Problemas ao ver este email? Consulte a versão web.

Edição n.º 1251
04/03 a 07/03/2016
 
Siga-nos:      
 

25/03/16 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS
20:00 - Apresentação sobre tema de astronomia, seguida de observação astronómica noturna com telescópio (dependente de meteorologia favorável).
Local: CCVAlg
Preço: 2€ - adultos, 1€ jovens (crianças até 12 anos grátis)
Pré-inscrição: consultar este link
Telefone: 289 890 922
E-mail: info@ccvalg.pt

 
EFEMÉRIDES

Dia 04/03: 64.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1675, John Flamsteed é nomeado o primeiro Astrónomo Real de Inglaterra.
Em 1881, nascia Richard Chace Tolman, físico americano, uma autoridade em mecânica estatística. 

Fez importantes contribuições para a cosmologia teórica nos anos após a descoberta da relatividade geral por Einstein. 
Em 1979, a sonda Voyager 1 descobre os anéis de Júpiter
Em 1986, a sonda soviética Vega 1 começa a enviar imagens do Cometa Halley, as primeiras imagens de sempre do seu núcleo. 
Em 1994, a missão STS-62 do vaivém espacial (Columbia 16) é lançada para órbita. 
Em 1999, voo rasante do asteróide 1998 VD35 pela Terra (0,169 UA).
Em 2004, a Rosetta completa o seu primeiro "flyby" pela Terra.
Em 2006, última tentativa de contacto com a Pioneer 10, pela Deep Space Network. Nenhuma resposta foi recebida.
Observações: A Ursa Maior brilha alta a nordeste por estas noites, apoiando-se na sua "pega". Provavelmente sabe que as duas estrelas que formam a frente da "frigideira" (atualmente no topo) são chamadas estrelas-guia, porque apontam para a Estrela Polar, de momento para a sua esquerda. E também poderá saber que se seguir a curva da "pega" da "frigideira" de Ursa Maior um pouco mais que o tamanho da constelação, chega a Arcturo, agora subindo a este. Mas sabe que se seguir as estrelas-guia da Polar, na direção oposta, chega a Leão? Desenhe uma linha diagonal por entre a "frigideira", a partir do local onde esta se liga à "pega", e vai dar a Gémeos. Siga também as estrelas que formam a parte superior da "frigideira" para cima e vai aterrar em Capella.

Dia 05/03: 65.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1512 nascia Gerardus Mercator, famoso cartógrafo.

Em 1616, o livro de Nicolau CopérnicoDe revolutionibus orbium coelestium (Das revoluções das esferas celestes) é banido pela Igreja Católica.
Em 1958, é lançada a sonda Explorer 2, mas falha a alcançar órbita.
Em 1978, lançamento do Landsat 3 a partir da Base da Força Aérea em Vandenberg, Califórnia. 
Em 1979 as sondas soviéticas Venera 11Venera 12 e o satélite solar americano Helios II são atingidos por raios-gama, o que leva à descoberta da primeira explosão de raios-gama, proveniente dos enigmáticos objetos de nome magnetares. No mesmo ano, a sonda Voyager 1 fez a sua maior aproximação de Júpiter, quando passou a 206.700 quilómetros do topo das nuvens do planeta. 
Em 1982, a sonda Venera 14 aterra em Vénus
Em 1998, a NASA anuncia que a sonda Clementine, em órbita da Lua, descobriu água suficiente para suportar uma colónia humana.
Observações: Na divisão tradicional entre o céu de inverno e o de primavera encontra-se a ténue constelação de Caranguejo. Está entre Gémeos para oeste e Leão para este. Caranguejo tem uma característica única: o enxame do Presépio, ou M44. É visível a olho nu só em céus com pouca poluição luminosa. Procure o enxame estelar um pouco menos do caminho entre Pollux e Régulo. Binóculos ajudam.

Dia 06/03: 66.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1787 nascia Joseph Fraunhofer, espectroscopista pioneiro alemão, de quem as proeminentes linhas de absorção no espectro do Sol receberam o seu nome.
Em 1986, entre dia 6 e 14, primeiro voo rasante de um cometa, pela sonda Vega 1 e Giotto (580 km), no Cometa Halley.
Em 2015, depois de orbitar Vesta durante 14 meses em 2011 e 2012, a sonda Dawn da NASA chega a Ceres.

Observações: Eclipse de Ganimedes, entre as 01:50 e as 05:26.
Ocultação de Ganimedes, entre as 02:10 e as 05:34.
Saturno na sua quadratura oeste, pelas 05:47.
Eclipse de Europa, entre as 04:34 e as 07:27.
Ocultação de Europa, entre as 04:42 e as 07:29.

