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Edição n.º 1269
06/05 a 09/05/2016
 
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09/05/16 - MERCÚRIO FRENTE AO SOL - GRÁTIS
12:00 - Durante toda a tarde, na açoteia do Centro, venha observar gratuitamente o Sol com o nosso especialista. Essa tarde será marcada pela passagem do Planeta Mercúrio em frente ao Sol, representando uma oportunidade única nos próximos 3 anos, se a meteorologia o permitir...
Preço: grátis
Pré-inscrição: info@ccvalg.pt ou 289 890 922 ou siga este link
Telefone: 289 890 920
E-mail: info@ccvalg.pt

 

10/05/16 a 01/06/16 - ROSETTA NO RASTO DO COMETA
Nesta exposição temporária, poderá ficar a saber mais sobre os cometas, acompanhando a viagem da sonda Rosetta e do módulo Philae desde o seu lançamento em 2004 até à aproximação ao cometa em 2014, com o objetivo de investigar in loco o cometa 67 P Churyumov-Gerasimenko. A exposição aborda ainda conceitos relativos a outros astros como meteoros, asteroides e a sua importância no Sistema Solar. A exposição é composta por painéis interativos, um jogo multimédia e um modelo do cometa impresso em 3D a partir de dados reais adquiridos pela sonda desde a sua aproximação a 6 de Agosto de 2014. Esta exposição foi produzida pela Cité de l´espace, membro do grupo para o Espaço do Ecsite, a que o Centro Ciência Viva do Algarve também pertence.
Local: CCVAlg
Preço: Gratuito com a compra da entrada no centro
Telefone: 289 890 922
E-mail: info@ccvalg.pt

 

27/05/16 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
21:00 - Este evento inclui uma apresentação sobre o tema - “O tamanho do Sistema Solar”, seguido de observação astronómica noturna com telescópio (dependente de meteorologia favorável).
Local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: siga este link
Telefone: 289 890 922
E-mail: info@ccvalg.pt

 
EFEMÉRIDES

Dia 06/05: 127.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1872, nascia Willem de Sitter, matemático, físico e astrónomo holandês.

Fez grandes contribuições para o campo da cosmologia física. Foi coautor, juntamente com Einstein, de um artigo onde explicavam que deveria existir grandes quantidades de matéria que não emitia luz, atualmente chamada matéria escura. É também famoso pela sua pesquisa sobre o planeta Júpiter.
Observações: Trânsito da sombra de Ganimedes, entre as 00:34 e as 04:02.
Lua Nova, pelas 20:29.

Dia 07/05: 128.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1975, era lançado o Observatório Espacial de raios-X, Explorer 53
Em 1992, o vaivém espacial Endeavour descolava pela primeira vez (STS-49).

Em 1997, a sonda Galileo fazia o seu quarto voo rasante por Ganimedes.
Observações: No céu de maio brilham três estrelas com magnitude 0: Arcturo muito alta a sudeste, Vega muito baixa a nordeste e Capella a noroeste. Parecem muito brilhantes porque cada uma é pelo menos 60 vezes mais luminosa que o Sol, e porque estão relativamente perto: 37, 25 e 42 anos-luz, respetivamente.

Dia 08/05: 129.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1962, era lançado o primeiro foguetão Atlas Centauro.

Observações: Ocultação de Io, entre as 01:45 e as 04:07.
Cerca de 20 minutos depois do pôr-do-Sol, tente avistar uma finíssima Lua Crescente 17 graus acima do horizonte a oeste-noroeste. Binóculos ajudam! Aldebarã está poucos graus para baixo e um pouco para a direita. Qual dos dois astros é mais fácil de avistar com binóculos? E a olho nu?
Trânsito de Io, entre as 22:58 e as 01:17 (já de dia 9).

Dia 09/05: 130.º dia do calendário gregoriano.
História: Lançamento da Mariner 8.

Tinha como objetivo entrar em órbita de Marte e enviar imagens e dados, mas o veículo de lançamento falhou e nem conseguiu alcançar órbita terrestre.
Observações: Ocultação de Europa, entre as 02:24 e as 05:16.
Trânsito de Mercúrio pelo Sol, entre as 12:13 e as 19:40 (tempos de Faro, Portugal). Caso as condições meteorológicas o permitam, o CCVAlg tem uma ativdade de observação dedicada ao evento. Participe!
Mercúrio em conjunção inferior, pelas 16:16.
Ocultação de Io, entre as 20:15 e as 22:34.
Ecipse de Io, entre as 21:25 e as 23:44.

 
CURIOSIDADES


A Terra é o único planeta que não tem o nome de um deus romano ou grego.

 
 
ESTUDO DESCOBRE QUE A INTERAÇÃO DE PLUTÃO COM O VENTO SOLAR É ÚNICA

No que respeita ao modo como interage com o vento solar (o fluxo contínuo de partículas carregadas do Sol), Plutão comporta-se menos do que o esperado como um cometa e mais como um planeta como Marte ou Vénus.

Esta primeira análise da interação de Plutão com o vento solar foi financiada pela missão New Horizons da NASA e publicada na revista Journal of Geophysical Research – Space Physics pela União Geofísica Americana.

Usando dados do instrumento SWAP (Solar Wind Around Pluto) a bordo da New Horizons durante o voo rasante de julho de 2015, os cientistas observaram pela primeira vez material saindo da atmosfera de Plutão e estudaram como interage com o vento solar, levando a mais uma surpresa de Plutão.

Quatro imagens do instrumento LORRI (Long Range Reconnaissance Imager) a bordo da New Horizons foram combinadas com dados de cor do instrumento Ralph para criar esta visão global de Plutão. As imagens, obtidas quando a sonda estava a 450.000 km do planeta anão, mostra características tão pequenas quanto 2,2 km.
Crédito: NASA/JHUAPL/SwRI
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"Este é um tipo de interação que nunca tínhamos visto antes em qualquer lugar do nosso Sistema Solar," afirma David J. McComas, autor principal do estudo. McComas é professor de ciências astrofísicas na Universidade de Princeton e vice-presidente do Laboratório de Física de Plasmas de Princeton. "Os resultados são surpreendentes." McComas lidera o instrumento SWAP da New Horizons; também liderou o desenvolvimento do instrumento quando estava no SwRI (Southwest Research Institute) em San Antonio, no estado americano do Texas.

Os físicos espaciais dizem que têm agora um tesouro de informações sobre o modo como a atmosfera de Plutão interage com o vento solar. O vento solar é o plasma libertado pelo Sol e viaja a 160 milhões de quilómetros por hora, banhando planetas, asteroides, cometas e o espaço interplanetário numa sopa constituída principalmente por protões e eletrões.

Anteriormente, a maioria dos investigadores pensava que Plutão era caracterizado mais como um cometa, que tem uma grande região onde o vento solar desacelera gentilmente, em oposição ao desvio abrupto que o vento solar encontra num planeta como Marte ou Vénus. Em vez disso, tal como um carro que é em parte alimentado a combustível e em parte a baterias elétricas, Plutão é um híbrido.

Assim, Plutão continua a confundir. "Estes resultados salientam o poder da exploração. Mais uma vez, fomos a um novo tipo de lugar e descobrimos inteiramente novos tipos de expressão na natureza," afirma Alan Stern do SwRI e investigador e principal da New Horizons.

Tendo em conta que está tão longe do Sol - média de 5,9 mil milhões de quilómetros - e é tão pequeno, os cientistas pensavam que a gravidade de Plutão não era forte o suficiente para manter os iões pesados na sua atmosfera estendida. Mas, "a gravidade de Plutão é claramente suficiente para manter material relativamente confinado," afirma McComas.

