Problemas ao ver este email? Consulte a versão web.

Edição n.º 1454
13/02 a 15/02/2018
 
Siga-nos:      
 

23/02/18 - APRESENTAÇÃO ÀS ESTRELAS + PALESTRA
19:30 - Este evento inclui uma apresentação sobre um tema de astronomia, seguida de observação astronómica noturna com telescópio no nosso maravilhoso terraço (dependente de meteorologia favorável).
Local: CCVAlg
Preço: 2€
Pré-inscrição: siga este link
Telefone: 289 890 920
E-mail: info@ccvalg.pt

 
EFEMÉRIDES

Dia 13/02: 44.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1633, Galileu Galilei chegava a Roma para ser julgado pela Inquisição.

Em 1852, nascia John Louis Emil Dreyer, astrónomo cuja principal contribuição foi o catálogo NGC em 1878. 
Em 2004, o Centro para Astrofísica Harvard-Smithsonian descobre o maior diamante conhecido do Universo, a anã branca BPM 37093. Os astrónomos dão-lhe o nome "Lucy" por causa da canção "Lucy in the Sky with Diamonds" dos Beatles.
Em 2012, a Agência Espacial Europeia (ESA) leva a cabo o primeiro lançamento do foguetão europeu Vega a partir de Kourou, na Guiana Francesa. 
Observações: Alta no céu a norte por estas noites, nas aparentemente vazias regiões entre Capella (zénite) e Polaris (norte), encontra-se a grande mas ténue constelação de Girafa - talvez a maior constelação, frequentemente visível, que não conhece. A não ser que tenha um céu bem escuro, vai precisar de binóculos para ver o seu padrão com a ajuda de um mapa estelar.

Dia 14/02: 45.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1898, nascia Fritz Zwick, o primeiro a identificar as supernovas como uma classe separada de objetos e a sugerir a possibilidade das estrelas de neutrões; Zwicky também catalogou galáxias em enxames e desenhou motores a jato.
Em 1989, o primeiro de 24 satélites GPS é colocado em órbita. 
Em 1990, as câmaras da Voyager 1 apontaram para o Sol e tiraram uma série de imagens da estrela e dos planetas, fazendo o primeiro "retrato" do nosso Sistema Solar visto de fora.

Em 2000, a sonda NEAR torna-se na primeira a orbitar um asteroide, 433 Eros.
Observações: Logo após o anoitecer, o "W" de Cassiopeia brilha alto a noroeste. A estrela mais brilhante entre Cassiopeia e o zénite, a esta hora e a latitudes médias norte, é Alpha Persei (Mirfak). Um pouco para cima e para a esquerda está a Associação OB1 de Perseu: um aglomerado solto de estrelas modestas com aproximadamente o tamanho do polegar à distância do braço esticado. São bem visíveis através de binóculos.
Uma associação estelar é um grupo de estrelas nascidas mais ou menos no mesmo local e à mesma altura mas demasiado grande e solto para ficarem ligadas gravitacionalmente como um enxame estelar.

Dia 15/02: 46.º dia do calendário gregoriano.
História: Em 1564 nascia Galileu Galilei, um dos astrónomos mais famosos de sempre, considerado o pai da astronomia observacional. Foi o primeiro a utilizar o telescópio para observar os céus, avistando as manchas solares e também os satélites de Júpiter.
Em 1996, no Centro Espacial Xichang na China, um foguetão Long March 3, que transportava um Intelsat 708, colide com uma vila rural depois da descolagem, matando inúmeras pessoas. 
Em 1999, lançamento do IKONOS 2 (Athena 2).
Em 2013, um meteoro explode por cima da Rússia e a sua onda de choque acaba ferindo 1500 pessoas, estilhaçando vidros e agitando edifícios.

Isto inesperadamente acontece apenas horas antes da mais próxima passagem esperada do maior e não relacionado asteroide 367943 Duende.
Observações: Lua Nova, pelas 21:05.
Eclipse solar parcial (não visível de Portugal, visível na América do Sul e na Antártica).
Sob os pés de Orionte, agora para a direita de Sirius, esconde-se a constelação de Lebre. Tal como Cão Maior, esta é uma constelação que, ao "ligar os pontos", se parece com a figura correspondente. É um pequeno coelho agachado, o seu nariz está para para baixo e para a direita, as suas pequenas orelhas extendem-se para cima na direção de Rigel (pé ocidental de Orionte) e o seu corpo está "amontoado" para a esquerda. As suas duas estrelas mais brilhantes, Alpha e Beta Leporis, de magnitude 2,6 e 2,8, respetivamente, formam a frente e a parte de trás do seu pescoço.