Dia 07/03: 67.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1792 nascia John Herschel, astrónomo, matemático, químico e inventor/fotógrafo experimental, que deu nome a sete luas de Saturno e a quatro de Úrano.
Em 1837 nascia Henry Draper, o primeiro a fotografar oespectro estelar. Um importante catálogo de espectros estelares tem o seu nome.
Em 1958 nascia Alan Hale, astrónomo americano, co-descobridor do Cometa Hale-Bopp
Em 2009, é lançado o observatório espacial Kepler, desenhado para descobrir planetas parecidos com a Terra em órbita de outras estrelas.

Observações: Trânsito da sombra de Europa, entre as 23:06 e as 02:01 (já de dia 8).
Trânsito de Europa, entre as 23:09 e as 01:59 (já de dia 9).

 
CURIOSIDADES


Última contagem de planetas extrasolares descobertos: 2086 planetas em 1330 sistemas planetários, 509 são sistemas multiplanetários.

 
NEVA METANO NOS PICOS DE PLUTÃO

A equipa da New Horizons descobriu uma cadeia de montanhas exóticas cobertas de neve que se estende pela área escura em Plutão informalmente chamada Cthulhu Regio.

Imagem de Plutão, cuja inserção mostra o sudeste da região Cthulhu Regio.
Crédito: NASA/JHUAPL/SwRI
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Uma das características mais identificáveis de Plutão, Cthulhu estende-se por quase metade de todo o equador de Plutão, começando a oeste das grandes planícies geladas de azoto conhecidas como Sptunik Planum e mede aproximadamente 3000 quilómetros de comprimento e 750 de largura.

A aparência de Cthulhu é caracterizada por uma superfície escura, que os cientistas pensam estar coberta por uma camada de "tholins" escuros - moléculas complexas que se formam quando o metano é exposto à luz solar. A geologia de Cthulhu exibe uma grande variedade de paisagens – montanhosas, suaves, altamente crateradas e fraturadas.

A inserção à esquerda, avermelhada e melhorada, revela uma cadeia montanhosa localizada no Sudeste de Cthulhu com 420 km de comprimento. A cordilheira está situada entre crateras, com vales estreitos separando os picos. As encostas superiores dos picos mais altos são revestidas com um material brilhante que contrasta com o vermelho-escuro das planícies circundantes.

Os cientistas pensam que este material brilhante pode ser predominantemente metano que se condensou como gelo nos picos a partir da atmosfera de Plutão. "O facto de que este material permeia apenas as encostas superiores dos picos sugere que o metano gelado age como a água na atmosfera da Terra, condensando-se como geada a altas altitudes," afirma John Stansberry, membro da equipa científica da New Horizons no STScI (Space Telescope Science Institute) em Baltimore, no estado americano de Maryland. Os dados composicionais são do instrumento MVIC (Ralph/Multispectral Visible Imaging Camera) a bordo da sonda New Horizons, vistos na inserção à direita, e indicam que a localização do gelo brilhante nos picos montanhosos correlaciona-se quase exatamente com a distribuição do metano gelado, visto em cores falsas em tons de roxo.

A resolução da imagem melhorada a cores é de cerca de 680 metros por pixel. A imagem mede aproximadamente 450 km e 225 de largura. Foi obtida pela New Horizons a aproximadamente 33.900 km de Plutão, cerca de 45 minutos antes da maior aproximação de dia 14 de julho de 2015.

Links:

Cobertura da missão New Horizons pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
01/03/2016 - Os desfiladeiros gelados do polo norte de Plutão
23/02/2016 - Caronte, a Lua "Hulk" de Plutão: um possível antigo oceano?
09/02/2016 - As misteriosas colinas flutuantes de Plutão
22/12/2015 - Novas descobertas da New Horizons moldam o conhecimento de Plutão e das suas luas
08/12/2015 - New Horizons transmite as primeiras das melhores imagens de Plutão
10/11/2015 - Quatro meses depois da passagem por Plutão, continuam as descobertas da New Horizons
20/10/2015 - Novas imagens de Plutão e Caronte
09/10/2015 - New Horizons encontra céus azuis e água gelada em Plutão
02/10/2015 - Caronte, a grande lua de Plutão, revela uma história colorida mas violenta
25/09/2015 - Plutão continua a impressionar
18/09/2015 - Plutão deslumbra em espetacular novo panorama retroiluminado
11/09/2015 - Novas imagens de Plutão pela New Horizons: é complicado
08/09/2015 - New Horizons começou fase intensiva de envio dos dados
01/09/2015 - Equipa da New Horizons escolhe potencial alvo da Cintura de Kuiper para "flyby"
28/07/2015 - New Horizons encontra neblina, "glaciares" em Plutão
24/07/2015 - Nova cadeia montanhosa em Plutão; imagens de Nix e Hidra
21/07/2015 - As planícies geladas e a atmosfera de Plutão
17/07/2015 - New Horizons "telefona"; envia primeiros dados da passagem por Plutão
14/07/2015 - New Horizons passa hoje por Plutão
03/06/2015 - Plutão a cores. Tem manchas, metano e, quem sabe, nuvens
29/05/2015 - New Horizons vê mais detalhes em Plutão 
01/05/2015 - New Horizons deteta características à superfície, possivelmente uma calote polar em Plutão
09/12/2014 - New Horizons acorda para encontro com Plutão 
26/08/2014 - New Horizons passa órbita de Neptuno a caminho de encontro histórico com Plutão 
17/06/2014 - Fracturas em lua de Plutão podem indicar que já teve um oceano subterrâneo
10/06/2014 - Plutão e Caronte podem partilhar atmosfera
25/06/2013 - Equipa da New Horizons mantém plano de voo original para Plutão
29/11/2011 - Luas de Plutão podem significar perigo para a New Horizons 
25/07/2007 - Neva em Caronte
28/02/2007 - A semana dos "flybys"
20/01/2006 - New Horizons partiu
18/06/2004 - New Horizons II - uma missão ao Sistema Solar longínquo

