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Edição n.º 1392
11/07 a 13/07/2017
 
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EFEMÉRIDES

Dia 11/07: 192.º dia do calendário gregoriano.
História: Cálculos matemáticos sugerem que neste dia, em 1735, Plutão moveu-se para dentro da órbita de Neptuno pela última vez antes de 1979.
Em 1801, o astrónomo francês Jean-Louis Pons faz a sua primeira descoberta cometária. Durante os 27 anos seguintes, descobre outros 36 cometas, mais do que qualquer outra pessoa na História. 
Em 1962 o cosmonauta Micolaev fica em órbita quatro dias, um recorde naquela época. No mesmo ano, é feita a primeira transmissão transatlântica de televisão por satélite.
Em 1979, a Skylab regressa à Terra.

A área de detritos situa-se entre o Oceano Índico Sudeste e uma secção pouco populada do oeste da Austrália.
Em 2012, astrónomos anunciam a descoberta de Estige, a quinta lua de Plutão
Observações: Os dois pontos mais brilhantes a sul, após o lusco-fusco, são Saturno e, para a sua direita, Antares. Para a direita e para cima de Antares encontra-se a fila quase vertical de três estrelas que assinalam a cabeça da contelação de Escorpião. A estrela do topo é Beta Scorpii ou Graffias, um bonito sistema duplo para telescópios.
Apenas 1º para baixo e para a esquerda de Beta Sco está o mais ténue e mais largo par Omega1 e Omega2 Scorpii, orientado diagonalmente. Binóculos podem mostrar uma ligeira diferença de cores.
Para a esquerda de Beta, cerca de 1,6º, está Nu Scorpii, outro bom binário telescópico. Um mais alto poder de ampliação revela que o componente mais brilhante de Nu é ele próprio um binário íntimo, com uma separação de 2 segundos de arco.

Dia 12/07: 193.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1988 era lançada a sonda soviética Phobos 2.

Após o envio de dados da sonda, esta perdeu-se em janeiro de 1989.
Em 1999, maior aproximação do cometa Tempel 2 pela Terra (0,654 UA).
Observações: A Via Láctea encontra-se já alta ao início da noite, o que significa que chegou a altura de observar muitas nebulosas e enxames, especialmente nas constelações de Escorpião e Sagitário.
A Ursa Maior, alta a noroeste após o anoitecer, vira-se agora como que para "apanhar água" durante as noites de verão e início de outono.

Dia 13/07: 194.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1969, lançamento da Luna 15, que colidiu com a Lua no dia 21 de julho do mesmo ano.

Observações: Vénus passa a 3º N (para cima e para a esquerda) de Aldebarã esta madrugada de quinta e também amanhã, sexta-feira.
Ocultação de Io, entre as 21:39 e as 23:56.

 
CURIOSIDADES


O colapso de uma nuvem molecular que dá origem a uma estrela é muito rápido comparado com o seu tempo de vida. Para uma estrela como o Sol, que durará cerca de 10 mil milhões de anos, o colapso dura entre 10.000 anos e 1.000.000 de anos.

 
HUBBLE EMPURRADO ALÉM DOS LIMITES PARA AVISTAR AGLOMERADOS DE NOVAS ESTRELAS EM GALÁXIA DISTANTE

Quando se trata do Universo distante, até a visão afiada do Telescópio Espacial Hubble da NASA tem limites. Os detalhes mais pequenos exigem um pensamento inteligente e uma pequena ajuda de um alinhamento cósmico - uma lente gravitacional.

Ao aplicarem uma nova análise computacional a uma galáxia ampliada por uma lente gravitacional, astrónomos obtiveram imagens 10 vezes mais nítidas do que o Hubble conseguiria obter por si só. Os resultados mostram uma galáxia espiral vista de lado salpicada com manchas brilhantes de estrelas recém-formadas.

Nesta fotografia de um distante enxame galáctico, obtida pelo Hubble, um arco azulado salta à vista contra um fundo de galáxias avermelhadas. O arco é na realidade três imagens separadas da mesma galáxia de fundo. A galáxia de fundo foi ampliada graças ao efeito de lente gravitacional, a sua luz distorcida pelo enxame galáctico interveniente. À direita: como a galáxia pareceria ao Hubble sem distorções.
Crédito: NASA, ESA e T. Johnson (Universidade do Michigan)
(clique na imagem para ver versão maior)
 

"Quando vimos a imagem reconstruída, dissemos: 'Uau, parece que existe fogo-de-artifício em todo o lado,'" comenta a astrónoma Jane Rigby do Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland.

A galáxia em questão está tão longe que a vemos como era há 11 mil milhões de anos atrás, apenas 2,7 mil milhões de anos após o Big Bang. É uma das mais de 70 galáxias distorcidas pelo efeito de lente gravitacional estudadas pelo Telescópio Espacial Hubble, seguindo os alvos selecionados pelo SGAC (Sloan Giant Arcs Survey), que descobriu centenas de galáxias fortemente distorcidas por lentes gravitacionais, pesquisando dados de imagem do SDSS (Sloan Digital Sky Survey) que cobrem um-quarto do céu.

O enxame galáctico SDSS J1110+6459 está localizado a cerca de 6 mil milhões de anos-luz da distância da Terra e contém centenas de galáxias. À esquerda, um distinto arco azul é na realidade três imagens separadas de uma galáxia de fundo mais distante chamada SGAS J111020.0+645950.8. A galáxia de fundo foi ampliada e distorcida pela gravidade do enxame de galáxias num processo a que chamamos lente gravitacional.
Crédito: NASA, ESA e T. Johnson (Universidade de Michigan)
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A gravidade de um enxame gigante de galáxias, entre a galáxia alvo e a Terra, distorce a luz da galáxia mais distante, esticando-a num arco e também ampliando-a quase 30 vezes. A equipa teve que desenvolver um código especial para remover as distorções provocadas pela lente gravitacional e revelar a galáxia de disco como normalmente apareceria.

A imagem reconstruída resultante revelou duas dúzias de aglomerados de estrelas recém-nascidas, cada com cerca de 200 a 300 anos-luz. Isto contradiz as teorias que sugerem que as regiões de formação estelar no Universo distante e jovem eram muito maiores, com 3000 anos-luz ou mais em tamanho.

Esta ilustração de artista mostra o possível aspeto da galáxia SDSS J1110+6459. Um mar de estrelas jovens e azuis é riscado com correntes de poeira escura e salpicado com zonas brilhantes e cor-de-rosa que assinalam locais de formação estelar. O brilho dessas regiões vem do hidrogénio ionizado, tal como vemos na Nebulosa de Orionte da nossa própria Via Láctea.
Crédito: NASA, ESA e Z. Levay (STScI)
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"Existem nós de formação estelar dos mais variados tamanhos," realça Traci Johnson da Universidade do Michigan, autora principal de dois dos três artigos que descrevem a investigação.

Sem o aumento de ampliação da lente gravitacional, acrescenta Johnson, a galáxia de disco pareceria perfeitamente suave e sem importância para o Hubble. Isto daria aos astrónomos uma imagem muito diferente de onde as estrelas se formam.

Apesar do Hubble ter destacado novas estrelas dentro da galáxia distorcida por lentes gravitacionais, o Telescópio Espacial James Webb da NASA irá revelar estrelas mais velhas e avermelhadas que se formaram ainda mais cedo na história da galáxia. Também conseguirá atravessar qualquer poeira obscurante no interior da galáxia.

"Com o Telescópio Webb, podemos contar a história do que aconteceu nesta galáxia, e o que perdemos com o Hubble devido à poeira," salienta Rigby.

Os achados aparecem num artigo publicado na revista The Astrophysical Journal Letters e em dois artigos adicionais publicados na The Astrophysical Journal.

Links:

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Universidade de Chicago (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
Artigo científico - 2 (arXiv.org)
Artigo científico - 3 (arXiv.org)
SPACE.com
ScienceDaily
PHYSORG

Lentes gravitacionais:
Wikipedia
Lente gravitacional forte (Wikipedia)
Lente gravitacional fraca (Wikipedia)

Universo:
Universo (Wikipedia)
Idade do Universo (Wikipedia)
Lei de Hubble (Wikipedia)
Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)
Big Bang (Wikipedia)
Cronologia do Big Bang (Wikipedia)

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
STScI
SpaceTelescope.org
Base de dados do Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais

 
O INSTRUMENTO SPHERE DO ESO DESCOBRE UM EXOPLANETA ÚNICO

A procura de exoplanetas — outros mundos em órbita de outras estrelas — é uma das mais desafiantes e excitantes áreas da astronomia atual. O exoplaneta HIP 65426b foi descoberto recentemente com o auxílio do instrumento SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch instrument) montado no VLT (Very Large Telescope) do ESO. Situado a cerca de 385 anos-luz de distância, HIP 65426b é o primeiro exoplaneta descoberto pelo SPHERE, revelando-se adicionalmente particularmente interessante.

O planeta é quente (com temperaturas entre 1000 e 1400 graus Celsius) e tem entre seis e doze vezes a massa de Júpiter. Parece ter uma atmosfera muito poeirenta repleta de nuvens espessas e orbita uma estrela jovem e quente que gira surpreendentemente depressa.

O exoplaneta HIP 65426b - o primeiro a ser observado pelo instrumento SPHERE montado no VLT do ESO. A imagem da estrela progenitora foi retirada da imagem para se ver melhor o planeta; o círculo indica a órbita de Neptuno em torno do Sol marcada à mesma escala. O planeta pode ser visto claramente na imagem, em baixo à esquerda.
Crédito: ESO
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Invulgarmente, dada a sua idade, a estrela não parece estar rodeada por um disco de restos, sendo que a ausência de tal disco levanta várias questões sobre como é que o planeta se formou. Assim sendo, o planeta pode-se ter formado num disco de gás e poeira que, quando dissipou rapidamente, interagiu com outros planetas tendo-se deslocado para uma órbita mais distante, local onde o observamos atualmente. Alternativamente, a estrela e o planeta podem-se ter formado ao mesmo tempo como um sistema binário onde a componente de maior massa impediu a sua companheira de acumular matéria suficiente para se tornar uma estrela. A descoberta deste planeta dá aos astrónomos a oportunidade de estudar a composição e localização das nuvens na sua atmosfera e testar teorias de formação, evolução e física dos exoplanetas.

O SPHERE é um poderoso descobridor de planetas instalado no Telescópio Principal 3 do VLT. O seu objetivo científico é detetar e estudar novos exoplanetas gigantes situados em órbita de estrelas próximas pelo método de imagens diretas. Este método pretende capturar diretamente imagens de exoplanetas e discos de restos em torno de estrelas, tal como se se tirasse uma fotografia, o que é bastante difícil já que a luz da estrela é tão forte que a ténue luz refletida pelos planetas em órbita é ofuscada pela luz estelar. No entanto, o SPHERE foi inteligentemente concebido para ultrapassar este obstáculo, procurando especificamente a radiação polarizada refletida pela superfície do planeta.

Imagem detalhada do banco ótico do SPHERE, mostrando os principais subsistemas. O SPHERE (Spectro-Polarimetric High-contrast Exoplanet REsearch) encontra-se instalado no VLT do ESO e ajudará os astrónomos a obter imagens diretas de exoplanetas maiores do que Júpiter.
Crédito: ESO
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Esta imagem foi capturada no âmbito do programa de rastreio SHINE (SpHere INfrared survey for Exoplanets), o qual pretende obter imagens de 600 estrelas jovens próximas, no infravermelho próximo, utilizando o alto contraste e a elevada resolução angular do SPHERE para descobrir e caracterizar novos sistemas planetários e explorar a sua formação.

Links:

Notícias relacionadas:
ESO (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
PHYSORG
AstroPT

HIP 65426:
SIMBAD
Exoplanet.eu

Planetas extrasolares:
Wikipedia
NASA Exoplanet Arquive
Lista de planetas (Wikipedia)
Lista de exoplanetas potencialmente habitáveis (Wikipedia)
Lista de extremos (Wikipedia)
Open Exoplanet Catalogue
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares

VLT:
Página oficial
Wikipedia

ESO:
Página oficial
Wikipedia

 
NOVOS MISTÉRIOS EM REDOR DO PRÓXIMO ALVO DA NEW HORIZONS

A sonda New Horizons da NASA só passa pelo seu próximo alvo científico no dia de Ano Novo de 2019, mas o objeto da Cintura de Kuiper conhecido como 2014 MU69 já está a revelar surpresas.

Quatro membros da equipa de observação da África do Sul observam o céu enquanto esperam o início da ocultação de 2014 MU69, na madrugada de dia 3 de junho de 2017.
Crédito: NASA/JHUAPL/SwRI/Henry Throop
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Os cientistas têm vindo a analisar dados recolhidos durante a rápida passagem do objeto em frente de uma estrela - um evento astronómico conhecido como ocultação - de dia 3 de junho. Mais de 50 membros e colaboradores da missão instalaram telescópios na África do Sul e na Argentina, ao longo do percurso previsto da estreita sombra de MU69 que a ocultação produziria na superfície da Terra, com o objetivo de captar o vislumbre de dois segundos da sombra do objeto enquanto passava pelo nosso planeta. A realização das observações dessa ocultação foi possível com a ajuda do Telescópio Espacial Hubble da NASA e do Gaia, um observatório espacial da ESA.