Esta figura mostra o tamanho e escala da interação de Plutão com o vento solar. Os cientistas pensavam que a gravidade de Plutão não seria suficiente para manter os iões pesados na sua atmosfera estendida, mas Plutão, tal como a Terra, tem uma longa cauda de iões (vermelho) carregada com iões pesados da sua atmosfera. Plutão tem uma "plutopausa" (púrpura) muito fina, o limite entre a cauda iónica de Plutão e o revestimento do vento solar que aí choca (azul) e que é um obstáculo ao seu fluxo.
Crédito: União Geofísica Americana, via Universidade de Princeton
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Usando o instrumento SWAP, os investigadores foram capazes de separar os iões pesados do metano, o principal gás que escapa da atmosfera de Plutão, dos iões leves de hidrogénio que vêm do Sol.

Entre as descobertas adicionais de Plutão:

  • Tal como a Terra, Plutão tem uma longa cauda de iões, que se estende na direção do vento a pelo menos uma distância de aproximadamente 100 raios de Plutão (118.700 km, quase três vezes a circunferência da Terra), carregada com iões pesados da atmosfera e com uma "estrutura considerável";
  • A obstrução do vento solar por Plutão, na direção oposta à do vento, é mais pequena do que se pensava. O vento solar só é bloqueado a cerca de dois raios de Plutão (3000 km);
  • Plutão tem um limite muito fino na sua cauda de iões pesados e no revestimento do vento solar que aí choca e que constitui um obstáculo ao seu fluxo.

Heather Elliott, astrofísica do SwRI e coautora do artigo científico, explica: "a comparação da interação entre o vento solar e Plutão e a interação do vento solar com os outros planetas e corpos é interessante porque as condições físicas são diferentes para cada um, e os processos físicos dominantes dependem dessas condições."

Estas descobertas fornecem pistas sobre os plasmas magnetizados que se poderão encontrar em torno de outras estrelas, comenta McComas. "A gama de interação com o vento solar é bastante diversificada, e isso dá-nos alguma comparação para nos ajudar a melhor compreender as ligações no nosso Sistema Solar e além."

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Universidade de Princeton (comunicado de imprensa)
Journal of Geophysical Research - Space Physics
Astronomy
COSMOS
PHYSORG
Astronomy Now

Cobertura da missão New Horizons pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
08/04/2016 - New Horizons preenche lacuna nas observações do ambiente espacial
18/03/2016 - Artigos científicos revelam novos aspetos de Plutão e das suas luas
04/03/2016 - Neva metano nos picos de Plutão
01/03/2016 - Os desfiladeiros gelados do polo norte de Plutão
23/02/2016 - Caronte, a Lua "Hulk" de Plutão: um possível antigo oceano?
09/02/2016 - As misteriosas colinas flutuantes de Plutão
22/12/2015 - Novas descobertas da New Horizons moldam o conhecimento de Plutão e das suas luas
08/12/2015 - New Horizons transmite as primeiras das melhores imagens de Plutão
10/11/2015 - Quatro meses depois da passagem por Plutão, continuam as descobertas da New Horizons
20/10/2015 - Novas imagens de Plutão e Caronte
09/10/2015 - New Horizons encontra céus azuis e água gelada em Plutão
02/10/2015 - Caronte, a grande lua de Plutão, revela uma história colorida mas violenta
25/09/2015 - Plutão continua a impressionar
18/09/2015 - Plutão deslumbra em espetacular novo panorama retroiluminado
11/09/2015 - Novas imagens de Plutão pela New Horizons: é complicado
08/09/2015 - New Horizons começou fase intensiva de envio dos dados
01/09/2015 - Equipa da New Horizons escolhe potencial alvo da Cintura de Kuiper para "flyby"
28/07/2015 - New Horizons encontra neblina, "glaciares" em Plutão
24/07/2015 - Nova cadeia montanhosa em Plutão; imagens de Nix e Hidra
21/07/2015 - As planícies geladas e a atmosfera de Plutão
17/07/2015 - New Horizons "telefona"; envia primeiros dados da passagem por Plutão
14/07/2015 - New Horizons passa hoje por Plutão
03/06/2015 - Plutão a cores. Tem manchas, metano e, quem sabe, nuvens
29/05/2015 - New Horizons vê mais detalhes em Plutão 
01/05/2015 - New Horizons deteta características à superfície, possivelmente uma calote polar em Plutão
09/12/2014 - New Horizons acorda para encontro com Plutão 
26/08/2014 - New Horizons passa órbita de Neptuno a caminho de encontro histórico com Plutão 
17/06/2014 - Fracturas em lua de Plutão podem indicar que já teve um oceano subterrâneo
10/06/2014 - Plutão e Caronte podem partilhar atmosfera
25/06/2013 - Equipa da New Horizons mantém plano de voo original para Plutão
29/11/2011 - Luas de Plutão podem significar perigo para a New Horizons 
25/07/2007 - Neva em Caronte
28/02/2007 - A semana dos "flybys"
20/01/2006 - New Horizons partiu
18/06/2004 - New Horizons II - uma missão ao Sistema Solar longínquo