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)

New Horizons:
Página oficial
NASA
Twitter
Wikipedia

Sistema de Plutão:
Plutão (Wikipedia)
Caronte (Wikipedia)
Nix (Wikipedia)
Hidra (Wikipedia)
Cérbero (Wikipedia)
Estige (Wikipedia)

 
EQUIPA DO HUBBLE QUEBRA RECORDE DE DISTÂNCIA CÓSMICA
A galáxia remota GN-z11.
Crédito: NASA, ESA e P. Oesch (Universidade de Yale)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Puxando o Telescópio Espacial Hubble da NASA aos seus limites, uma equipa internacional de astrónomos quebrou o recorde de distância cósmica ao medir a galáxia mais longínqua já vista no Universo. Esta galáxia surpreendentemente brilhante, chamada GN-z11, é vista como era há 13,4 mil milhões de anos atrás, apenas 400 milhões de anos após o Big Bang. GN-z11 está localizada na direção da constelação de Ursa Maior.

"Demos um grande passo para trás no tempo, para lá do que esperávamos ser capazes de ver com o Hubble. Observamos GN-z11 numa altura em que o Universo tinha apenas 3% da sua idade atual," explicou Pascal Oesch, investigador principal que pertence à Universidade de Yale. A equipa inclui cientistas dessa universidade, do STScI (Space Telescope Science Institute) e da Universidade da Califórnia.

Os astrónomos estão aproximando-se das primeiras galáxias formadas no Universo. As novas observações do Hubble levam os astrónomos para um reino que se pensava ser apenas acessível com o futuro telescópio espacial James Webb da NASA.

Esta medição fornece fortes evidências de que algumas galáxias invulgares e inesperadamente brilhantes, encontradas anteriormente em imagens do Hubble, estão na realidade a estas distâncias extraordinárias. Antes, a equipa tinha estimado a distância até GN-z11 determinando a sua cor através de imagens com o Hubble e com o Spitzer. Agora, pela primeira vez para uma galáxia a uma distância tão extrema, a equipa usou o instrumento WFC3 (Wide Field Camera 3) para medir com precisão a distância até GN-z11, espectroscopicamente, dividindo a luz nas suas cores componentes.

Os astrónomos medem grandes distâncias através da determinação do "desvio para o vermelho" de uma galáxia. Este fenómeno é o resultado da expansão do Universo; cada objeto distante no Universo parece estar afastando-se de nós porque a sua luz é esticada para comprimentos de onda mais longos à medida que viaja através do espaço em expansão para alcançar os nossos telescópios. Quanto maior o desvio para o vermelho, mais longe está a galáxia.

"As nossas observações espectroscópicas revelam que a galáxia está ainda mais distante do que inicialmente tínhamos pensado, mesmo no limite de distância que o Hubble pode observar," afirma Gabriel Brammer do STScI, segundo autor do estudo.

Antes dos astrónomos determinarem a distância de GN-z11, a galáxia mais distante cuja distância tinha sido determinada espectroscopicamente tinha um desvio para o vermelho de 8,68 (13,2 mil milhões de anos no passado). Agora, a equipa confirmou que GN-z11 tem um desvio para o vermelho de 11,1, quase 200 milhões de anos mais perto do Big Bang. "Este é um feito extraordinário para o Hubble. Conseguiu bater todos os recordes de distância anteriores, detidos durante anos por telescópios terrestres muito maiores," afirma Pieter van Dokkum, investigador da Universidade de Yale. "Este novo recorde provavelmente vai ficar até ao lançamento do Telescópio Espacial James Webb."