 
CURIOSIDADES


O primeiro homem no espaço foi o cosmonauta Yuri Gagarin, a 12 de abril de 1961, 25 dias antes do americano Alan Shepard.

 
É ROCHOSO OU GASOSO? ASTRÓNOMOS DESVENDAM MISTÉRIOS DAS SUPER-TERRAS
Impressão de artista de um sistema com três super-Terras.
Crédito: ESO
(clique na imagem para ver versão maior)
 

De acordo com uma nova investigação liderada por Johanna Teske, do Instituto Carnegie para a Ciência, uma estrela a cerca de 100 anos-luz de distância, na direção da constelação de Peixes, GJ 9827, hospeda o que poderá ser uma das super-Terras mais massivas e densas detetadas até à data. Esta nova informação fornece evidências que vão ajudar os astrónomos a melhor compreender o processo pelo qual os planetas se formam.

A estrela GJ 9827 na realidade alberga um trio de planetas, descobertos pela missão Kepler/K2 da NASA, e todos os três são um pouco maiores do que a Terra. Este é o tamanho que a missão Kepler determinou serem os mais comuns na Galáxia com períodos que variam entre vários dias a várias centenas de dias.

Curiosamente, não existem planetas deste tamanho no nosso Sistema Solar. Isto torna os cientistas curiosos acerca das condições sob as quais se formam e evoluem.

Uma chave importante para a compreensão da história de um planeta é a determinação da sua composição. Será que estas super-Terras são rochosas como o nosso próprio planeta? Ou será que têm núcleos sólidos rodeados por grandes atmosferas de gás?

Para tentar entender a composição de um exoplaneta, os cientistas precisam medir a sua massa e o seu raio, o que lhes permite determinar a sua densidade.

Ao quantificarem planetas deste modo, os astrónomos notaram uma tendência. Parece que os planetas com raios superiores a mais ou menos 1,7 vezes o da Terra têm um invólucro gasoso, como Neptuno, e aqueles com raios menores são rochosos, como o nosso planeta.

Alguns cientistas propuseram que esta diferença é provocada pela fotoevaporação, que retira ao seu invólucro planetário os chamados voláteis - substâncias como água e dióxido de carbono que têm pontos de ebulição baixos - criando planetas com raios mais pequenos. Mas é necessária mais informação para testar verdadeiramente esta teoria.

É por isso que os três planetas de GJ 9827 são especiais - com raios de 1,64 (planeta b), 1,29 (planeta c) e 2,08 (planeta d), abrangem esta linha divisória entre super-Terra (rochoso) e sub-Neptuno (um pouco gasoso).

Felizmente, a equipa de cientistas de Carnegie, que inclui os coautores Steve Shectman, Sharon Wang, Paul Butler, Jeff Crane e Ian Thompson, tem vindo a acompanhar GJ 9827 com o instrumento PFS (Planet Finding Spectrograph), de modo que conseguiram restringir as massas dos três planetas graças a dados já obtidos, em vez de recolherem novas observações de GJ 9827.

"Normalmente, caso seja detetado um planeta em trânsito, são necessários meses, se não um ano ou mais, para recolher observações suficientes a fim de medir a sua massa," explica Teske. "Dado que GJ 9827 é uma estrela brilhante, já a tínhamos no catálogo de estrelas que os astrónomos de Carnegie monitorizam em busca de planetas desde 2010. Isto era exclusivo ao PFS."

O espectrógrafo foi desenvolvido por cientistas de Carnegie e acoplado aos telescópios Magalhães do Observatório Las Campanhas.

As observações com o PFS indicam que o planeta b tem aproximadamente oito vezes a massa da Terra, o que o torna numa das super-Terras mais massivas e densas já descobertas. As massas dos planetas c e d estão estimadas em cerca de 2,5 a 4 vezes a da Terra, respetivamente, embora a incerteza nessas duas determinações seja muito alta.

Esta informação sugere que o planeta d tem um invólucro volátil significativo e deixa em aberto a questão de saber se o planeta c tem ou não um invólucro parecido. Mas a melhor determinação da massa do planeta b sugere que é aproximadamente 50% ferro.

"São necessárias mais observações para definir com maior exatidão as composições destes três planetas," comenta Wang. "Mas parecem ser alguns dos melhores candidatos para testar as nossas ideias de como as super-Terras evoluem, potencialmente usando o futuro Telescópio Espacial James Webb da NASA."

Links:

Notícias relacionadas:
Instituto Carnegie para a Ciência (comunicado de imprensa)
Artigo científico (arXiv.org)
EurekAlert!
ScienceDaily
PHYSORG

GJ 9827:
Wikipedia
Planeta b (Exoplanet.eu)

Planetas extrasolares:
Wikipedia
Lista de planetas (Wikipedia)
Lista de exoplanetas potencialmente habitáveis (Wikipedia)
Lista de extremos (Wikipedia)
Open Exoplanet Catalogue
PlanetQuest
Enciclopédia dos Planetas Extrasolares

Telescópio Magalhães:
Observatório Las Campanas
Instituto Carnegie
Universidade do Arizona
Wikipedia

Telescópio Espacial Kepler:
NASA (página oficial)
K2 (NASA)
Arquivo de dados do Kepler
Arquivo de dados da missão K2
Descobertas planetárias do Kepler

 
NEW HORIZONS CAPTURA IMAGENS RECORDE NA CINTURA DE KUIPER
Com o seu instrumento LORRI (Long Range Reconnaissance Imager), a New Horizons observou vários KBOs e planetas anões em ângulos de fase únicos, bem como Centauros em ângulos fase extremamente altos para procurar anéis ou poeira. Estas imagens em cores falsas, obtidas no mês de dezembro de 2017, dos KBOs 2012 HZ84 (esquerda) e 2012 HE85 são, por enquanto, as obtidas à maior distância da Terra por uma nave espacial. São também as imagens mais próximas de KBOs.
Crédito: NASA/JHUAPL/SwRI
(clique na imagem para ver versão maior)
 

A nave espacial New Horizons da NASA recentemente girou a sua câmara telescópica na direção de um campo de estrelas, captou uma imagem - e fez história.

A imagem de calibração rotineira do enxame aberto NGC 3532, feita pelo instrumento LORRI (Long Range Reconnaissance Imager) no dia 5 de dezembro, foi captada quando a New Horizons estava a 6,12 mil milhões de quilómetros (ou 40,9 unidades astronómicas) da Terra - tornando-a, por algum tempo, a imagem obtida à maior distância da Terra.

A New Horizons estava ainda mais longe do que a Voyager 1 da NASA quando esta captou a famosa fotografia "Pálido Ponto Azul" da Terra. Essa imagem fazia parte de uma composição de 60 outras que olhavam para trás no Sistema Solar, no dia 14 de fevereiro de 1990, quando a Voyager estava a 6,06 mil milhões de quilómetros (ou aproximadamente 40,5 UA) da Terra. As câmaras da Voyager 1 foram desligadas pouco depois desse retrato, deixando o seu recorde de distância sem oposição por mais de 27 anos.

O LORRI quebrou o seu próprio recorde duas horas depois com imagens dos KBO's (Kuiper Belt Objects, em português "Objetos da Cintura de Kuiper") 2012 HZ 84 e 2012 HE85 - demonstrando ainda como nada está parado quando percorremos 1,1 milhões de quilómetros de espaço por dia.

"A New Horizons tem sido uma missão de primeiros - a primeira a explorar Plutão, a primeira a explorar a Cintura de Kuiper, a nave espacial mais rápida já lançada," comenta Alan Stern, o investigador principal da New Horizons, do SwRI (Southwest Research Institute) em Boulder, no estado norte-americano do Colorado. "E agora, conseguimos fazer as imagens mais distantes da Terra do que qualquer outra nave na história."