Sistema de Plutão:
Plutão (Wikipedia)
Caronte (Wikipedia)
Nix (Wikipedia)
Hidra (Wikipedia)
Cérbero (Wikipedia)
Estige (Wikipedia)

Vento solar:
NASA
SWPC/NOAA
Wikipedia

New Horizons:
Página oficial
NASA
Twitter
Wikipedia

 
PLANETA NOVE: UM MUNDO QUE NÃO DEVIA EXISTIR
Esta impressão de artista mostra o distante Planeta Nove. Pensa-se que o planeta seja gasoso, parecido com Úrano e Neptuno. Relâmpagos hipotéticos iluminam o lado noturno.
Crédito: Caltech/R. Hurt (IPAC)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

No início deste ano os cientistas divulgaram evidências teóricas para um nono planeta no Sistema Solar, um planeta com a massa de Neptuno numa órbita altamente elíptica com 10 vezes a distância entre Plutão e o Sol. Desde então, os teóricos têm estudado como é que este Planeta Nove pode ter assentado numa órbita tão distante.

Uma nova investigação por astrónomos do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica (CfA) examinou uma série de cenários e descobriu que a maioria destes têm baixa probabilidade. Portanto, a presença do Planeta Nove continua a ser um pouco misteriosa.

"As evidências apontam para a existência do Planeta Nove, mas não conseguimos explicar, com certeza, como é que foi formado," afirma Gongjie Li, astrónoma do CfA e autora principal de um artigo aceite para publicação na revista The Astrophysical Journal Letters.

O Planeta Nove orbita o nosso Sol a uma distância muito excêntrica entre 400-1500 unidades astronómicas (uma Unidade Astronómica, ou UA, é a distância média entre a Terra e o Sol, cerca de 150 milhões de quilómetros). Isto coloca-o muito além de todos os planetas do nosso Sistema Solar. A questão torna-se: será que se formou aí, ou será que se formou noutro lugar e mais tarde vagueou para a sua órbita invulgar?

Li e o coautor Fred Adams (Universidade de Michigan) realizaram milhões de simulações de computador a fim de considerar três possibilidades. A primeira e mais provável envolve a passagem de uma estrela que puxa o Planeta Nove para fora. Este tipo de interação não só desloca o planeta para uma órbita mais larga, mas também torna essa órbita mais elíptica. E dado que o Sol se formou num enxame com vários milhares de vizinhos, estes encontros estelares eram mais comuns no início da história do nosso Sistema Solar.

No entanto, é mais provável que a passagem de uma estrela expulsasse completamente o Planeta Nove do Sistema Solar. Li e Adams calcularam uma probabilidade de 10%, na melhor das hipóteses, para que o Planeta Nove "pousasse" na sua órbita atual. Além disso, o planeta também teria de formar-se a grandes distâncias.

O astrónomo Scott Kenyon, também do CfA, acredita que pode ter a solução para esta dificuldade. Em dois artigos submetidos à revista The Astrophysical Journal, Kenyon e o coautor Benjamin Bromley (Universidade do Utah) usaram simulações para construir cenários plausíveis para a formação do Planeta Nove numa órbita tão larga.

"A solução mais simples é o Sistema Solar formar um gigante gasoso extra," afirma Kenyon.

