportamento quando estão baixas perto do horizonte, mas Sirius é a mais brilhante, o que aumenta o efeito.
Trânsito da sombra de Europa, entre as 18:41 e as 21:28.
Trânsito de Europa, entre as 19:16 e as 22:03.
Na última parte do Império Romano, o dia 25 de Dezembro assinalava o nascimento do Sol inconquistável - celebrando a sobrevivência do Sol a seguir a um escuro solstício com a promessa de luz e calor na Primavera e Verão vindouros. Esta temporada festiva, com o seu simbolismo, foi eventualmente substituída pelo Natal cristão no século IV.

Dia 26/12: 360.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1973, o cometa Kohoutek atingia o periélio. 

No mesmo dia a Soyuz 13 voltava à Terra.
Em 1974 era lançada a Salyut 4.
Observações: Note cuidadosamente o ponto do pôr-do-Sol no seu horizonte, de dia para dia. Consegue discernir que já começou a sua viagem para Norte?

 
CURIOSIDADES


O enxame aberto de estrelas M44 é conhecido por Presépio, pois as estrelas parecem formar duas figuras altas em torno de um nicho de estrelas mais baixo.

 
 
EQUIPA DO CURIOSITY VERIFICA DESGASTE DAS RODAS, ACTUALIZA SOFTWARE
O rover Curiosity capturou este panorama de 360º usando a Navcam no 477.º dia marciano, ou sol, da sua missão (8 de Dezembro de 2013).
Crédito: NASA/JPL-Caltech
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Os engenheiros estão preparando-se para realizar uma verificação das seis rodas do rover Curiosity, que acumularam uma grande quantidade de desgaste ao longo dos 16 meses desde que aterrou em Marte.

Num futuro próximo, a equipa da missão planeia conduzir o rover Curiosity de 1 tonelada até uma zona macia de solo e fotografar as seis rodas de alumínio usando a câmara MAHLI (Mars Hand Lens Imager) montada no braço robótico.

"Queremos ter um inventário completo da condição das rodas," afirma Jim Erickson, gestor do projecto Curiosity, no JPL da NASA em Pasadena, no estado americano da Califórnia, num comunicado de passado dia 20.

Comparação do estado das rodas no "sol" 34 e no "sol" 488.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"Já tínhamos antecipado mossas e buracos, mas a quantidade de desgaste parece ter acelerado mais ou menos no último mês," afirma Erickson. "Parece estar correlacionado com a condução em terreno mais acidentado. As rodas podem sofrer danos significativos, sem prejudicar a capacidade de mobilidade do rover. No entanto, queremos compreender o impacto que este tipo de terreno tem sobre as rodas, para ajudar ao planeamento de passeios futuros."

Os cientistas da missão dizem que os percursos para destinos futuros podem ter como prioridade a redução do tempo que o Curiosity gasta passando por cima de rochas afiadas e outros terrenos acidentados.

Ampliação e comparação do estado das rodas entre o sol 34 e o sol 488.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Os engenheiros também acabaram de actualizar o software do rover, a terceira instalação desde que o Curiosity aterrou na Cratera Gale em Agosto de 2012.

Os membros da equipa dizem que, entre outras características, esta última versão melhora a capacidade do Curiosity em usar o seu braço robótico enquanto está em encostas. Esta competência deverá ser útil quando o rover chegar à base do Monte Sharp, com uma elevação de 5,5 km, no centro da Cratera Gale.

A mesma roda, ampliação e comparação entre os sols 177 e 488. As setas indicam rachas na pele da roda.
Crédito: NASA/JPL-Caltech
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O Monte Sharp há muito que é o destino principal do Curiosity. Os cientistas da missão querem que o rover suba o sopé da montanha, lendo a história da evolução das condições ambientais de Marte.

O objectivo principal da missão de 2,5 mil milhões de dólares do Curiosity é determinar se Marte já foi capaz de suportar vida microbiana. Os cientistas da missão já responderam afirmativamente a esta questão, descobrindo um ponto perto do local de aterragem do Curiosity, chamado Yellowknife Bay, que era realmente habitável há milhares de milhões de anos atrás.

O Curiosity partiu de Yellowknife Bay em direcção ao Monte Sharp em Julho. Deve chegar à base da montanha em meados do próximo ano.

Links:

Cobertura da missão do rover Curiosity pelo CCVAlg:
10/12/2013 - Resultados do Curiosity incluem primeira medição de idade em Marte e ajudam à exploração humana
27/09/2013 - Resultados científicos do local de aterragem do Curiosity
27/09/2013 - Curiosity analisa rochas em ponto de paragem
20/09/2013 - Curiosity não detecta metano em Marte
06/08/2013 - Primeiro aniversário do Curiosity em Marte
23/07/2013 - Artigos relatam pistas do passado atmosférico de Marte
09/07/2013 - Rover Curiosity começa viagem até Monte Sharp
07/06/2013 - Cientistas calculam exposição à radiação durante viagem a Marte
04/06/2013 - Seixos comprovam antigo leito de rio em Marte
21/05/2013 - Rover Curiosity da NASA perfura segundo alvo
19/03/2013 - Rover Curiosity vê tendência em presença de água
15/03/2013 - Rover da NASA descobre que Marte já teve condições para suportar vida
05/02/2013 - Curiosity perfura rocha marciana pela primeira vez
18/01/2013 - Curiosity prepara-se para primeira perfuração marciana
28/12/2012 - Rover Curiosity passa Natal na "Casa da Avó"
11/12/2012 - O futuro do Curiosity: mapeamento montanhoso
04/12/2012 - Rover da NASA completa primeira análise de solo marciano
06/11/2012 - Rover Curiosity encontra pistas de mudanças na atmosfera de Marte
02/11/2012 - Curiosity analisa primeiras amostras de solo marciano
02/10/2012 - Curiosity descobre que tempo em Marte é surpreendentemente quente
28/09/2012 - Rover Curiosity descobre antigo leito na superfície marciana
21/09/2012 - Rover Curiosity aponta armas para rocha invulgar na sua viagem
07/09/2012 - Rover Curiosity começa actividades com o seu braço robótico
31/08/2012 - Curiosity começa viagem para Este
28/08/2012 - Curiosity envia incrível imagem em alta-resolução do Monte Sharp
21/08/2012 - Laser e braço do Curiosity passam primeiros testes
10/08/2012 - Curiosity envia 1.º panorama a cores
07/08/2012 - Curiosity aterra em Marte!
03/08/2012 - Rover Curiosity: tudo ou nada
31/07/2012 - Aterragem de rover marciano segue grande tradição dramática com 40 anos
17/07/2012 - Rover Curiosity a caminho da aterragem no início de Agosto
20/12/2011 - Rover marciano da NASA começa pesquisa no espaço
25/11/2011 - Como é que o Curiosity vai para Marte? Com muito cuidado
22/11/2011 - Mega-rover pronto para pesquisar sinais de vida em Marte
05/07/2011 - Rover Curiosity poderá subir monte com altura do Kilimanjaro

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
SPACE.com
PHYSORG
redOrbit
Discovery News
UPI

Rover Curiosity (MSL):
NASA
NASA - 2 
NASA - 3
Wikipedia

Marte:
Núcleo de Astronomia do CCVAlg
Wikipedia

 
NOVA TÉCNICA PARA MEDIR MASSA DE EXOPLANETAS

Até à data, os cientistas detectaram a existência de mais de 1000 exoplanetas em órbita de outras estrelas que não o nosso Sol. Para determinar se estes mundos distantes são habitáveis, precisamos de saber a sua massa - o que pode ajudar os cientistas a discernir se o planeta é feito de gás ou rocha e outros materiais de apoio à vida.

Mas as técnicas actuais para estimar a massa exoplanetária são limitadas. A velocidade radial é o principal método usado pelos cientistas: pequenas oscilações na órbita da estrela à medida que é puxada pela força gravitacional do planeta, a partir das quais os cientistas podem derivar a relação de massa entre o planeta e a estrela. Para planetas muito grandes, com o tamanho de Neptuno, ou mais pequenos como a Terra orbitando muito próximo de estrelas brilhantes, a velocidade radial funciona relativamente bem. Mas a técnica tem menos sucesso com planetas mais pequenos que orbitam mais longe das suas estrelas, tal como a Terra.