Durante pouco tempo, esta imagem do enxame NGC 3532, obtida dia 5 de dezembro de 2017 pelo LORRI da New Horizons, foi a imagem obtida à maior distância da Terra, quebrando um recorde com 27 anos estabelecido pela Voyager 1. Mais ou menos 2 horas depois, a New Horizons quebrou novamente esse recorde.
Crédito: NASA/JHUAPL/SwRI
(clique na imagem para ver versão maior)
 

Distância e Velocidade

A New Horizons é apenas a quinta nave a acelerar para lá dos planetas exteriores e muitas das suas atividades estabelecem recordes de distância. No dia 9 de dezembro realizou a manobra de correção mais distante de sempre, à medida que a equipa guiava a sonda para um encontro próximo com um KBO chamado 2014 MU69 no dia 1 de janeiro de 2019. Esse voo rasante de Ano Novo por MU69 será o encontro planetário mais distante da história, acontecendo 1,6 mil milhões de quilómetros para lá do sistema de Plutão - que a New Horizons famosamente explorou em julho de 2015.

Durante a sua missão prolongada na Cintura de Kuiper, que começou em 2017, a New Horizons pretende observar pelo menos duas dúzias de outros KBOs, planetas anões e "Centauros", antigos KBOs em órbitas instáveis que atravessam as órbitas dos planetas gigantes. Os cientistas da missão estudam as imagens para determinar as formas dos objetos e as propriedades das superfícies, e para procurar luas e anéis. A nave também está a fazer medições quase contínuas do ambiente de plasma, poeira e gás neutro ao longo do seu percurso.

A sonda New Horizons está de boa saúde e atualmente em hibernação. Os controladores da missão do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins em Laurel, Maryland, EUA, vão "acordar" a sonda do seu sono eletrónico no dia 4 de junho e dar início a uma série de verificações de sistema e outras atividades a fim de preparar a New Horizons para o encontro com MU69.

Links:

Cobertura da missão New Horizons pelo Núcleo de Astronomia do CCVAlg:
15/12/2017 - Será que o próximo alvo da New Horizons tem uma lua?
08/08/2017 - Próximo alvo da New Horizons acaba de ficar muito mais interessante
21/07/2017 - Equipa de New Horizons da NASA alcança ouro na Argentina
11/07/2017 - Novos mistérios em redor do próximo alvo da New Horizons
16/06/2017 - Equipa da New Horizons examina novos dados do próximo alvo da sonda
30/05/2017 - New Horizons com equipa global para raro olhar do seu próximo alvo
03/02/2017 - New Horizons refina trajetória para próximo "flyby"
27/09/2016 - "Coração" de Plutão lança luz sobre possível oceano subterrâneo
16/09/2016 - Plutão emite raios-X; pinta Caronte de vermelho
05/07/2016 - New Horizons recebe prolongamento da missão, Dawn permanecerá em Ceres
24/06/2016 - Investigação reforça caso para um oceano subsuperficial em Plutão
03/06/2016 - O coração de Plutão: como uma lâmpada de lava cósmica
31/05/2016 - As melhores imagens da superfície de Plutão pela New Horizons
20/05/2016 - Ocultações estelares pela atmosfera de Plutão; primeiros dados científicos de objeto pós-Plutão
10/05/2016 - Hidra, a lua gelada de Plutão
06/05/2016 - Estudo descobre que a interação de Plutão com o vento solar é única
08/04/2016 - New Horizons preenche lacuna nas observações do ambiente espacial
18/03/2016 - Artigos científicos revelam novos aspetos de Plutão e das suas luas
04/03/2016 - Neva metano nos picos de Plutão
01/03/2016 - Os desfiladeiros gelados do polo norte de Plutão
23/02/2016 - Caronte, a Lua "Hulk" de Plutão: um possível antigo oceano?
09/02/2016 - As misteriosas colinas flutuantes de Plutão
22/12/2015 - Novas descobertas da New Horizons moldam o conhecimento de Plutão e das suas luas
08/12/2015 - New Horizons transmite as primeiras das melhores imagens de Plutão
10/11/2015 - Quatro meses depois da passagem por Plutão, continuam as descobertas da New Horizons
20/10/2015 - Novas imagens de Plutão e Caronte
09/10/2015 - New Horizons encontra céus azuis e água gelada em Plutão
02/10/2015 - Caronte, a grande lua de Plutão, revela uma história colorida mas violenta
25/09/2015 - Plutão continua a impressionar
18/09/2015 - Plutão deslumbra em espetacular novo panorama retroiluminado
11/09/2015 - Novas imagens de Plutão pela New Horizons: é complicado
08/09/2015 - New Horizons começou fase intensiva de envio dos dados
01/09/2015 - Equipa da New Horizons escolhe potencial alvo da Cintura de Kuiper para "flyby"
28/07/2015 - New Horizons encontra neblina, "glaciares" em Plutão
24/07/2015 - Nova cadeia montanhosa em Plutão; imagens de Nix e Hidra
21/07/2015 - As planícies geladas e a atmosfera de Plutão
17/07/2015 - New Horizons "telefona"; envia primeiros dados da passagem por Plutão
14/07/2015 - New Horizons passa hoje por Plutão
03/06/2015 - Plutão a cores. Tem manchas, metano e, quem sabe, nuvens
29/05/2015 - New Horizons vê mais detalhes em Plutão 
01/05/2015 - New Horizons deteta características à superfície, possivelmente uma calote polar em Plutão
09/12/2014 - New Horizons acorda para encontro com Plutão 
26/08/2014 - New Horizons passa órbita de Neptuno a caminho de encontro histórico com Plutão 
17/06/2014 - Fracturas em lua de Plutão podem indicar que já teve um oceano subterrâneo
10/06/2014 - Plutão e Caronte podem partilhar atmosfera
25/06/2013 - Equipa da New Horizons mantém plano de voo original para Plutão
29/11/2011 - Luas de Plutão podem significar perigo para a New Horizons 
25/07/2007 - Neva em Caronte
28/02/2007 - A semana dos "flybys"
20/01/2006 - New Horizons partiu
18/06/2004 - New Horizons II - uma missão ao Sistema Solar lonqínguo

Notícias relacionadas:
NASA (comunicado de imprensa)
SPACE.com
New Scientist
Science alert
Space Daily
PHYSORG
TIME
Gizmodo
Engadget
The Verge

NGC 3532:
Wikipedia
SDSS (via Wikisky.org)

2014 MU69:
Wikipedia 
NASA

Cintura de Kuiper:
Centro de Planetas Menores da UAI
NASA 
Wikipedia

New Horizons:
Página oficial
NASA
Twitter
Wikipedia

 
ÁLBUM DE FOTOGRAFIAS - Roadster, Starman, Planeta Terra
(clique na imagem para ver versão maior)
Crédito: SpaceX
 
Não entre em pânico. É apenas um manequim enigmático chamado Starman. À medida que o crescente do planeta Terra recua no plano de fundo, Starman senta-se confortavelmente ao volante de um Tesla Roadster nesta imagem final da carga útil lançada por um foguetão Falcon Heavy no passado dia 6 de fevereiro. Internacionalmente designado 2018-017A, o carro e Starman dirigem-se para o espaço para lá da órbita de Marte. O bem-sucedido foguetão Falcon Heavy tornou-se agora no foguetão mais poderoso em operação e o Roadster um dos quatro carros elétricos já lançados do planeta Terra. Os outros três foram lançados até à Lua pelo historicamente mais poderosos (mas não reutilizáveis) foguetões Saturn V. Ainda assim, o Roadster de Starman é provavelmente o único que seria considerado legal para conduzir na estrada.
 

Arquivo | Feed RSS | CCVAlg.pt | CCVAlg - Facebook | CCVAlg - Twitter | Remover da lista

Os conteúdos das hiperligações encontram-se na sua esmagadora maioria em Inglês. Para o boletim chegar sempre à sua caixa de correio, adicione noreply@ccvalg.pt à sua lista de contactos. Este boletim tem apenas um carácter informativo. Por favor, não responda a este email. Contém propriedades HTML - para vê-lo na sua devida forma, certifique-se que o seu cliente suporta este tipo de mensagem, ou utilize software próprio, como o Outlook, o Windows Mail ou o Thunderbird.

Recebeu esta mensagem por estar inscrito na newsletter do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve. Se não a deseja receber ou se a recebe em duplicado, faça a devida alteração clicando aqui ou contactando-nos.

Esta mensagem do Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve destina-se unicamente a informar e não pode ser considerada SPAM, porque tem incluído contacto e instruções para a remoção da nossa lista de email (art. 22.º do Decreto-lei n.º 7/2004, de 7 de Janeiro).

2018 - Núcleo de Astronomia do Centro Ciência Viva do Algarve