Eles propõem que o Planeta Nove se formou muito mais perto do Sol e, mais tarde, interagiu com os outros gigantes gasosos, principalmente Júpiter e Saturno. Uma série de "chutos" gravitacionais pode, em seguida, ter impulsionado o planeta para uma órbita maior e mais elíptica ao longo do tempo.

"Pense numa criança num baloiço. Se dermos vários empurrões no momento certo, o baloiço sobe cada vez mais," explica Kenyon. "Aí, o desafio torna-se não empurrar o planeta demais, para que não saia do Sistema Solar."

Isto pode ser evitado por interações com o disco gasoso do Sistema Solar, sugere.

Kenyon e Bromley também examinaram a possibilidade do Planeta Nove se ter formado, para começar, a grandes distâncias. Eles acham que uma combinação ideal de massa e vida útil do disco inicial poderia, potencialmente, criar o Planeta Nove no tempo que demoraria para ser empurrado pela passagem da estrela que Li estudou.

"A vantagem destes cenários é que são testáveis observacionalmente," salienta Kenyon. "Um gigante gasoso empurrado vai parecer-se com um frio Neptuno, enquanto um planeta formado nesse local vai ser parecido com um Plutão gigante e sem gás."

O trabalho de Li também ajuda a restringir a data de formação ou migração do Planeta Nove. O Sol nasceu num enxame onde os encontros com outras estrelas eram mais frequentes. A órbita larga do Planeta Nove iria deixá-lo vulnerável a expulsão durante tais encontros. Portanto, o Planeta Nove é provavelmente um retardatário que alcançou a sua órbita atual depois do Sol ter saído do enxame onde nasceu.

Finalmente, Li e Adams estudaram outras duas possibilidades mais selvagens: que o Planeta Nove é um exoplaneta que foi capturado a partir de um sistema estelar de passagem, ou um planeta que flutuava livremente e que foi capturado quando passou demasiado perto do nosso Sistema Solar. No entanto, eles concluem que as probabilidades destes cenários são inferiores a 2%.

Links:

Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
12/04/2016 - Planeta 9 toma forma; Cassini não é afetada
26/02/2016 - Procurando o Planeta Nove
22/01/2016 - Cientistas encontram evidências teóricas de um nono planeta

Notícias relacionadas:
Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica (comunicado de imprensa)
Artigo científico - Li e Adams (arXiv.org)
Artigo científico - Kenyon e Bromley (arXiv.org)
Artigo científico - Kenyon e Bromley - 2 (arXiv.org)
SPACE.com
PHYSORG
(e) Science News
Gizmodo

Planeta Nove:
Wikipedia

 
TAMBÉM EM DESTAQUE
  Descobertas pistas sobre vulcões por baixo de gelo no passado de Marte (via NASA)
Novas evidências recolhidas pela sonda MRO da NASA sugerem que vulcões entraram em erupção por baixo de uma camada de gelo de Marte há milhares de milhões de anos atrás, longe de qualquer camada de gelo no Planeta Vermelho de hoje em dia. Ler fonte
 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Nebulosa do Anjo
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Rogelio Bernal Andreo (Deep Sky Colors)
 
A luz combinada de estrelas ao longo da Via Láctea é refletida por estas nuvens cósmicas de poeira que se elevam cerca de 300 anos-luz acima do plano da nossa Galáxia. Apelidada de Nebulosa do Anjo, a ténue aparição faz parte de uma vasta rede de nuvens moleculares difusas e relativamente inexploradas. Encontrados frequentemente a altas latitudes galácticas, os cirros galácticos e poeirentos podem ser traçados ao longo de grandes regiões na direção dos polos norte e sul da Via Láctea. Juntamente com a reflexão da luz estelar, os estudos indicam que as nuvens de poeira produzem uma fraca luminosidade avermelhada, à medida que os grãos de poeira interestelar convertem radiação ultravioleta em luz vermelha visível. Capturando também estrelas próximas da Galáxia e uma série de distantes galáxias de fundo, esta imagem de campo-largo com 3x5 graus cobre cerca de 10 Luas Cheias no céu do planeta Terra na direção da constelação de Ursa Maior.
 

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