Combinados, os telescópios móveis preposicionados capturaram mais de 100.000 imagens da ocultação estelar que podem ser usadas para avaliar o ambiente em torno deste objeto da Cintura de Kuiper. Embora o próprio MU69 tenha escapado à deteção direta, os dados de 3 de junho forneceram informações valiosas e inesperadas que já ajudaram a New Horizons.

"Estes dados mostram que MU69 pode não ser tão escuro ou tão grande quanto o esperado," afirma Marc Buie, líder da equipa de ocultação, membro da equipa científica da New Horizons do SwRI (Southwest Research Institute) em Boulder, no estado norte-americano do Colorado.

As estimativas iniciais do diâmetro de MU69, baseadas principalmente em dados recolhidos pelo Telescópio Espacial Hubble desde a descoberta do objeto em 2014, caem na gama dos 20-40 quilómetros - embora os dados das observações terrestres das ocultações, este verão, possam indicar que está no limite mínimo ou até abaixo dos tamanhos esperados antes da ocultação de 3 de junho.

Além do tamanho de MU69, os dados fornecem detalhes sobre outros aspetos do objeto da Cintura de Kuiper.

"Estes resultados dizem-nos algo realmente interessante," comenta Alan Stern, investigador principal da New Horizons e do SwRI. "O facto de termos realizado observações a partir de cada local de observação planeado, mas de não termos detetado o objeto propriamente dito, provavelmente significa que ou MU69 é altamente refletivo ou mais pequeno do que alguns esperavam, ou poderá ser um binário ou até um aglomerado de corpos mais pequenos deixados para trás aquando da formação dos planetas do nosso Sistema Solar".

Mais dados estão a caminho, com ocultações adicionais de MU69 nos dias 10 e 17 de julho. No dia 10 de julho, o SOFIA (Stratospheric Observatory for Infrared Astronomy) da NASA usou o seu poderoso telescópio de 2,5 metros para estudar o espaço em redor de MU69 em busca de detritos que podem representar um perigo para a New Horizons, que por lá vai passar daqui a 18 meses.

No dia 17 de julho, o Telescópio Espacial Hubble também procurará detritos em redor de MU69, enquanto os membros da equipa estabelecem outra linha terrestre de telescópios portáteis ao longo do percurso previsto da sombra da ocultação no sul da Argentina para melhor restringir, ou até determinar, o tamanho de MU69.

Links:

Cobertura da missão New Horizons pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
16/06/2017 - Equipa da New Horizons examina novos dados do próximo alvo da sonda
30/05/2017 - New Horizons com equipa global para raro olhar do seu próximo alvo
03/02/2017 - New Horizons refina trajetória para próximo "flyby"
27/09/2016 - "Coração" de Plutão lança luz sobre possível oceano subterrâneo
16/09/2016 - Plutão emite raios-X; pinta Caronte de vermelho
05/07/2016 - New Horizons recebe prolongamento da missão, Dawn permanecerá em Ceres
24/06/2016 - Investigação reforça caso para um oceano subsuperficial em Plutão
03/06/2016 - O coração de Plutão: como uma lâmpada de lava cósmica
31/05/2016 - As melhores imagens da superfície de Plutão pela New Horizons
20/05/2016 - Ocultações estelares pela atmosfera de Plutão; primeiros dados científicos de objeto pós-Plutão
10/05/2016 - Hidra, a lua gelada de Plutão
06/05/2016 - Estudo descobre que a interação de Plutão com o vento solar é única
08/04/2016 - New Horizons preenche lacuna nas observações do ambiente espacial
18/03/2016 - Artigos científicos revelam novos aspetos de Plutão e das suas luas
04/03/2016 - Neva metano nos picos de Plutão
01/03/2016 - Os desfiladeiros gelados do polo norte de Plutão
23/02/2016 - Caronte, a Lua "Hulk" de Plutão: um possível antigo oceano?
09/02/2016 - As misteriosas colinas flutuantes de Plutão
22/12/2015 - Novas descobertas da New Horizons moldam o conhecimento de Plutão e das suas luas
08/12/2015 - New Horizons transmite as primeiras das melhores imagens de Plutão
10/11/2015 - Quatro meses depois da passagem por Plutão, continuam as descobertas da New Horizons
20/10/2015 - Novas imagens de Plutão e Caronte
09/10/2015 - New Horizons encontra céus azuis e água gelada em Plutão
02/10/2015 - Caronte, a grande lua de Plutão, revela uma história colorida mas violenta
25/09/2015 - Plutão continua a impressionar
18/09/2015 - Plutão deslumbra em espetacular novo panorama retroiluminado
11/09/2015 - Novas imagens de Plutão pela New Horizons: é complicado
08/09/2015 - New Horizons começou fase intensiva de envio dos dados
01/09/2015 - Equipa da New Horizons escolhe potencial alvo da Cintura de Kuiper para "flyby"
28/07/2015 - New Horizons encontra neblina, "glaciares" em Plutão
24/07/2015 - Nova cadeia montanhosa em Plutão; imagens de Nix e Hidra
21/07/2015 - As planícies geladas e a atmosfera de Plutão
17/07/2015 - New Horizons "telefona"; envia primeiros dados da passagem por Plutão
14/07/2015 - New Horizons passa hoje por Plutão
03/06/2015 - Plutão a cores. Tem manchas, metano e, quem sabe, nuvens
29/05/2015 - New Horizons vê mais detalhes em Plutão 
01/05/2015 - New Horizons deteta características à superfície, possivelmente uma calote polar em Plutão
09/12/2014 - New Horizons acorda para encontro com Plutão 
26/08/2014 - New Horizons passa órbita de Neptuno a caminho de encontro histórico com Plutão 
17/06/2014 - Fracturas em lua de Plutão podem indicar que já teve um oceano subterrâneo
10/06/2014 - Plutão e Caronte podem partilhar atmosfera
25/06/2013 - Equipa da New Horizons mantém plano de voo original para Plutão
29/11/2011 - Luas de Plutão podem significar perigo para a New Horizons 
25/07/2007 - Neva em Caronte
28/02/2007 - A semana dos "flybys"
20/01/2006 - New Horizons partiu
18/06/2004 - New Horizons II - uma missão ao Sistema Solar lonqínguo

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
Universe Today
SPACE.com
Astrobiology Magazine
PHYSORG
Popular Mechanics

2014 MU69:
Wikipedia 
NASA

New Horizons:
Página oficial
NASA
Twitter
Wikipedia

Gaia:
ESA
ESA - 2
Arquivo de dados do Gaia
SPACEFLIGHT101
Wikipedia

Telescópio Espacial Hubble:
Hubble, NASA 
ESA
STScI
SpaceTelescope.org
Base de dados do Arquivo Mikulski para Telescópios Espaciais

SOFIA:
NASA
USRA
DLR
Wikipedia

 
TAMBÉM EM DESTAQUE
  Um churrasco cósmico: investigadores avistam 60 novos candidatos a "Júpiter quente" (via YaleNews)
Investigadores da Universidade de Yale identificaram 60 novos potenciais "Júpiteres quentes" - mundos altamente irradiados que brilham como carvão num churrasco e que podem ser encontrados em órbita de apenas 1% das estrelas parecidas com o Sol. Ler fonte
     
  Refazendo planetas após morte estelar (via Sociedade Astronómica Real)
Astrónomos encontraram uma resposta para o mistério de 25 anos de como os planetas se podem formar após uma explosão de supernova. Ler fonte
 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - A Galáxia Escondida IC 342
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: T. Rector (U. Alaska Anchorage), H. SchweikerWIYNNOAOAURANSF
 
De tamanho semelhante às grandes e brilhantes galáxias espirais na nossa vizinhança cósmica, IC 342 situa-se a apenas 10 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação de Girafa. Um esplêndido universo-ilha, IC 342 seria, de outra forma, uma galáxia proeminente no nosso céu noturno, mas encontra-se escondida de vista e só pode observada através de um véu de estrelas, nuvens de gás e poeira ao longo do plano da nossa própria Galáxia, a Via Láctea. Embora a luz de IC 342 seja esmaecida por nuvens cósmicas intervenientes, esta nítida imagem telescópica traça a própria poeira obscurante da galáxia, enxames estelares azuis e regiões de formação estelar cor-de-rosa ao longo dos braços espirais enrolados em torno do núcleo da galáxia. IC 342 pode ter sofrido uma recente explosão de atividade estelar e está próxima o suficiente para ter influenciado gravitacionalmente a evolução do grupo local de galáxias e da Via Láctea.
 

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