Agora, cientistas do MIT (sigla inglesa para Massachusetts Institute of Technology ou Instituto de Tecnologia do Massachusetts) desenvolveram uma nova técnica para determinar a massa de planetas extra-solares, usando apenas o seu sinal de trânsito - diminuições na luz à medida que um planeta passa em frente da sua estrela. Esta informação tem sido tradicionalmente usada para determinar o tamanho de um planeta e suas propriedades atmosféricas, mas a equipa do MIT descobriu uma maneira de interpretá-la de tal forma que também revela a massa do planeta.

Impressão de artista do espectro de transmissão de um planeta.
Crédito: Christine Daniloff/MIT, Julien de Wit
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"Com este método, percebemos que a massa planetária - um parâmetro chave que, se ausente, poderia ter-nos impedido de avaliar a habitabilidade do primeiro planeta tipo-Terra potencialmente habitável na próxima década - será realmente acessível, juntamente com as propriedades atmosféricas," afirma Julien de Wit, estudante graduado do Departamento da Terra, Ciências Atmosféricas e Planetárias do MIT.

De Wit é o autor principal de um artigo publicado a semana passada na revista Science, em conjunto com a co-autora Sara Seager.

Estimando a massa a partir da luz

Além da composição de um planeta, a sua massa pode fornecer um vislumbre da superfície do planeta e da sua actividade interna.

"A massa afecta tudo a um nível planetário, tal como placas tectónicas, o seu arrefecimento interno e convecção, o modo como gera campos magnéticos, e se o gás escapa da sua atmosfera," realça de Wit. "Se não a obtivermos, uma grande parte das propriedades do planeta permanece indeterminada."

Usando grandes telescópios como o Spitzer ou o Hubble, os cientistas foram capazes de analisar o espectro de transmissão de exoplanetas recém-descobertos. Um espectro de transmissão é gerado à medida que um planeta passa em frente da sua estrela, deixando escapar um pouco de luz pela sua atmosfera. Ao analisar os comprimentos de onda de luz que passam pela atmosfera, os cientistas conseguem determinar as propriedades atmosféricas de um planeta, tais como a temperatura e a densidade de moléculas atmosféricas. Da quantidade total de luz bloqueada, podem calcular o tamanho de um planeta.

Para determinar a massa de um exoplaneta usando espectroscopia de transmissão, de Wit contou com o efeito que a massa de um planeta tem na sua atmosfera, pois os espectros de transmissão dão informações sobre as propriedades atmosféricas do planeta. Para tal, trabalhou a partir de uma equação padrão que descreve o efeito da temperatura, força gravitacional e densidade atmosférica de um planeta sobre o seu perfil de pressão atmosférica - o modo como a pressão muda ao longo da sua atmosfera.

De acordo com esta equação, sabendo qualquer destes três parâmetros revelaria o quarto parâmetro. Dado que a massa de um planeta pode ser derivada a partir da sua força gravitacional, de Wit fundamenta que a massa de um planeta por ser derivada a partir da sua temperatura atmosférica, perfil de pressão e densidade - parâmetros que, em princípio, podem ser obtidos a partir de um espectro de transmissão.

Mas, para obter uma medição precisa da massa do planeta, de Wit teve que provar que estes três parâmetros podiam ser obtidos independentemente uns dos outros, somente a partir de um espectro de transmissão.

Descobrindo a massa de um planeta

Para provar que a temperatura, perfil de pressão e densidade atmosférica de um planeta podem ser derivadas de forma independente a partir de um espectro de transmissão, de Wit teve que demonstrar que cada parâmetro tem um efeito marcante num espectro de transmissão. De Wit realizou novas derivações analíticas a partir dos primeiros princípios de transferência radiativa, e descobriu uma constante matemática do século XVIII, com o nome de constante Euler-Mascheroni, que ajuda a revelar os efeitos individuais de cada parâmetro. Por outras palavras, esta constante actua como uma "chave de encriptação" para descodificar o processo pelo qual as propriedades da atmosfera de um planeta são incorporadas no seu espectro de transmissão.

Impressão de artista do planeta extrasolar com o tamanho de Júpiter, HD 189733b. A atmosfera do planeta tem uma temperatura superior a 1000 graus Celsius, e chove vidro, de lado, com ventos de 7000 km/h.
Crédito: ESA, NASA, M. Kornmesser (ESA/Hubble), e STScI
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"Isto realmente ajuda a desbloquear tudo e revela, de todas estas equações malucas, que propriedades atmosféricas fazem o quê, e como," comenta de Wit. "Encontramos esta constante numa série de problemas físicos, e é divertido vê-la aparecer novamente na ciência planetária."

Para testar o método, de Wit aplicou a técnica a um exoplaneta recém-descoberto, conhecido como HD 189733 b, localizado a 63 anos-luz de distância. Com os seus cálculos, de Wit obteve a mesma medição de massa como a obtida por outros usando a velocidade radial.

Usando as especificações dos futuros telescópios espaciais de alta resolução, como o Telescópio Espacial James Webb - um instrumento concebido para estudar atmosferas exoplanetárias - os autores mostraram que a nova técnica será capaz de caracterizar a massa e propriedades atmosféricas de planetas mais pequenos, do tamanho da Terra.

Mark Swain, cientista do JPL da NASA, diz que a nova técnica do grupo será muito útil na determinação da composição e, finalmente, na habitabilidade, de planetas semelhantes à Terra.

"A massa é uma peça muito importante do puzzle," realça Swain, que não esteve envolvido na investigação. "Se descobrirmos que a composição de um planeta é quase certamente sólida, isso exigiria uma quantidade significativa de água misturada com um núcleo de silicato, e se soubéssemos que tinha temperaturas de zona habitável, teríamos um bom caso para estudos mais aprofundados desse mundo, porque teria o que parecem ser os ingredientes de um planeta habitável."

Links:

Notícias relacionadas:
MITnews (comunicado de imprensa)
Science (requer subscrição)
SPACE.com
Nature
Sky & Telescope
Astrobiology Magazine
PHYSORG
redOrbit
Gizmodo

HD 189733 b:
Wikipedia
Exoplanet.eu

Núcleo de Astronomia do CCVAlg (HD 189733b):
16/07/2013 - Hubble descobre um planeta realmente azul
05/02/2010 - Nova técnica para detectar planetas extrasolares "tipo-Terra"
23/10/2009 - Astrónomos fazem-no outra vez: descobrem moléculas orgânicas em "Júpiter-quente" extrasolar
03/12/2008 - Hubble descobre dióxido de carbono num planeta extrasolar
22/03/2008 - Detectada a primeira molécula orgânica num planeta extrasolar
13/02/2008 - Detectadas moléculas orgânicas pela primeira vez num planeta extrasolar
14/07/2007 - Descoberta água em planeta extrasolar
11/10/2005 - O melhor trânsito exoplanetário até agora

Planetas extrasolares:
Wikipedia
Lista de planetas confirmados (Wikipedia)
Lista de planetas não confirmados (Wikipedia)
Lista de exoplanetas potencialmente habitáveis (Wikipedia)
Lista de extremos (Wikipedia)
Open Exoplanet Catalogue
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares
Exosolar.net

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
STScI
SpaceTelescope.org
Wikipedia

Telescópio Espacial Spitzer:
Página oficial 
NASA
Centro Espacial Spitzer 
Wikipedia

JWST (James Webb Space Telescope):
NASA
STScI
ESA
Wikipedia

Constante de Euler-Mascheroni:
Wikipedia

 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Titã, Terra de Lagos
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Cassini Radar MapperJPLUSGSESANASA
 
A maior lua de Saturno, Titã, seria única no nosso Sistema, o único corpo com lagos e mares líquidos estáveis na sua superfície... se não fosse a Terra, claro. Centrado no pólo norte, este mapa colorido mostra os corpos de metano e etano de Titã em azul e preto, ainda em estado líquido a temperaturas superficiais de -180 graus Celsius. O mapa é baseado em dados de radar obtidos pela sonda Cassini, durante voos rasantes entre 2004 e 2013. Com uma forma parecida a um coração, o lago para cima e para a direita do pólo é Ligeia Mare, o segundo maior corpo líquido conhecido em Titã. Mesmo por baixo do pólo norte está Punga Mare. O mar por baixo e para a direita de Punga é Kraken Mare, o maior mar conhecido de Titã. Para cima e para a esquerda do pólo, a superfície da lua está salpicada por lagos mais pequenos que medem até 50 quilómetros em diâmetro.
 

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