O Hubble confirma, espectroscopicamente, a galáxia mais distante até à data.
Crédito: NASA, ESA e A. Feild (STScI)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A combinação das imagens do Hubble e do Spitzer revela que GN-z11 é 25 vezes mais pequena que a Via Láctea e tem apenas 1% da massa da nossa Galáxia em estrelas. No entanto, a recém-nascida GN-z11 está a crescer rapidamente, formando estrelas a um ritmo cerca de 20 vezes maior do que a nossa Galáxia atualmente. Isto torna a galáxia remota brilhante o suficiente para que os astrónomos a encontrassem e realizassem observações com o Hubble e com o Spitzer.

Os resultados revelam novas pistas surpreendentes sobre a natureza do Universo primitivo. "É incrível que uma galáxia tão massiva exista apenas 200 a 300 milhões de anos após a formação das primeiras estrelas. É preciso um crescimento muito rápido, uma produção estelar a uma velocidade enorme, para formar uma galáxia com mil milhões de massas solares tão cedo," explicou Garth Illingworth, investigador da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.

Estes resultados fornecem uma visualização tentadora das observações que o Telescópio Espacial James Webb irá executar depois de ser lançado para o espaço em 2018. "O Hubble e o Spitzer já estão a chegar ao território do Webb," comenta Oesch.

"Esta nova descoberta mostra que o telescópio Webb vai certamente encontrar muitas dessas galáxias jovens que remontam à formação das primeiras galáxias," acrescenta Illingworth.

Esta descoberta também tem consequências importantes para o WFIRST (Wide-Field Infrared Survey Telescope) da NASA, que terá a capacidade de encontrar milhares de galáxias brilhantes e muito distantes.

Os resultados da equipa foram aceites para publicação numa edição futura da revista The Astrophysical Journal.

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
ESA (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
Universidade de Yale
Universidade da Califórnia em Santa Cruz
Astronomy
SPACE.com
PHYSORG
(e) Science News
Zoom no céu até GN-z11 (NASA via YouTube)

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
STScI
SpaceTelescope.org
Base de dados do Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais

Telescópio Espacial Spitzer:
Página oficial 
NASA
Centro Espacial Spitzer 
Wikipedia

JWST (Telescópio Espacial James Webb):
NASA
STScI
ESA
Wikipedia

 
TAMBÉM EM DESTAQUE
  Característica misteriosa evolui em Ligeia Mare, Titã (via NASA)
Estas imagens da sonda Cassini da NASA mostram a evolução de uma característica transiente no grande mar de hidrocarbonetos chamado Ligeia Mare, na lua de Saturno, Titã. As análises pelos cientistas da Cassini mostram que as características brilhantes, informalmente chamadas "ilhas mágicas", são um fenómeno que muda com o tempo. Ler fonte
 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Luas e Júpiter
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: Phillip A Cruden 
 
Algumas das maiores luas do Sistema Solar nasceram juntas no dia 23 de fevereiro. Nessa noite, um agrupamento ao crepúsculo, entre a Lua Minguante e Júpiter, foi capturado neste nítido campo de visão telescópico. A composição de exposições curtas e longas revela o rosto familiar do nosso grande satélite natural, bem como um alinhamento das quatro luas galileanas do gigante gasoso. Da esquerda para a direita, os pequenos pontos de luz são: Calisto, Io, Ganimedes, [Júpiter] e Europa. Mais próximo e mais brilhante, o nosso próprio satélite natural parece de tamanho avultado. Mas Calisto, Io e Ganimedes são na realidade maiores que a Lua da Terra, enquanto o mundo de água, Europa, é ligeiramente mais pequeno. De facto, dos seis maiores satélites planetários do Sistema Solar, só a lua de Saturno, Titã, está ausente desta paisagem.
 

Arquivo | Feed RSS | CCVAlg.pt | CCVAlg - Facebook | CCVAlg - Twitter | Remover da lista

Os conteúdos das hiperligações encontram-se na sua esmagadora maioria em Inglês. Para o boletim chegar sempre à sua caixa de correio, adicione noreply@ccvalg.pt à sua lista de contactos. Este boletim tem apenas um carácter informativo. Por favor, não responda a este email. Contém propriedades HTML - para vê-lo na sua devida forma, certifique-se que o seu cliente suporta este tipo de mensagem, ou utilize software próprio, como o Outlook, o Windows Mail ou o Thunderbird.

Recebeu esta mensagem por estar inscrito na newsletter do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve. Se não a deseja receber ou se a recebe em duplicado, faça a devida alteração clicando aqui ou contactando-nos.

Esta mensagem do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve destina-se unicamente a informar e não pode ser considerada SPAM, porque tem incluído contacto e instruções para a remoção da nossa lista de email (art. 22.º do Decreto-lei n.º 7/2004, de 7 de Janeiro).

2016 - Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve.